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Lilypie Kids Birthday tickers
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

A festa

Foi perfeita!
Desde a chegada do pequeno, que ficou c-o-m-p-l-e-t-a-m-e-n-t-e encantado com tudo: com a mesa, o painel de parede, o painel de chão (feitos em papel marchê), os brinquedos do parquinho (gangorras e escorrego), o tyrone que ganhou logo na sua chegada à festa (presente da Dinda Jacque), enfim... a criança rodava o salão inteiro sem saber pra onde ia, com um sorriso lindo estampado de orelha a orelha que por si só já pagava todo o trabalho que a festa deu.

Não que tenha dado taaaaanto trabalho assim, já que graças a Deus muitas pessoas se envolveram e cada um fez um pouquinho, mas é que eu fiz questão de participar de tudo, desde a confecção dos convites até as bolas que decoraram o salão, então no final eu já estava tão saturada de Backyardigans (rs) que não aguentava nem olhar as lembranças que foram distribuídas. Desgaste natural que foi completamente recompensado quando vi o resultado final.

Dali a pouco os convidados foram chegando. Os nossos amigos, os amigos do Arthur, família... E o salão encheu! Nem foi muito difícil, já que o salão era realmente muito pequeno, mas preciso deixar aqui um alerta para quem faz festa sem convite individual: insira um percentual de 10% a mais de pessoas, pois alguns de seus convidados certamente levará algum convidado extra (mesmo que vc nunca o tenha visto) e esse foi o único inconveniente da festa. O salão ficou muito cheio e os convidados mal conseguiam se locomover no meio do salão.

Como a festa não era para adulto e a parte destinada às crianças foi um sucesso, então o resultado final foi positivo. Aluguei cama elástica para as crianças maiores e de lá eles não saíam. Para as crianças menores aluguei o parquinho e o Gagau Alê levou o telão onde passamos DVDs dos Backyardigans e Aline Barros (a atual paixão do Arthur), e foi parada certa do pequeno que ficou ali por uns bons 40 minutos.
Distribuímos estalinho, pipas, sacola de doces e um kit pintura (pastinha com 06 desenhos dos Backyardigans e giz de cera - tudo embalado em papel celofane e fita de cetim).

Vendo as crianças felizes eu fechei meus olhos para o resto e quer saber? A festa ficou linda! E eu me orgulho de ter proporcionado mais essa alegria pro meu filhotinho. No fundo amei participar de todos os detalhes da festa e cá entre nós, já estou planejando a do ano que vem! rs

No dia seguinte eu trabalhei, mas não sem antes ajudar na abertura dos trocentos embrulhos de presente. Vixe! Ganhou foi coisa o menininho! E para meu "deleite" ele ganhou muitos brinquedos, mas ganhou muuuuuuito mais roupas! Mamãe agradece!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

É hoje!


Chegou o grande dia!
Não costumo fazer isso, mas hoje fui obrigada a tirá-lo do berço para dar-he um abraço bem apertado! Acho até que ele gostou pois me abraçou também...
Para a festinha praticamente tudo pronto.
Salão aberto.
Buffet/trem de lanche confirmado.
Mesa decorativa confirmada.
Brinquedos confirmados.
A chuva é que ainda não deu trégua, mas que de qualquer forma não impedirá o sucesso do dia.
Meu bebê está com a vó Quinha, pra passar o dia tranquilo e dormir (espero) a tarde toda.
Lá na minha sogra acontecem os preparativos finais: enfeite de mesa, lembranças, etc.
E eu aqui, no trabalho, recebendo ligações de todos envolvidos: faço isso? e aquilo? e aquilo outro? Aff! Totalmente ansiosa pelas 13h, horário que vou sair e acompanhar os detalhes finais pessoalmente.
Amanhã volto, tá?
*Doodles @ scrapblog

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Quase 02!

Amanhã é 23...
Só mais um dia para o dia mais lindo do ano!
Arthur faz aniversário...
Nem faz tanto tempo assim que ele nasceu...

Era tão pequenino, tão frágil, tão dependente de mim, tão meu...
E como eu sonhei com ele, nossa! E estava ali, nas minhas mãos.
No início foi difícil... muito trabalho e nenhuma experiência. Muita gente para opinar e somente eu para decidir o que fazer ou não. Era o início da vida dele. Era o início da minha vida. Da vida que eu escolhi viver... por ele e para ele. Muito medo de não dar conta, de não ter o tal do instinto materno, de não superar todas as expectativas que me cercavam, vixe! Era medo até de dar banho! rs
Conforme os dias se passaram eu pude ver que o bicho papão não era tão feio assim... era só uma questão de adaptação. Tirando as cólicas fora de hora, as mamadas em plena madrugada, o sono que eu não conseguia curar, foi até fácil. Claro que também vou excluir daqui as dores que não pude tirar, o desconforto com a primeira dentição que não pude trazer para mim, as lágrimas que derramei junto com ele... ah! Isso tudo eu queria não ter que passar... Porque mãe que é mãe dá a vida para não ter que ver o sofrimento de sua cria e diante dessa impotência o sofrimento é enorme! Mas passei por ele e sobrevivi!

Aí teve aquele monte de primeiro tudo: o primeiro sorriso, a primeira papinha, o primeiro corte de cabelo, o primeiro moletom, o primeiro "Dia das Crianças", o primeiro "Natal", o primeiro All Star... E haja click para tudo isso!

Numa questão de meses ele já se fazia o dono do pedaço. Eu não tinha mais sala de estar, sala de jantar, e se bobear até minha cama era propriedade dele... A mesa de centro da sala foi escondida, minha esteira elétrica vendida, os souvenirs foram para o alto e tivemos que nos adaptar com um menininho engatinhando de um lado para o outro. Diziam que a adaptação deveria ser dele para conosco e não o contrário, mas como poderia explicar para um bebê que isso ou aquilo poderia machucá-lo? Pagar para ver? Deixar acontecer? Eu hein! Tirei tudo e deixei a casa confortável para ele e de forma que ficássemos tranquilos... E é claro que ainda assim ele conseguia alcançar onde não devia...


Os sorrisos se tornaram constantes lá em casa. Os dele, e os nossos. A cada aprendizado, a cada gesto, a cada novidade... Do engatinhar para o andar foi um pulo. E a partir de então ele ganhou o mundo.

Foi para a escola e a tal da adaptação nem precisou existir. Ah, sim! EU precisei me adaptar! Com sua independência, com seu desenvolvimento... "Céus, cadê o meu bebê?" Sumiu, desapareceu, foi para o ralo! E ao mesmo tempo, apareceu aqui na minha frente um menininho lindo e loiro, de sorriso cativante, com o olhar mais lindo que eu já vi em toda a minha vida!

E foi feito por mim... não é incrível?
Eu olho todos os dias e custo a acreditar que saiu daqui de dentro... que foi ele quem me chutou, me acompanhou, compartilhou comigo os desejos mais incríveis: sundae, milk shake, tortinha de limão.
Agora ele fala mamãe... Pode estar com quem quer que seja, mas se me vê... "mã-mã"
É um amor puro. Todinho meu. Que não pede nada em troca. Ele me ama e pronto!
E amanhã já completa 02 anos.
Dou o que de presente para quem me presenteia todos os dias?
Descobri que posso transformar a Valsa para uma menininha (Vinícius de Moraes e Toquinho) numa versão para o MEU menininho, e mudando apenas uma letrinha eu encontrei exatamente o que quero dizer a ele:
.
Menininho do meu coração
Eu só quero você
A três palmos do chão
Menininho, não cresça mais não
Fique pequenininho na minha canção
Menininho levado
Batendo palminha
Fingindo assustado
Do bicho-papão
Menininho, que graça é você
Uma coisinha assim
Começando a viver
Fique assim, meu amor
Sem crescer
Porque o mundo é ruim, é ruim
E você vai sofrer de repente
Uma desilusão
Porque a vida é somente
Teu bicho-papão
Fique assim, fique assim
Sempre assim
E se lembre de mim
Pelas coisas que eu dei
E também não se esqueça de mim
Quando você souber enfim
De tudo o que eu amei
.
***
.
"Menininho sapeca, mamãe precisa te dizer que embora possa ser cansativo estar atrás de você o tempo inteiro, é indescritível o sentimento de paz que sinto quando você (por um minuto que seja) se deita ao meu lado e me deixar te curtir... Mamãe já sente saudades do bebê que se foi, mas a cada dia que passa se apaixona mais ainda pelo garotinho arteiro em que você está se transformando.
Mamãe te ama, sabia?"