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Lilypie Kids Birthday tickers

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

O chão é o limite!

Após o episódio da queda da cama, minha mãe parece ter tomado trauma em deixá-lo na minha cama. E era lá que ele já estava dando sinais de que breve estaria engatinhando. Como também não posso contrariar o medo de minha mãe, ela mesma deu a solução: Para dormir, berço. Para brincar, chão. Desde o início da semana passada, ela forra um edredon com uma colcha por cima, e lá fica ele, rolando de um lado para outro ou se arrastando de ré. Eu ainda não tinha presenciado e chegava a desconfiar quando minha mãe dizia: "A sala está pequena pra ele!" Pois rolando, rolando e rolando ele acaba indo parar embaixo do sofá. A mesa de centro já está no canto para liberar espaço, mas parece que este ainda está pequeno mesmo. No sábado, logo cedo, forrei tudo e lá o coloquei. Muito engraçado! Ele gira numa agilidade impressionante e por várias vezes tinha que pegá-lo no chão frio e colocá-lo no meio do edredon novamente. E a felicidade? Bate as pernas com uma força... Tenho certeza que mais alguns dias para ele estar engatinhando.

Também fica sentado. Por alguns segundos fica sozinho, mas acaba se desequilibrando e cai pro lado. Aí ele ri, de si mesmo! Figura...
O banho agora é dado com o chuveiro aberto. Quando abro o chuveiro ele fica eufórico tentando, em vão, pegar a água! E solta gargalhadas. O banho é sempre um momento de felicidade para ele, e principalmente para mim. Saio do banheiro renovada.
Meu filho tá lindo! Um encanto! Não tem quem não se emocione com o sorriso dele. Ri para os que conhece e os que não. No dia do Batizado um senhor perguntou pro Adriano "Ele é sempre assim, bem humorado?" É. É sempre assim! Excetuando-se, claro, a hora do sono ou da fome, ele está sempre feliz! Lembro-me de uma frase no livro da Graziela Moreto (Onde vende o manual?) em que ela diz: "Eu pedi que viesse com saúde e ela ainda veio bonitinha..." E eu me pego assim. Eu pedi que o Arthur viesse saudável, e ele ainda veio lindo, encantando todos a sua volta. Lucia, a minha ajudante, diz: "Êta menino de bem com a vida!" A Jacque diz que é tudo reflexo do ambiente em que ele está. E diz ainda que muito do que ele é deve-se à minha gravidez, quando eu conversava com ele, e pedia para que fosse um bom menino. Todos que o conhecem se tornam fã. E eu me sinto muuuuito privilegiada por ser a mãe desse tesouro.
Só não gosta de tirar foto. A coisa mais difícil é fazê-lo rir para as câmeras. Se vocês repararem nas fotos ele só está sorrindo para quem está do lado, nunca para quem está fotografando.
Adora de paixão os comerciais da Discovery Kids, em especial o Doc, o cachorrinho personagem principal. Esse ele tem loucura. Agora descobri que ele gosta dos Backiardigans: "Temos o mundo inteiro no nosso quintal, mas chegou a hora de terminar. Somos os amigos, Backiaaaaardigans...." rs. Vocês não têm noção do que é a mamãe aqui cantando essa música (numa afinação ímpar!) e o Arthur sorrindo para mim com os olhinhos brilhando.
É isso! Essa semana ele completa sete meses de vida. O tempo passa rápido, mas estou curtindo cada detalhe, cada momento, cada descoberta. Ele descobre a vida, e eu também. Afinal, o sentido da vida está aqui, ao meu lado, e se chama Arthur.

segunda-feira, 14 de agosto de 2006

Batizado no dia dos pais


Arthur foi batizado ontem.
Comemoração dupla, já que além do batizado era também o Dia dos Pais.
Acordamos 6 da manhã para entregar o presente do papai, uma camisa do flamengo, que o fez ficar todo bobo. Junto à camisa uma foto de bolso do Arthur para ele mostrar pra todo mundo como adora fazer.
Fiz questão que o Padre Marcos o batizasse, já que ele celebrou meu casamento, e é conhecido da família. Como ele já não é o padre de nossa igreja faz algum tempo, tivemos que fazer o batizado na Igreja de N. Sra. das Graças, que fica em outro bairro. A missa foi linda! Arthur foi o único batizado do dia, que também celebrou o Dia dos Pais. Por esse motivo, Adriano foi um dos destaques da missa, sendo chamado para discursar sobre a importância de ser pai. Papai Dri ficou tímido sem saber o que falar. Muito engraçado...
Como a igreja é pequena, nossa família ocupou quase a metade dela.
Como previsto, o pequeno se comportou muitíssimo bem. Exceção no momento que confundiu a Dinda Jacque com a mamãe e quis mamar nela. rs
No momento do batizado Padre Marcos caprichou na água benta como que sabendo o pequeno adora tomar banho. Não deu um pio.
Na hora da consagração ele chamou padrinho e madrinha. Arthur só tinha a dinda Jacque. Então
convidei o Tio Paulo, que além de tio, padrinho do Adriano e padrinho do nosso casamento, agora também é padrinho de consagração do Arthur. Ficou muito feliz.
No final da missa, teve um café da manhã comunitário, no qual participamos.
Saímos de lá e fomos pra casa, onde aconteceu um churrasco para o almoço, que se estendeu ao final do dia.

quarta-feira, 9 de agosto de 2006

Resfriado

Infelizmente aconteceu... o primeiro resfriado.
Iniciou na quinta feira, o dia seguinte da consulta com a pediatra, com o nariz congestionado. Como a Dra. Mônica auscultou no dia anterior e nada havia, achei que seria só narina mesmo e fiquei aplicando o salsep. Melhorava e dali a pouco o roncado voltava novamente. No dia seguinte corizou. Comecei a me preocupar. Mas esperei... nada de histeria. Até que no final de semana começou a tossir. Aí não teve jeito, tive de ligar para a Dra. Mônica. Passou decongex plus - 5 gotas 3 x ao dia (por 5 dias) e nebulização com 5 ml de soro na mesma dose (3 x ao dia por 5 dias).
Enjoado ele não ficou, mas para dormir ficou incômodo. Acordava de duas a três vezes chorando. Acho que o nariz entupia e, óbvio, incomodava. Então bastava aplicar o salsep para que ele dormisse novamente. Após o início da medicação na segunda-feira, passou a dormir como antes. Tanto que ontem nem fiz a nebulização e ele dormiu bem. Ainda não descobri o que fez com que ele pegasse o resfriado, que graças a Deus foi leve. Acho que essa mudança louca de temperatura. Do que sei é que depois dele, já pegamos eu e o pai.
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Domingo batizaremos o Arthur. Aproveitaremos o Dia dos Pais para fazer uma reunião só. Postarei as fotos depois.

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

Consulta - 6º mês

A consulta aconteceu na quarta-feira.
Arthur, como sempre, entra e sai sorrindo do consultório. A sensação da consulta foi a enorme mijada que ele deu na Tia Mônica. Fui obrigada a dizer "Bem-feito!" Ela tirou a roupa dele, mediu, pesou, e ao invés de devolvê-lo para vestirmos a roupinha dele, ficou lá, fazendo graça para ele, e ele que já não gosta de atenção se escancarava de rir. E assim ela ficou... encantada com as gargalhadas dele... e ele pelado... Não foi por falta de aviso que de repente... uma mijada certeira na barriga dela! kkkkkkkk
Ele está ótimo. Crescendo e engordando dentro da normalidade.
Mediu 66,5 cm e pesou 6.835 gramas.
Passou janta para ele, o que não foi notícia das mais agradáveis para mim, já que vou "perder" a mamada que dou assim que chego, às 18:00. É tão bom para nós dois ele mamar assim que chego... mas segundo Dra. Mônica ele já está precisando de mais comida "com peso". Em outras palavras, nessa fase o leite materno ainda é importante, mas já não o sustenta por muito tempo. Motivo este que faz com que o pequeno queira tudo o que estamos comendo. Na verdade essa justificativa é a minha. A justificativa da Dra. Mônica é de que tudo é em razão da fase oral em que ele se encontra. É mais do que normal TUDO o que ele vê, querer levar à boca. Não só o que comemos... De qualquer forma, acho que para não me contrariar, passou biscoito de maisena. Se tivermos que comer algo na frente dele e para evitar a peninha de não poder dar para ele também, liberou o biscoito. Adorei!
No almoço, ao invés da sopa de legumes (que agora passa para o jantar), passou caldo de feijão (4 x por semana), macarrão (até 2 x), 1/2 gema de ovo cozida (2 x) e sopa de ervilha (com músculo).
Passou vitaminas que vai tomar até 01 ano. Redoxon (ou cewin) e ultrafer.
Também pedi um repelente para espantar os mosquitos e ela passou Off kids.
Acho que foi só...
A idéia era saírmos de lá e levá-lo ao posto para as doses de Tetra, Anti-pólio e Hepatite B. Já estava até me preparando para uma eventual (mas não bem-vinda) reação, ja que da última vez ele sentiu dor na perna, mas acabamos saindo muito tarde do consultório, e além disso estava chovendo. Achamos melhor adiar para a próxima segunda.
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Mudando de assunto, preciso falar aqui sobre a Debora, a mãe do Daniel (um bebê muito lindo por sinal!). Ela deixou um comentário no post da amamentação dizendo que eu a tinha ajudado com meus relatos. Como ela não tem blog, a incluí no MSN, e batemos um longo papo. Nossa! Não tinha noção que poderia servir de exemplo para alguém... E fiquei realmente muito emocionada. Na verdade, aconteceu com ela o que já aconteceu comigo. Sou muito agradecida a algumas blogueiras que (de repente sem saber) foram (e ainda são) muito importantes para meu aprendizado como mãe... Obrigada meninas, pela constante ajuda!
Obrigada Debora, pelo carinho! Saiba que estarei aqui te ajudando no que puder!

terça-feira, 1 de agosto de 2006

Eu amamento!!!



Desde antes da gestação eu sonhava com o momento em que estaria com meu bebê nos braços e amamentando-o. Na verdade, naquela época, simplesmente achava bonito. Não conhecia ainda a real necessidade. Via apenas cenas de mulheres amamentando e pensava na poesia daquilo. "Nossa! Que ato de amor!" pensava. Mas pensava no ato físico em si.
Amamentar gera um contato entre mãe e filho sim, mas, muito além do contato físico, tem o contato afetivo, o sentimental. O elo que se une após o corte do cordão umbilical. E esse elo, eu só vim a conhecer quando passei a amamentar.
Como mãe de primeira viagem devo dizer que foi muuuuito difícil tampar os ouvidos para as opiniões alheias. Tem uma cena que não vou esquecer nunca: Eu tentando dar o peito, o Arthur não conseguia achar o bico... e chorava... e berrava... de fome tadinho! E eu fiquei mesmo entre a cruz e a espada, com medo de naquele momento saciar a fome dele com NAN e ele se acostumar com a facilidade e rejeitar o peito depois... enfim... Para me "ajudar", um mundo de gente em volta dando palpites "Dá chazinho! Dá NAN! Fulana deu NAN e nem por isso o bebê deixou de pegar o peito depois". O que fiz? Expulsei todo mundo do quarto. E chorei junto com o Arthur. Minha mãe fez o chá para mim e o NAN para o Arthur. Naquele momento não havia realmente outra alternativa. Eu já estava no meu limite e não conseguiria persistir por mais tempo. E também não poderia deixar o bebê berrando para justificar uma vontade minha. Ele não conseguia fazer o bico... nem eu conseguia ajudá-lo. Dei o NAN contra vontade, mas dei. Mas não me martirizei depois. E também não desisti. Na próxima mamada lá estava eu, pronta para uma nova tentativa. Foi muito difícil, mas conseguimos, eu e ele! A partir dali uma nova dificuldade, meus seios ficaram feridos, em carne viva... mas quem disse que mãe sente dor? A dor estaria no meu interior, em não conseguir amamentá-lo por uma dor física, essa a gente supera com uma boa pomada (falar agora parece ser tão fácil...) Algumas vezes tinha mesmo que controlar o meu impulso em arrancá-lo do bico, tamanha a dor... Graças a Deus (acho que só ele mesmo!) conseguia fechar os olhos, morder minha própria mão, mas o mantinha ali.
A dor física resiste até hoje, a pele do meu bico é muito fina, mas óbvio que a dor de hoje nem se compara com a dor do início.
Claro que hoje a sensação é muito diferente. Voltei a trabalhar no quarto mês e não consegui tirar na bomba o suficiente para alimentá-lo por todo o dia. Também sem me martirizar incluí as frutas e as papinhas ainda no seu quarto mês. Durante o dia ele tem 7 refeições. Duas mamadeiras que deixo com leite materno que tiro na bomba. A papinha no almoço e a fruta no lanche da tarde. As demais, ele tira de mim. Não tem nada mais prazeroso no mundo inteiro do que saber que aquele ser tão pequenino te reconhece e sabe que é em você que ele vai se saciar. E enquanto ele se sacia, nossa! Aquele olhar! Como se estivesse mesmo agradecendo por eu ter me esforçado em dar para ele o que de melhor existe, o leite materno. Como se ele conhecesse os benefícios que isso traz para a saúde dele. Mal sabe que na verdade quem tem que agradecer sou eu... pois os benefícios para minha saúde são enormes também. Além disso, estou filé (rs), magrinha como só estive na época de solteira. Quando me perguntam a receita para estar magrinha é simples responder: "Amamente uma criança!"
Se antes eu via o ato de amamentar como poesia física entre mãe e filho, hoje eu ainda acho, mas tenho o sublime prazer de fazer parte da cena como 2ª atriz. Pois o ator principal é sem dúvida alguma, o Arthur!
Entre 01 e 07 de agosto, será celebrada, no mundo todo, a Semana Mundial da Amamentação, que está sendo divulgado pela Denise Arcoverde. É ela quem está nos convocando para uma postagem coletiva sobre o assunto, e como mãe apaixonadíssima pelo ato de amamentar meu filhote estou aqui, deixando meu depoimento. Espero que sirva de alguma forma para mães que já ouviram pérolas como as que eu ouvi. E que saibam que dificuldades todas terão, mas que no final, a recompensa será enorme! Em todos os sentidos!

segunda-feira, 31 de julho de 2006

A primeira sapequice!

Aconteceu na sexta.
Liguei pra minha mãe e fiquei toda feliz ao ouvir que o Arthur já estava se virando sozinho, "pra lá e pra cá", segundo ela. Falamos sobre a atenção com ele, que a partir dali deveria ser redobrada e chegamos a conclusão de que dali a pouquinho ele já estará engatinhando. Trabalhei contando as horas para chegar em casa e presenciar o acontecimento do mês, meu bebê se movimentando na minha cama. Porém, qual não foi minha surpresa em encontrar minha mãe com a cara mais abatida/preocupante do mundo. O que aconteceu? O meu pequeno Arthur-arteiro mal começou a se virar e já caiu da cama! Não sabia se corria para vê-lo ou se consolava minha mãe. Tadinha, ela ficou muito mal. Depois fiquei sabendo que minha cunhada teve que dar água com açúcar para acalmá-la, e naquela noite nem dormiu se sentindo culpada. Lógico que poderia ter acontecido com qualquer um, tentei passar isso pra ela. Assim como, com certeza, não vai ser o único tombo. Graças a Deus ele não se feriu. Como diz o ditado: "Deus protege as criancinhas!" De qualquer forma, para garantir, passou o final de semana dormindo no próprio berço.
Se bem que isso não tem nada de diferente do que já prevê a fase na qual se encontra, segundo o site "Minha Vida" (que por sinal tem dicas ótimas):
O bebê já balbucia alguns sons; presta atenção à vozes; sorri em resposta a estímulos, enxerga distâncias maiores, demonstra prazer ao interagir com os pais ou a pessoa que cuida dele; tem um controle bem maior da cabeça, quando na posição de bruços, consegue erguer a cabeça (45°), pescoço e torso apoiando-se nos antebraços. Segue com os olhos objetos próximos à linha média da visão e sorri com a aproximação de uma pessoa. Emite sons (gorgeios), “respondendo” aos estímulos, abre e fecha a boca, tentando imitar a fala dos adultos. Atividades como a de conversar ou cantar para o bebê durante o banho, trocas, mamadas e passeios costumam ser bem recebidas. Massagear, “contar histórias” e ouvir músicas representam estímulos importantes. As rotinas de dormir, tomar banho e mamar devem ser estabelecidas neste momento. O bebê deve ser estimulado com brinquedos adequados para a idade dele.
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No sábado fomos na Expo Bebê e Gestante do Rio Centro. Fui a procura da cadeira para automóvel. Mas não achei nenhuma mais barata do que já encontrei nas lojas normais. De qualquer forma foi muito legal passear naquela confusão de carrinhos de bebês. Tinha até engarrafamento. Senti-me na cena do "Olha quem está falando!" pois a todo momento que o carrinho do Arthur passava por outro carrinho de bebê ele olhava e ria. E geralmente era correspondido. Uma gracinha. E meu Deus! Como tem mulher grávida no Rio de Janeiro! Senti saudades da barriga, mas também agradeci por estar ali com meu pequeno, sendo parte daquele cenário lindo de mães x bebês.

segunda-feira, 24 de julho de 2006

06 meses


Ontem meu bebê comemorou seu 6º mesversário. Como tínhamos a festa da Julia à noite, compramos uma torta e cantamos o parabéns às quatro da tarde na casa da Tia Bina, onde fizemos um churrasco para comemorar nosso tradicional "Arraiá du Carvalho" que aconteceu na noite de sábado.

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Arraiá du Carvalho!

Embora não tenha sido a primeira festa junina do Arthur (ele já tinha participado do aniversário da Ágatha em junho e já tinha ido à festa na casa de um grande amigo na semana passada), foi a primeira participação no "Arraiá du Carvalho", nossa tradicional festa familiar. Não se esbaldou tanto como eu gostaria, já que dormiu pouco durante o dia e como consequência estava cansado à noite. Dormiu no meio da festa e depois acordou sério. Não chorou, mas também não ficou alegre como ja é de costume. Eu também não curti como nos anos anteriores. Acho que fiquei muito preocupada com o bem-estar do pequeno. Como já disse anteriormente ele está um reloginho. Deu 21 horas e ele pede pelo bercinho. Imagina o que se passa na cabecinha de um bebê que ainda não entende nada de festas estarmos ali ao ar livre, com um monte de gente em volta, aquele barulho, sem conforto, e o principal, sem o bercinho dele. E não adianta, ele não dorme bem no carrinho. Então, por volta de meia noite, o coração de mãe falou mais alto e fomos embora. Com certeza no próximo ano ele vai se divertir mais. E eu também.


Hoje é aniversário do Zé Luis. Ele é primo/amigo/companheiro e por estes motivos, padrinho do Arthur. Parabéns "Doudou"!!!!

quarta-feira, 19 de julho de 2006

Anseios de mãe

Quando criei o blog a intenção era realmente registrar as emoções de uma gestante.
Funcionava meio que como uma terapia, uma válvula de escape para a minha ansiedade.
Hoje a ansiedade não é a mesma, mas ainda existe. Anseio agora pelo primeiro dente (olho todos os dias para ver se chegou algum), o primeiro mergulho de piscina (cadê o sol que não vem bem forte?), as primeiras palavrinhas (ou a primeira - mamãe), o primeiro movimento de engatinhar, os primeiros passos...
E eu sei que tudo isso tá muito próximo, mas... por outro lado... ele tá numa fase tão gostosa... e eu anseio para que o tempo pare por aqui mesmo. Estranho né? Eu quero muito que ele cresça e faça aquelas gracinhas de criança, mas sei que quando isso acontecer tudo o que vou querer é que o tempo volte.
Meu bebê tá a coisa mais gostosa do mundo (acho que já falei isso!)
Quando chego em casa abre um sorrisão que me obriga a apertá-lo até (quase) sufocá-lo!
Imediatamente o coloco para mamar. Para "nos" satisfazer. Sinto muita falta do contato com ele. E parece que a recíproca é mais do que verdadeira... basta prestar atenção ao olhar de agradecimento que ele me lança. Brinca com minhas mãos. Acaricia a sua fonte de alimento. E sorri. Entre uma sugada e outra ele pára... e sorri...
Quase morro!!!!

O tempo deveria mesmo parar por aqui.
Não existe nada, nada, nada no mundo de mais emocionante do que saber que alguém tem esse amor por você. Amor de mãe e filho. Eu podia até imaginar, mas nem nos meus melhores sonhos eu teria a certeza do que realmente é.
O amor não vai mudar, eu sei. Mas daqui a pouquinho ele vai estar disponível para o mundo, vai entrar na escola, com vontades próprias e o que vou fazer?
Tem uma música da Cristina Mel - Para sempre em meu coração - que sempre me emocionou nas festas em que ela foi usada como tema. Dia desses ela tocou na rádio do ônibus e me peguei chorando sozinha.
Como esse blog vai servir como recordação para mim mesma e para o Arthur quando já estiver crescido, vou colocá-la aqui para que ele saiba que toda vez que a mãe ouviu essa música chorou como criança.
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Para sempre em meu coração
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Eu queria o tempo parar
de novo te fazer ninar
crecer e mudar
não dá pra evitar
é o caminho que Deus lhe traçou
Brinquedos, gibs, violão
espalhados por todo lugar
um dia poeira eu irei tirar
do silêncio de não te encontrar
Vou gardá-lo em meu coração
As lembranças jamais mudarão
Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu caração
Os dentinhos você vai trocar
e roupas maiores usar
e o teu caminhar vai onde o levar
pois não posso impedir seu querer
os dedinhos que agarram minha mão
coisas grandes eu sei que farão
você não é meu
é um presente de Deus
e o destino está em suas mãos
Vou guardá-lo em meu coração...

quarta-feira, 12 de julho de 2006

As super novas II

Arthur está crescendo. De todas as formas. De corpo e de mente.
Repito para ele o tempo todo: “Bebê, você já é um rapaz!”
Na última semana tive muitas provas desse desenvolvimento. A cada dia ele descobre coisas novas. Ele vai descobrindo e a gente se surpreendendo... e babando!!!!

AO ACORDAR:
É um príncipe! Como ele dorme de bruços, sempre acorda e fica lá, quietinho, com a cabeça erguida procurando por alguém. E quando acha... nossa! Que felicidade! Sorri batendo as perninhas. Eu sempre me emociono com essa alegria ao acordar. E isso em qualquer horário, seja de manhã no berço, seja durante o dia na minha cama. Só que nessa última semana estamos mais atentos, já que ele passou a se impulsionar mais e dá sinais de que vai engatinhar a qualquer momento.

AO TOMAR BANHO:
Ama! Já reconhece a banheira. Basta vê-la para bater braços e pernas na tentativa de se jogar lá dentro. E sorri! Olha para a gente e sorri, como se estivesse agradecendo pelo banho.
E lá dentro é uma festa. A água é literalmente expulsa. Como ele está crescido já não cabe totalmente, então ele fica mais sentado do que deitado.
Algumas semanas atrás o Adriano passou a dar o banho da noite. Dá gosto ver a felicidade dos dois.
Ontem tomamos banho no chuveiro, os três. A princípio ele estranhou. Olhava desconfiado para a água... muito engraçado - :)

REFEIÇÕES:
Continua amando tudo o que é dado para ele.
Só fica chateado quando percebe que os brinquedos de borracha não são comestíveis. Kkkkk
Ainda estou relutando quanto ao jiló e a rã, mas devo confessar que já coloquei um miolinho de pão de forma na boquinha dele e ele não rejeitou (que a Tia Mônica não me ouça...).
Também já reconhece a chuquinha de água, e se a colocamos em suas mãos, ele leva direto para a boca.

AO DORMIR:
Está um reloginho. Tem dormido todos os dias às 21 horas. Geralmente eu o acordo às 5:30 da manhã para mamar, embora algumas vezes ele acorde às 4:30 (para me sacanear, já que levanto 5:30 para trabalhar... rs). Já não dorme deitado no colo. Só dorme em pé no ombro. A propósito, antes de dormir sempre tenta me escalar. E já sabe fazer pirraça. Está craque em se jogar para trás.
O trocador também está um perigo. As coisas que ficam ao seu alcance já não têm a menor graça. Bonequinho pendurado, brinquedos de borracha, e a própria roupa suja que antes o distraiam agora são desprezados. Legal mesmo é pegar as coisas que estão atrás de sua cabeça. De preferência a hipoglós, a tesourinha ou qualquer outra coisa que represente perigo. Se vira como parafuso na vã tentativa de pegar. Trocar a fralda já não é tarefa fácil.

DIVERSAS:
Involuntariamente bate palminhas. Para que ele relacione esse ato ao “parabéns” eu sempre canto e bato palmas junto com ele.
Adora o colorido dos desenhos animados. Presta atenção por longos minutos.
Também percebemos um gosto por sons. Não pode ouvir um batuque que fica prestando atenção. Segundo o Adriano ele vai ser percursionista. E pode estar em qualquer lugar, fazendo qualquer coisa, que pára tudo para prestar atenção na abertura da novela Sinhá Moça. Geralmente nesse horário está mamando, e vixe! Falta arrancar meu seio virando a cabeça em direção a televisão.
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Ia relatar aqui a constante felicidade dele, que é de dar inveja, mas concluí que este é um assunto merecedor de outro post!

quarta-feira, 5 de julho de 2006

Dra. Mônica - a pediatra

Posso dizer que demos sorte. Eu e principalmente o Arthur.
Levando-se em consideração que nos últimos dias eu a indiquei para duas mães/amigas, embora não saiba se alguma delas tenha conseguido horário, me sinto aliviada em saber que estou bem amparada.
Tia Mônica caiu do céu.
Ela já era pediatra de meu sobrinho, Bernardo, e sempre ouvi muito bem a seu respeito.
Quando o Arthur nasceu ela já era a escolhida.
Quando ele completou 10 dias teve aquele probleminha nas fezes (uma pequena rajada de sangue) e corri para marcar consulta. Então levei um susto ao ouvir da atendente que ela só poderia atender dali a dois meses pois sua agenda estava lotada. Como assim???? "Ela ainda não sabe, mas já é a pediatra do Arthur", pensei em dizer. Expliquei para a atendente que se tratava de um recém nascido, falei do problema, implorei por um encaixe, deixei transparecer meu desespero de mãe de primeira viagem e ela, atenciosa, explicou que eram muitas crianças e que seria difícil conseguir consultá-lo assim, de um dia para outro, mas de qualquer forma anotou tudo o que falei, meu telefone e disse que passaria o problema para ela. No dia seguinte, 7:30 da manhã eis que me liga a atendente: "D. Sandra, a senhora conseguiria trazer o seu bebê agora?" Fiquei surpresa pelo atendimento. Da atendente que passou o caso, e da pediatra que se interessou pelo caso. Não pensei duas vezes. E embora tenha tomado um chá de cadeira (só saímos de lá por volta de 12:00) não me arrependo.
Adoro a tia Mônica. É atenciosa, segura, doce e está sempre de bom humor. Ama o que faz. Entra criança, sai criança e ela está sorrindo. Recebe o Arthur como se ele fosse o primeiro do dia, e é claro que é assim com todos. Assim como estão sempre sorrindo as crianças que saem de sua sala, mesmo após terem tomado vacina.
Além disso tudo, fica DISPONÍVEL em tempo integral.
Quando ouço casos de pediatras que apertam o bebê, não aparecem não consultório após horas de espera (o caso do Renan, uma das indicações) ou que dizem que não é preciso tomar remédio num caso de verme (o caso do Matheus, outro indicado) chego a conclusão de que dei muita sorte mesmo.
O Renan é um amiguinho do Arthur. São quase gêmeos. A mãe, Simone, também é paciente da Dra. Laura (minha obstetra), e nosso parto foi no mesmo dia. Arthur nasceu 9:00 h. Renan nasceu em seguida. No berçário, foram vizinhos. Nossos quartos também. Os dois pais curujas (Adriano e Alexandre) fizeram companhia um ao outro babando as crias no berçário, e acabaram fazendo amizade. Trocaram telefones e a partir dali passamos a nos comunicar e trocar experências com nossos bebês. Só que eles não conseguiram acertar com pediatra nenhum. Já passaram por dois. Cada um com um problema diferente. Aff!
Quando eu falo do atendimento que o Arthur recebe na Dra. Mônica, a Simone fica inconsolável por vir tentando agendar com ela, e não conseguir.
Enfim! Por essas e outras, só tenho que, mais uma vez, agradecer ao bom Papai do Céu!