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Lilypie Kids Birthday tickers

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Primeira vez em um jogo de futebol

Tá. Não foi num FLAxFLU e em nenhum outro jogo de times populares. Foi num jogo beneficente que aconteceu no Estádio Laranjão, do meu querido Nova Iguaçu. O Laranjão fica do ladinho da minha casa e por incrível que possa parecer eu nunca tinha ído lá dentro.
Foi um jogo beneficente promovido pelo Zinho (ex seleção brasileira, que é morador de Nova Iguaçu e agora é um dos diretores do clube de lá) contra os veteranos do Botafogo. Entre os amigos do Zinho estavam Bebeto e Junior Baiano. Entre os veteranos do Botafogo estavam Mauricio, Donizete e Gonçalves.
Não poderíamos escolher melhor ocasião. Dia fresco. Campo vazio, sem tumulto. Uma grande brincadeira.
Arthur curtiu. Na hora do gol do Nova Iguaçu ele comemorou junto com a gente. Enfm... Foi uma tarde muito gostosa tanto pra gente quanto pras crianças (minha cunhada também levou meus sobrinhos) e de quebra ajudamos a Apae já que a entrada era 1 kg de alimento não perecível.
Na falta da camisa laranja do Nova Iguaçu (nosso 2º time de coração, rsrs), lá fomos todos de Flamengo, 2º time (quiçá o 1º!) do Zinho, o anfitrião da festa.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Festa Junina na escola

Tô um cadinho atrasada, como sempre, pois a festa aconteceu na semana retrasada.
Mas ainda vale registrar aqui o quanto meu filho entra no clima em se tratando de eventos escolares.
Ele já vinha ensaiando conosco (eu, pai, avós, tias) a coreografia que iria dançar:
"Anarriê, anarriê
Tem rojão pra todo lado e eu no escurinho com você
Anarriê, anarriê
Morena tome cuidado que seu pai não pode ver..."
e pelo que eu entendia nos ensaios dessa vez ele dançaria com um par, o que já achei fofo.
Aí na última semana antes da festa ele começou a ensaiar outra música:
"Alô galera bate a mão e bate o pé,
e bate o pé
e bate o pé..."
E eu achei estranho mudarem a coreografia de um dia para outro, mas enfim... algo deve ter acontecido, pensei.
Minha mãe fez a camisa nova na quinta feira e no sábado pela manhã eu remendei as calças e fiz uma gravata, imaginando qté que ele não fosse querer usar, porque ele não gosta de acessórios, inclusive chapéu.
Na hora de arrumá-lo eu toda no disfarce para colocar a gravata e quando ele percebeu, ao invés de encrencar até se posicionou melhor e bastou o pai perguntar pelo chapéu (que eu nem tinha tirado do armário) que ele imediatamente colocou na cabeça. #vaientender  
Só não quis deixar pintar, mas aí também já é querer demais né?
Chegamos lá e, como sempre, ele super bem recebido por toda a equipe. Alguns que eu nem conhecia ainda.
Na primeira parada vem uma profesora de outra turma: "Arthur! Você chegou!" e se virou pra mim: "Mãe, vou pegar ele emprestado hoje, tá?"
E aí me explicaram. Além de dançar na turma dele, ele também foi "escalado" para dançar com o Jardim I, por falta de menino na turma de lá. Estava explicado o ensaio de última hora. rs
Esse ano a escola caprichou na escolha do local da festa, então tinha muito espaço e até parquinho pra eles curtirem antes das apresentações. Além disso, ele brincou de tudo que havia disponível: pescaria, boca do palhaço, desafio e ganhou muitos brindes.
[Na pescaria]
 [Na boca do palhaço]
 [No desafio]
 [Brincando]
 [Fazendo pose para foto]
 [Óia Nóis!]
 [Com as amigas de turma]
Todas as fotos aqui.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Soltando pipa

No último final de semana Arthur aprendeu a curtir pipa.
Influenciado pelo primo Cauã, a onda do momento é ficar no quintal da Vó Quinha procurando pipas presas nas árvores.
O primo achou uma pipa. Velha. Rasgada. Sem rabiola. E ele veio me pedir uma também.
Sem saber o que responder, o máximo que fiz: "Liga pro seu pai e pede pra ele comprar".
Ele pegou meu celular como quem diz: "Liga aí que eu falo". Acatei.
O pai atendeu e ele falou: "Papai... pipa Cauã... compra pra mim?"
E então o pai trouxe uma pipa para Arthur e outra igual para o Cauã, com linha e rabiola. Completinhas.
Tá... e vai soltar aonde? A pipa ficou lá o resto do sábado, enfeitando a mesa da sala de jantar.
No domingo o pai saiu pra fazer um trabalho e lá fui eu, improvisar um "soltar pipa" no minúsculo quintal que temos, entre a piscina e a garagem da sogra.
E deu certo.
Os poucos centímetros de linha que soltei foram suficientes para a pipar voar sobre sua cabeça e ele morrer de rir. Ele corria e a a pipa voava...
Foi revigorante curtir com ele mais essa emoção...
É molequinho virando menino grande.
E o pai já prometeu que vai soltar pipa de verdade com ele no próximo final de semana.  

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Curtinhas

Ontem estávamos deitados, curtindo a preguiça de quem acaba de chegar do trabalho/natação.
E então ele me mostrou um ralado minúsculo na perna que aconteceu no último final de semana e já está até seco... "machucado mamãe... colocar "baneide"!"  
Baneide... Baneide... levei alguns segundos para entender que na verdade ele queria dizer: band-aid.
E então incentivei o diálogo e continuei: "Puxa... é mesmo, tá machucado... mas onde tem band-aid pra gente colocar?"
E ele: "Está lá! Do outro lado!" apontando para o quarto dele, que é onde fica o band-aid, no seu armário.
Levantei e fui com ele, pegamos o band-aid e colocamos no "enorme" ferimento.
Ele todo orgulhoso e cheio de cuidado com o joelho (passou até a mancar... rs) foi direto mostrar pro pai: "Machucô, pai... botô baneide pra ficar bom..." 
Só para registro, até ontem ele tinha total aversão à band-aid. Quando precisa tomar sangue não é da injeção que ele chora, é do band-aid...
Enfim... vá entender...
***
E também ontem, eu perguntei (como sempre pergunto e nunca tenho resposta) o que ele fez na escola.
Ele continou sem dar a resposta.
Mudei a pergunta: "Mas o que a tia Adriana ensinou? Qual foi a letrinha que ela ensinou?"
E então como que num estalo ele me respondeu:
"G! G de gelatina!" 
***
É meu menino se desenvolvendo de forma galopante.
Cada dia uma pequena novidade. 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Toddynho

Desde o início do tratamento com a Kenia, quando ela sugeriu que tirássemos a mamadeira pois isso era um fator que influenciava no atraso da fala, Arthur deixou de tomar leite.
Ele simplesmente não associava que leite poderia ser bebido em copo. Não aceitava e pronto.
Tentei canudo, copo com válvula, sem válvula e nada. Sem sucesso.
Tentei mingau de cremogema, de farinha láctea, leite com nescau, com nesquick, com mucilon, puro... e nada.
E então veio o desespero, porque na idade dele o leite é importante e ele simplesmente não queria tomar.
Também não podia voltar com a mamadeira, seria retroceder nas etapas e ela já tinha sido condenada pela fonoaudióloga.
Então a pediatra sugeriu que usássemos suplementos alimentares no suco de soja, a única coisa que ele passou a aceitar em substituição à mamadeira e que substituíssemos o leite pelos seus derivados: iogurtes, queijos etc.
Mas aí veio o problema com as taxas de triglicerídeos e os iogurtes foram limitados, os bolos idem. Tudo que levava leite naquele momento parecia ser prejudicial às taxas.
Enfim.
As taxas se normalizaram, ele voltou a comer os derivados do leite, mas ainda assim o fato de "não tomar o leite" me incomodava. Até que fomos no aniversário do Gabriel e a Tati deu de brinde uma lancheira que entre outras coisas vinha uma caixinha de toddynho. Tudo o que é diferente atrai, né? E óbvio que ele quis experimentar. E gostou. E chegou no mercado na semana seguinte e despejou algumas caixinhas no carrinho. O estoque acabou e eu resolvi arriscar em comprar o pó ao invés de comprar a caixinha pronta, e na manhã seguinte ofereci no lugar do suco. O copo de leite + o toddynho + o suplemento e então fez-se o milagre! Ele aceitou! E tomou tudo! E agora faz festa toda manhã porque "tá na hora do toddynho"! 
Vai entender cabeça de criança, né? Eu havia oferecido no passado, cheguei a brigar para ele aceitar e era como se eu estivesse oferecendo um copo de boldo...
Agora só resta saber da pediatra se também posso dar a noite, antes dele domir. 

    

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Das coisas que emocionam...

Ontem minha mãe amanheceu com crise renal. Como nem eu e nem Adriano sabíamos que desde o dia anterior ela já vinha sentindo dores leve, Adriano acabou levando Arthur de manhã para a casa dela, como já faz habitualmente.
Quando Adriano passou para levá-lo para a escola, no mesmo carreto a levou pro PS e foi quando ela contou pra ele, o que também me contou no final do dia. 
Que na cozinha falou pro Arthur: "Meu amor, vovó tá dodói..."
Que ele a abraçou bem forte ali mesmo na cozinha, depois a pegou pela mão, a levou em direção ao sofá e disse: "Deita vovó"...
Que ela deitou e ele deitou sobre a barriga dela.
Que fez carinho na sua barriga e foi falando: "Fica boa, tá vovó? Fica boa..."
Minha mãe disse que chorou de emoção... E eu também, quando ouvi.
Não é um fofo?

Em tempo, Quinha foi medicada e passa bem. E recebeu orientação de procurar um urologista o mais breve possível. E na falta de ter com quem ficar, Arthur hoje também ficou com ela. Espero que tome conta da vó de novo. rs

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Sobre a escola e sobre a fono.

Ainda na festa do dia das mães, eu perguntei Tia Adriana como andava a interação do menino.
Ela disse que vê melhoras, de forma tímida mas vê.
Que ele ainda não chama o amigo pra brincadeira, mas sempre que ela intervém, a interação acontece.
Que algumas coisas ela não entende:
- que quando a música está envolvida ele interage melhor.
- que ele às vezes ri do nada.
- que ele não tem obedecido a nova auxiliar.
- que ele tem essa "inteligência" acima do normal.
E na festa da escola eu pude presenciar que de fato o relacionamento dele com as crianças da escola é totalmente diferente do que eu vejo em casa.
É como se ele não se interessasse por aquelas crianças... como se todos eles já tenham seus próprios grupinhos e ele fique excluído, me entendem? Óbvio que não é proposital, eles são muito pequeninos para isso. E de repente nem são eles que excluem o Arthur. Pode ser o inverso também e eu não saiba identificar... Enfim... É algo que de fato eu não entendo. Porque chega na minha mãe e ele corre atrás do primo Cauã. Se ele não está, Arthur pergunta por ele. E brincam com o avião que o primo faz para os dois. E pintam desenhos juntos. E constroem cabana na beliche do quarto do meu irmão. E se escondem dos adultos e morrem de rir quando a gente os acha. E brincam os dois de pique esconde. De pique pega.
Com a prima menor, Hellen, a mesma coisa. Dia desses estavam se agarrando, brincando de dar susto um no outro. Ambos morrendo de rir. E eu rindo e chorando também. De alívio. Por achar linda a amizade deles. Por outro lado confusa. Não deveria ser assim também com os amigos da escola que ele tem até mais contato? Vai entender...
Ano que vem ele vai para o 1º ano, ano de alfabetização. Sinceramente tenho pensado seriamente se já não é a hora de experimentar novos ares. Novos amigos. Sei lá! De repente começando do zero com uma turminha nova aumenta a chance dele de fazer amigos. Alguém uma vez me falou dele já estar num círculo vicioso. Dele já ter sido rotulado pelos próprios amiguinhos: "aquele ali é o Arthur, o menino que não gosta de brincar com a gente..." mais uma vez repetindo: é óbvio que eu sei que não é de propósito. Que uma criança de 5 anos não vai criar esse tipo de estereótipo... 
Mas aí vem o medo. Medo de tirá-lo de um lugar que ele já tem segurança, onde ele já é conhecido para um lugar novo. E pior, que nada mude. Ou pior, que tudo piore. Aff! Muitos questionamentos....     
E então na última consulta a fono perguntou para o Adriano como andavam as coisas na escola. Como é muito complicado para a gente explicar o que a gente não presencia ou não consegue entender, eu acho que ela optou por ela mesma ligar, pois na terça feira a secretária dela me ligou pedindo o número da escola. Por enquanto ninguém falou nada.
Hoje tem consulta e Adriano está levando a última avaliação bimestral e alguns vídeos para ela dar uma olhada. Provavelmente ela deve falar se ligou (ou vai ligar) para a escola e o desmembramento do assunto.
E eu de antemão já vou pedir Adriano que agende um papo com ela, porque eu acho que só ela mesmo vai me dar as respostas que preciso. 

segunda-feira, 16 de maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Páscoa... Dia das Mães

Então...
Seguindo a ordem de acontecimentos, aproveitamos a Semana Santa e viajamos para a Região dos Lagos.
O propósito era me desligar (um cadinho) do trabalho e até teria dado certo se eu não tivesse levado na minha bagagem, além de roupas e biquines, tesoura, moldes e feltros para eu continuar produzindo os Srs. e Sras. Cabeças de Batata. Adiantei um bocado e eles voltaram relaxados e bronzeados como eu. rs
A manhã do domingo de Páscoa foi animada e coelhinho foi até lá nos visitar. Generoso que só, deixou 3 ovos para o Arthur!
Em casa ele também passou e quando chegamos à noite, exaustos com a viagem de 5 horas (bendito engarrafamento!) mais um batalhão de chocolate nos esperava.
O saldo? Dois potes imensos com pedaços dos ovos que quebrei e mais um baleiro lotado de bombom.
Bom receber visitas nessa época que não resistem e devoram o pote antes de você. Eu adoro! Todos engordando no meu lugar... rs
Após o final de semana de relax quase total, uma semana pauleira para ninguém botar defeito. Saindo de casa às 05:40, trabalhando até às 16:30h, indo pra casa da sócia fazer Batata até às 22:00, seguindo pra casa pra fazer os IR dos que deixaram pra última hora e indo dormir depois das 00:00 com o relógio agendado para despertar novamente no mesmo horário no dia seguinte. E desses cinco dias punks, dois ou três eu nem vi meu filhote acordado. De doer na alma. A parte ruim, negra, de acabar com o humor de qualquer um. Mas foi escolha minha né? É para o nosso bem ($$), financeiramente falando.
A parte boa? Cumprir o prazo! Terminar! Saber que o Atelier será visto em dois novos estados e meu esforço vai trazer alegria a pelo menos 100 crianças.
Depois disso, três dias de folga. Pra chegar em casa sem compromisso com nada. Só pra agarrar muito moleque magrelo que, segundo minha cunhada, é outra criança perto de mim. É feliz. É falante. Tem bom humor. E o coração aperta mais um cadinho pela semana que mal acabou e eu prometo tentar fazer diferente na próxima grande encomenda... Antes de respeitar o tempo alheio é preciso respeitar o meu. Tem coisas que não há dinheiro que pague... mas enfim... há de se achar um meio termo.
Partimos para o Dia das Mães. Arthur aplicado que só já ensaiava aos quatro cantos da casa a coreografia que dançaria na esola. Como que uma afronta pelos dias em que ele foi dormir se me ver, ele cantarolava: "Não dá, não dá, pra ficar, pra ficar, sem te veeeeeeeer... sou 100% você!" #miemociono
E lá fomos nós para uma sexta feira super animada no pátio da escola onde eu descobri que tenho um chicleteiro embaixo das minhas asas e mais uma vez meu coração bateu "orgulho - tun - nun - nun"
100% você
Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê...
Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê...
Um céu sem estrelas
Uma praia sem mar
Amor sem carinho
Romance sem par
Carnaval sem festa
Um jardim sem flor
É assim que eu me sinto
Longe do seu amor...
Como enganar o coração
Tão ligado nesse amor
Como viver a minha vida
Sem teu jeito sedutor
Não dá mais prá segurar
Tô viciado em você...
Não dá...Não dá...
Prá ficar
Prá ficar
Sem te ver
Já estou ficando louco
Não dá...Não dá...
Prá ficar
Prá ficar
Sem te ver
Sou 100% você!
Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê...
Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê Lê...
Estrada sem rumo
Saudade sem dor
TV sem novela
Arco-íris sem cor
Chiclete sem Nana
Verão sem calor
É assim que eu me sinto
Longe do seu amor...
Como enganar o coração
Tão ligado nesse amor
Como viver a minha vida
Sem teu jeito sedutor
Não dá mais prá segurar
Tô viciado em você...
    
Gente, essa música foi de propósito... Só pode ter sido.
 Ele cantava e dançava me olhando como se estivesse dizendo "tá entendendo né, mamãe? que isso nunca mais se repita!". E pulava feliz da vida porque sabia que eu entenderia o recado!   

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Voltarei a ativa, juro!

Acho que nunca fiquei um mês inteiro sem postar...
E hoje ainda não será definitivo.
Voltei de férias e isso aqui estava uma loucura... Todos os IRs que faço estavam acumulados e como se não bastasse o atelier está bombando (Thanks God!). Acho que alguém anda nos patrocinando no google porque de março para cá é taaaanta gente mandando orçamentos e fechando pedidos que tenho me sentido mergulhada num oceano de coisas para fazer, tendo que voltar a deriva por muito pouco tempo para pegar fôlego e voltar de novo.
Se eu estou reclamando? Óbvio que não! Eu tô amando loucamente participar da realização de sonhos. Porque os últimos projetos deixaram de ser apenas caixas individuais. A gente começou a fazer parte na montagem de festas com lembranças e a parte gráfica da festa e nossos produtos estão saindo das nossas vistas e alçando vôos mais longos. Já foram para a Região Serrana, para Lauro de Freitas/BA, seguirão na próxima semana para Sampa e estamos em negociação com uma encomenda que irá para Manaus!
Quando sobra um tempinho (ou melhor, quando eu me obrigo a parar) é para pegar molequinho e me desligar do mundo digital. E é o que farei hoje quando sair daqui. Aproveitaremos o feriado para curtir o sol de Cabo Frio.
Então é isso.
Eu volto direito assim que der...
Para não dizer que não falei do Arthur, as últimas são:
- Adora ouvir estórias e as repete 1457 vezes depois.
- Dia desses veio da escola com a brincadeira: "Meus pintinhos venham cá... tenho medo da raposa... a raposa já morreu... é mentira da senhora... (até chegar a hora do) querem milho???... SIM!!!!!!!!! para correr na nossa direção e nos dar um abraço bem forte.
- E, para fechar, a última mania que a vovó Olympia colocou: após o jantar, uma colherzinha de "leite começado" nome carinhoso que ele deu para o leite condensado, rsrsrs
Feliz Páscoa para vocês!