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sexta-feira, 19 de março de 2010

Para deixar o final de semana mais leve


Tudo o que eu precisava realmente saber, aprendi no jardim de infância
Grande parte do que eu realmente preciso saber sobre a vida, o que fazer, como ser, eu aprendi no jardim da infância.
Não foi na universidade nem na pós-graduação que eu encontrei a verdadeira sabedoria, e sim no recreio do jardim da infância. Foi exatamente isto que aprendi: compartilhar tudo, brincar dentro das regras, não bater nos outros, colocar as coisas de volta no lugar onde as encontrei, limpar a própria sujeira, não pegar o que não era meu, pedir desculpas quando machucava alguém, lavar as mãos antes de comer, puxar a descarga do banheiro.
Também descobri que café com leite é gostoso, que uma vida equilibrada é saudável e que pensar um pouco, aprender um pouco, desenhar, pintar, dançar, planejar e trabalhar um pouco todos os dias, nos faz muito bem. Tirar uma soneca todas as tardes, tomar muito cuidado com o trânsito, segurar as mãos de alguém e ficar juntos, são boas formas de enfrentar o mundo.
Prestar atenção em todas as maravilhas e lembrar da pequena semente que, um dia, plantamos em um copo de plástico. As raízes iam para baixo e as folhas iam para cima mas ninguém realmente sabia nem porquê. Mas nós somos assim!
Peixinhos dourados, hamsters e ratinhos brancos; e até mesmo a pequena semente do copo de plástico, tudo morre um dia. E nós também.
Tudo que você realmente precisa saber esta aí. Faça aos outros aquilo que você gostaria que eles fizessem para você. Amor, higiene básica, ecologia e política contribuem para uma vida saudável.
Penso que tudo seria melhor se todos nós - o mundo inteiro - tomássemos café com leite todas as tardes e descansássemos um pouquinho abraçados a um travesseiro. Ou se tivéssemos uma política básica em nossa nação e em todas as coisas também, para sempre colocarmos as coisas de volta ao lugar onde as encontramos, limpando nossa própria sujeira. E ainda é verdade que, seja qual for a idade, - o melhor é darmos as mãos e ficarmos juntos!

Robert Fulghum – Trad. Ernesto H. Simon

sábado, 23 de janeiro de 2010

Como são feitos os meninos (Especialmente os de 4!)

Junte duas colheres de sorriso com duas xícaras de gargalhada. Vá mexendo e acrescente cheiro de terra molhada misturada com cheiro de chicle de bola. Acrescente ainda muito chocolate, um pouco de castelinhos de areia, três pirulitos de uva e um caminhãozinho de imaginação.

Deixe descansar em baixo de um pé de manga e junte aos poucos a fidelidade de um cãozinho, a rapidez de um beija-flor, a esperteza de um golfinho. E, claro, não podem faltar todas as cores do arco-íris, uma caixinha inteira de band-aids e uma bacia cheia de pipoca.

Não se esqueça de juntar a sabedoria de um monge, (claro, os meninos sempre sabem de tudo) com uma pitadinha de impaciência, uma dor de barriga passageira e muita, muita amizade, que deve ser acrescentada aos poucos, logo depois de um punhado de sonho e um prato fundo de criatividade. Não podem ser esquecidos o pião, a pipa, a bicicleta e um par de chuteiras, pois meninos, não se tornam meninos de verdade sem estes ingredientes.

Por fim, junte o gostinho da vitória em uma final de campeonato, com a maravilhosa sensação de um abraço apertado... Pronto! Assim são feitos os meninos. Parecem nascer com a missão de transformar a vida em uma grande aventura, de trazerem alegria para o mais triste dos corações e muita, muita esperança para nosso mundo.

(autor desconhecido)

Meu filho,
Que lindo dia você teve! Tão perfeito quanto você!
Mamãe ainda está em extase... deu tudo certinho!
E você curtiu muito... muito!
Depois mamãe volta para contar os detalhes... do quanto foi legal a sua festa e de como foi gostoso receber seus amigos em casa.
Hoje, a postagem é só para dizer "Feliz Aniversário!"
Amo você, viu?! (Acho que já disse isso...)
Mamãe 

segunda-feira, 30 de abril de 2007

A mensagem do 1º aniversário

No post anterior minha nova amiga virtual, a Lú, foi muito gentil dizendo que me acompanha desde o ano passado e que tenta se inspirar em mim... :)
Claro que fiquei muito envaidecida e é óbvio que meu sorriso foi de orelha a orelha, pois é muito bom ouvir que de uma forma ou outra esse lugar se torna espelho para outras pessoas. Na verdade nunca tive a pretenção de ter tantos leitores, mas fico muito feliz em perceber que algumas pessoas são fiéis e realmente se preocupam com o que vem acontecendo na vida de meu pequeno, que na verdade é o dono desse blog, motivo pelo qual esse espaço foi criado.
Pois bem, ela citou a homenagem que prestei aos amigos no aniversário do Arthur (que sei lá por que motivo eu não postei aqui), e pediu dicas de como elaborar uma para os amigos dela também.

Lú, a mensagem é realmente algo muito pessoal, não sei que tipo de ajuda poderia te dar, mas estou postando a minha homenagem na íntegra, para você ter uma idéia. E, se achar necessário, sinta-se a vontade em reproduzir trechos dela para a sua.

Boa sorte e um dia muitíssimo feliz para sua pequena Luma! Que ela seja abençoada por Papai do Céu para sempre!
Ah! E muito obrigada pelo carinho, viu?

AGRADECIMENTO
Desde que me entendo por gente ansiava o dia em que estaria preparando o clip de aniversário do meu filho. Já imaginava as fotos, sabia que ao fundo tocaria Cristina Mel com o "Vou guardá-lo em meu coração..." E esse dia chegou!
Daqui alguns anos, ao rever esse DVD, certamente Arthur vai dizer: “Pó mãe, que mico!”.
O que eu quero que ele saiba, e isso eu vou fazer questão de eternizar, é do que vem acontecendo comigo nos últimos 603 dias de minha vida, desde a descoberta do Beta HCG positivo, em 30 de maio de 2005.
Não houve surpresa, houve emoção.
Emoção da realização de um sonho que já durava anos.
Emoção de sentir a emoção alheia, com a notícia de uma felicidade que até então nos pertencia.
A emoção não era só nossa, era de todos, e isso foi muito emocionante!
Passar logo pela manhã um e-mail contando a novidade e imediatamente receber tantas respostas, tantos telefonemas de pessoas que choravam mais do que eu, não é Jacque?
Ter que explicar direitinho para a Sheila que aquele 11.980 no Beta HCG, significava um resultado positivo de gravidez!
Enfim…. Perceber a corrente positiva que estava em torno de nós, naquele momento, não teve preço.
A partir dali só mimos por todos os lados. Não podia beber isso, não podia comer aquilo, não era apropriado fazer aquilo outro. Comidinha da mamãe. Sopinha da sogra. Os desejos suspeitos de comer chocolate, sorvete e milk shake em todas as tardes de sábado. Só desejo bom!
Quando se está grávida a sensação é de que você se torna um patrimônio nacional, despertando curiosidade, cumplicidade, simpatia e solidariedade.... Todos, sem exceção, se preocupam com seu conforto e o seu bem estar. Até o motorista do ônibus se sente no direito de te “convidar” a entrar pela porta da frente . É tão gentil que você acaba obedecendo e nem questiona o fato da barriga ainda ser pequena.
A barriga já fazia tanto parte de mim, quanto os demais membros, e eu já não conseguia me ver longe dela. Sentimento confuso porque eu queria muito vê-lo, tocá-lo, conhecer seu rostinho, sua cabeleira negra e enrolada (?), porque era óbvio que ele seria a minha cópia! Rs – Ainda mais depois de descobrir que se tratava de um menino e não da menininha que todos apostavam. Aliás Arthur foi contra TODOS até nas simpatias infalíveis da Vó Mariquinha. Nas primeiras semanas era um tal de Mariana pra cá e pra lá que o danadinho se revoltou e mexeu a 1ª vez justo no dia que a Tia Rosana ensaiava comprar um tecido estampado para fazer-lhe um vestido. Menino de personalidade. Se defendeu muitíssimo bem!
Não era menina, não tinha minha vasta cabeleira negra encaracolada, aliás, de mim mesmo, somente a cor muito branca. De resto, cabelo das tias, carinha do pai e narizinho do Vô.
Por falar em avós, Arthur é um privilegiado. Fora os de sangue, Beraldo,Olympia, Maria (e Elizeu que do céu olha por nós) ainda foi adotado por outros:
Vó Belina e Vô/Dindo Paulo (porque não basta ser avô, também tem que batizar).
E os tios? Os de sangue são Beth, Berna e Sergio, mas têm ainda aqueles 347 “parentes” que Deus nos permitiu escolher através de nossos amigos, e que Arthur certamente reconhecerá e chamará de forma apropriada.
Alguém me disse certa vez que a personalidade doce e alegre do Arthur é reflexo do meio em que ele vive. É sim! Se Arthur é a criança encantadora que é, o mérito não é só meu e do Adriano, é de todos vocês também: queridos avós, tios, primos, amigos, todos que nos cercam. A vocês agradecemos pelas orações, pela ajuda e pela presença. E pedimos que nos ajudem a agradecer a Deus:
Pela sua vida!
Pela sua saúde!
Pelo seu encanto!
Pelo seu sorriso diário!
Por ter nos dado o privilégio de trazer ao mundo uma criança tão amada.
Porque Ele é o maior responsável por estarmos aqui hoje, celebrando a vida de nosso pequeno.
Obrigada!