,
Lilypie Kids Birthday tickers

quinta-feira, 26 de março de 2009

A dois passos do paraíso

Na quinta feira-passada minha cunhada ligou perguntando se queríamos curtir o final de semana em Cabo Frio. Um amigo ofereceu o apartamento e ela não queria ir sozinha.
Oportunidade rara de curtir um final de semana relax, então... como negar? Fomos, né? Óbvio!
O tempo não colaborou muito, no domingo até choveu. Mas quer saber? Pra que sol quando temos 05 crianças que pouco se importam com a cor do céu? De noite até banho de piscina tomaram... E curtiram, viu? Nossa!
Além do banho de piscina...

Que a Hellen também curtiu...

Correram no parque... Arthur, por exemplo, não sabia o que fazer com tanto espaço.

Fomos ao "deck" que já existe em Cabo Frio há anos e ainda não conhecíamos. Ar puro e paisagens lindas... de tirar o fôlego!

Paisagem tão linda que Arthur se recusava a olhar para a câmera...

Explorou o barco do pescador...

Por vezes precisou de carona, tamanho cansaço...

Pegaram peixinho na praia (que a correnteza trouxe pra beira d'água), pularam onda, cataram conchinhas...

Enfim... Final de semana único! Tem mais fotos aqui.

terça-feira, 24 de março de 2009

Para que servem os amigos?

Tô tão aliviada...
Por Deus!
A gente cria blog no intuito de registrar momentos... pelo menos no meu caso é assim.
Tanto que nunca cobrei comentário de ninguém. Claro que a-d-o-r-o ver a caixinha cheia de comentários, mas quando não acontece não me descabelo não! Porque o intuito do blog é realmente guardar para o Arthur um tesouro, o passo-a-passo de sua infância.
Penso em daqui a uns 20 anos, ele abrindo esse blog, descobrindo tudo o que viveu - ou melhor, o que vivemos. Não vai ser fantástico?
Pois então.
Aí eu faço uso desse mesmo espaço e peço ajuda. De forma humilde. Sem qualquer pretensão de que fosse receber o tanto que recebi.
Foram 02 emails e mais 06 comentários por aqui. 08 carinhos. 08 formas de ajuda. De gente querida, sempre presente ou que há muito não comentava, de gente que nunca apareceu antes. E não foi só aquele comment "Oi. Passei por aqui. Bj, Tchau!" Foram comentários fantásticos. Dicas preciosas. De se imprimir e colocar na cabeceira para consultas futuras...
Enfim. Só tenho a agradecer. A Simone (do Renan), a Melissa (do outro Renan), a Claudia (da Luiza), a Karla (da Cath), a Karim (do Leo), a Luciana (do Gabriel), a Elisa (do Pedro Henrique e da Sofia), a minha xará Sandra (do Marcos)... Vocês não têm noção do quanto é reconfortante saber que não sou a única a passar por isso! :) E vou sim (pelo menos tentar), usar as dicas de cada uma...
Ah sim... vou repetir... eu não ligo para a quantidade de comentários, mas eles são muuuuuuito bem vindos, sempre!

segunda-feira, 16 de março de 2009

A difícil arte de educar

Como mãe não sou melhor nem pior do que as outras... sou igual a todas!
Acerto, erro, aprendo... e tento a cada dia desvendar os mistérios que rondam a maternidade... querendo sempre melhorar, claro...
Confesso que ultimamente ando me questionando no que está faltando em mim pra conseguir dar andamento em algumas questões importantes no desenvolvimento do Arthur.
Não consigo desfraldá-lo;
Não consigo tirá-lo da mamadeira;
Não consigo fazê-lo falar;
Não consigo tirá-lo do berço (tudo bem que ainda nem comprei sua cama...);
Nada do que me proponho a fazer para o desenvolvimento dele vai adiante.
Eu vou seguindo o mantra... cada coisa no seu tempo... cada criança tem um ritmo... no momento certo ele vai fazer isso ou aquilo...
E vou esperando...
Eu assumo mesmo que deixo a responsabilidade do desfralde mais por conta da escola, já que é lá que ele passa a maior parte do tempo. Mas o que eu faço no domingo com relação a isso? Quase nada! Não houve um domingo sequer que eu tenha deixado ele só de cuecas o dia inteiro e ficasse controlando o seu xixi. O máximo que faço é sentá-lo no vaso (com redutor) e incentivá-lo a fazer o nº 1. Espero, espero, converso com ele e... nada. Ele não faz! Então eu desisto e coloco a fralda. E ponto para ele!
No sábado eu cheguei a ver um penico lindo, super colorido, mas acabei não comprando. Entre o "será que vai usar?" "e se não der certo?" optei por deixar o troninho lá na loja mesmo. Se eu tivesse certeza que ele usaria, pagaria os R$40,00 numa boa, agora comprar e ter mais um treco espalhado pela casa sem uso... fala sério!
E a mamadeira? Por umas duas (ou três vezes no máximo) eu coloquei seu leite noturno no copo com tampa (e com válvula - para não fazer lambança na cama). Ele não aceitou. Nem esperando ele ser vencido pela fome. Nem assim. Ele enrolou, enrolou. Troquei pelo copo de canudo, pelo copo puro, insisti, tentei dar de colher e... nada. Ele não aceita seu leite em nada que não seja a mamadeira. E dá uma dó, sabe? Porque ele usa mesmo a dita cuja como consolo para dormir (já que não pegou chupeta - e eu não fiz a mínima questão), mas ele já está com três anos e eu me pergunto se já não passou da hora de fazer a transição...
Assim como já passou da hora dele estar falando.
Tá bom. Eu entendo o problema da adenóide; que ele SÓ não fala, mas entende e reconhece tudo; que ele é muito inteligente pra idade dele, inclusive fazendo coisas que são da faixa etária acima da dele; eu entendo isso tudo! Mas não posso deixar de reconhecer que boa parte da falta da fala dele se chama mesmo PREGUIÇA (ou timidez - ainda estou tentando decifrar!)
Ele não é como as outras crianças, que falam por meio da repetição. Muito pelo contrário. Ele reconhece o objeto (ou a pessoa), e até pode falar por conta própria o que é... mas se a gente perguntar: "O que é isso, filho?" ele se cala! E é assim na maioria das vezes. Agora me digam... como vou incentivá-lo a falar sem perguntar para ele o que é? O fato é que eu não sei explorar toda a inteligência que ele tem...
Nesse ponto a lousa mágica é um enorme adianto. Ali a gente desenha e ele nomeia. Simples assim. E é na lousa que ele "lê" as vogais, os números de 1 a 10 e agora a novidade, as letras de seu nome.
Tá certo que a cada dia ele fala uma coisa nova, ontem mesmo ele soltava um "tchau vião!" sempre que uma aeronave cruzava o céu. E eu reconheço que é só uma questão de tempo, que ele não vai ficar "mudo" por muito mais tempo. Mas ando muito ansiosa com relação a isso e reconheço que estando assim posso atrapalhar todo esse processo de aprendizado.
Na semana passada por exemplo ele veio ao meu encontro na cozinha com seu copo vazio. Pegou minha mão e levou pra geladeira. Eu sabia que ele queria água mas me fiz de desentendida, para forçar que ele falasse "água" já que isso eu tenho certeza que ele sabe falar. Mas não falou. E eu não dei a água. Insisti com ele: "O que você quer? Fala pra mamãe..." Peguei a garrafa d'água, sentei-me no chão com ele e forcei a barra: "Mamãe só vai dar se você pedir... fala pra mamãe: á..." e não completava a frase na (vã) tentativa de que ele completasse. Ele chorou. Chorou. Chorou. E falar "água" que era bom, nada! Cunhada desceu achando que ele tivesse caído. Sogra desceu também. E eu fui firme e não dei. Então ele jogou o copo longe (de pirraça) e meus nervos (que já estavam à flor da pele) fizeram com que eu o fizesse catar o copo no chão da cozinha. Nova guerra (agora para pegar o copo) e cunhada encheu o copo de água para dar-lhe. Eu não deixei. Perdi meu foco, óbvio. Levei pro banheiro pra tentar acalmá-lo e como ele ficou mais nervoso não vi saída a não ser dar a bendita água (ainda que ele não tivesse falado). E estava com muita sede o meu pequeno, tomou o copo cheio. Depois sim, dei o banho e já sozinha com ele conversei, expliquei e espero (do fundo do meu coração) que ele tenha entendido que eu só queria o bem dele. Mãe sofre, viu? Como dormi mal por causa disso...
E eu falei da pirraça né? É que ele está nessa fase de pegar as coisa e jogá-las longe. Não conheço outra forma de corrigir que não seja brigar com ele e fazê-lo pegar de volta. Ainda que eu tenha que pegá-lo nas mãos, levar até o objeto e falar: "Pega!" (mesmo que tenha que repetir a palavra mágica algumas vezes...). E ele pega. Mas continua fazendo... e assim seguimos no mantra: "ele lança o objeto, eu brigo, faço pegá-lo de volta, e ele pega..."
Deus queira que não chegue a fase de se jogar no chão... Não vou aguentar... :(
E para finalizar, agora deu para acordar de noite e querer ir pra nossa cama (coisa que nunca aconteceu antes). Não sei se pelo calor e pelo fato de nosso quarto ser mais fresco. Não sei se por medo de estar sozinho. Não sei se simplesmente porque sabe que estamos em dois em um quarto e ele sozinho no outro. O fato é que ainda não encontramos outra alternativa senão levá-lo pro nosso quarto, esperá-lo se entregar aos braços de Morfeu e devolvê-lo ao seu berço. E isso nos leva a outra dúvida, tirá-lo do berço e fazer sua estréia numa caminha linda! Tá bom... Aí tiramos ele do berço e ao invés dele dormir na SUA cama, vai fugir toda hora para a NOSSA... hahahaha - Idéia adiada até que ele volte a dormir a noite inteira, sem interrupções!
Quem tiver dicas para os itens acima que têm me tirado justas horas de sono, pleeeeeease, não deixem de me dar: sandrilima@ig.com.br
Agradecimentos dessa mãe que vos fala!

"T" de tatu

Arthur tem verdadeira paixão pela lousa mágica dele. Adora rabiscar, assim como adora que a gente desenhe para ele.
No Dia das Crianças do ano passado ele ganhou uma do padrinho que além da caneta veio com três carimbos em formato de coração, círculo e triângulo. Ocorre que a caneta sumiu e ele passou a nos pedir para desenhar com algum dos carimbos. E então, cansada de tentar, em vão, desenhar pipas, carros e afins com aqueles carimbos, resolvi comprar uma lousa nova e amarrar aquela caneta para que ele não me peça mais o que é impossível.
Assim que pegou na caneta abriu logo aquele largo sorriso, e imediatamente se colocou a rabiscar. Óbvio que nos pediu os desenhos de praxe e em determinado momento aquilo se tornou meio básico para ele. Então Adriano passou a escrever. Primeiro de 1 a 10. Depois as vogais. E como isso ele também tem tirado de letra, Adriano partiu para as consoantes. E então ele se recusou a falar. Adriano desistiu. Então criancinha voltou pra mim. Escrevi a letra "t" e eu juro que não teria acreditado no que ouvi se não tivesse minha sogra e a Beth como testemunhas.
- Arthur, que letra é essa?
- "T" de tatu.
Beth agarrou e beijou. Sogra aplaudiu. E eu tentava pegar meu queixo que estava no chão. :)
E ele não repetiu o que disse, óbvio. Mas segundo o pai, naquele mesmo dia a tia Ju havia comentado alguma coisa sobre o fato dele estar formando palavrinhas com umas placas (ou blocos) de letras e desenhos. Sem detalhes, porque Adriano é péssimo nisso. E eu quase matei ele! "Como assim, formando palavras?????? E você não pede detalhes?????" Aff!
E então ontem, num momento todomundojunto em volta da piscina, coloquei novamente a letra "T" na lousa, e o que saiu foi:
- "T" de Arthur.
Eu acho que ele está associando as letras de seu nome já que na escola as cadeiras são identificadas, e então quando escrevemos o seu nome na lousa ele nomeia inclusive a letra "h". Não é fofo?

Vídeos do Carnaval

Eu tinha me esquecido desses videozinhos que fiz no Carnaval.
O primeiro mostra como ele curtiu todo o espaço que havia para ele;
O segundo foi uma das 427 abordagens que ele fez à carrocinha do Kai Bem.

sexta-feira, 6 de março de 2009

O Carnaval

Esse ano tivemos um Carnaval atípico, com alguns contratempos, infelizmente. Mais ainda assim, com certeza, o mais curtido pelo Arthur.
Primeiro que chegamos na sexta-feira com uma criança cheia de abcessos espalhados pelo corpo. O das costas, inclusive, só estourou durante a ida. Nem sei como ele não reclamou na viagem...
Os outros ainda vasaram no primeiro dia lá, mas no sábado, primeiro dia em que fomos a praia, eles já estavam bem sequinhos. Bem que a Dra. Mônica falou.
A princípio fiquei com medo da água de sal em contato com a pele, mas não sei como pode, ele não sentiu nada. A princípio ele ficou desconfiado foi com a areia. Não queria sair do meu colo por nada. Se agarrava no meu pescoço e levantava bem os pés para evitar o contato com a dita cuja. Não sei pra quê tanto doce se no minuto seguinte ele já tinha areia até na cabeça... rs
No domingo ele já reconhecia o caminho para a praia. Ia na minha frente pela calçada como se fosse um menininho de 07 anos, totalmente independente.

Foi também no domingo que outro contratempo aconteceu. Mariquinha (leia-se: minha mãe) voltou na casa pois se lembrou que foi pra praia sem tomar os remédios. E passa o tempo, e passa o tempo, e nada. Uma hora depois (é muito tempo levando-se em consideração que estamos a dois minutos da praia) chega ela com a Beth, que me conta que ela foi atingida por uma moto enquanto atravessava na faixa de pedestres. Nada grave, tirando o enorme hematoma na bunda, mas que me deixou nervosa, principalmente quando soube que todos que estavam na praia ficaram sabendo, inclusive meu marido, mas que não me contaram para não me preocupar (Como?). Por acaso estou grávida, ou sou cardíaca, ou sou criança, ou qualquer coisa que não possa levar um susto? Marido sofreu as consequencias de ter me escondido algo que, segundo minha visão, diz respeito a mim. E depois de ter passado por chata para todos os presentes, quem ficou se sentindo mal fui eu, por não ter me colocado no lugar deles, já que a intenção deles era tão somente me proteger. Mas ainda assim continuei defendendo minha tese: Qualquer coisa com minha mãe ou meu filho eu TENHO que ser a primeira a saber. E tenho certeza que qualquer um vai pensar da mesma forma. Enfim. Depois que percebi que minha mãe começou a se sentir culpada, engoli a raiva e virei a página.

Melhor mesmo era curtir o dia lindo que Deus estava nos dando, e curtir com filhote toda aquela farra. E daquele mesmo jeito do ano passado, ele se sentava pertinho da gente, e num sopetão se levantava e partia rumo à água. E lá íamos atrás resgatar o fugitivo. Ou entrar na água junto com ele. Dependia de quem ia. Eu ou o pai. Nessa ordem.

Nunca fui chegada em ficar na água, gosto mesmo é de ficar no sol. Adriano detesta sol, gosta mesmo é da sombra. Arthur não gosta nem de um, nem de outro. Quer água. O tempo todo.

Na segunda-feira colocamos sua fantasia de Bambam. Ficou fofo. Engraçado como as pessoas gostam de ver criança fantasiada. Por uns ele foi chamado de Tarzan. Por outros de "filho do Barney". E até uma senhora disse: "aquele menininho loirinho dos Flinstones". Mas o que quero dizer é que por onde passava fazia sucesso, e o mesmo se repetiu na terça-feira, dessa vez na companhia dos primos, Bernardo e Hellen.

Acho que foi nesse dia que encontramos Tia Andrezza, no finalzinho da tarde, mas Arthur já não estava conosco, já que sua rotina era praia pela manhã, e soneca durante a tarde inteira (período em que voltávamos sozinhos para curtir a praia como gente grande, podendo sentar e relaxar). Deve ter sido lá pela quarta-feira que ele descobriu o Kai Bem. Na verdade ele já conhecia desde o ano passado, mas foi nesse ano que ele se tornou, segundo a madrinha dele, sócio da empresa. Bastava ouvir o chamado do vendedor "Olha o Kai Bem!!!" que ele ia atrás garantir o seu. Pelos meus cálculos ele deve ter chupado uns vinte "pedacinho do céu", nome do sabor (sempre) escolhido. Então ficou decidido que no próximo ano eu vou comprar uma carrocinha toda pra ele.... rs

A partir de quinta-feira era aquela praia linda, limpa, imensa e vazia... Arthur nem sabia o que fazer com tanto espaço sobrando... Sentar para brincar? Hahaha. Só por cinco minutos (e olhe lá!). Estou até agora tentando descobrir o porquê dele rejeitar tanto a sombrinha da barraca... Era levá-lo pra sombra e ele levantava e ia pro sol. Puxou a quem mesmo hein? :)

E ficou tão moreno o meu pequeno. A bunda tá tão branca!!!! Um gostoso!
E parece ter engordado mais um cadinho. Tá com o rostinho rechunchudo que só.



O outro contratempo que aconteceu foi meu marido ter inventado de futucar uma espinha que nasceu no seu queixo (ele jura que foi pêlo inflamado...). Limpou com água oxigenada. Tomou cataflan. Limpou com água oxigenada. Colocou azeite quente com farinha para puxar o que ainda nem existia. Resultado? Amanheceu na sexta-feira com o queixo do tamanho de uma bola de futebol. Tá. Podem cortar os excessos. Mas quem via, se assustava com o tanto que inchou. Então lá fomos nós para o PS, bem cedinho, para marido tomar uma benzetacil e ser orientado a fazer muuuuuuitas compressas de água quente. Ainda deu tempo de levar Arthur para a praia pela manhã, mas de tarde quem ficou de efermeira? Eu, claro. Ainda que estivesse P da vida do tanto que pedi pra ele não futucar...
Passou a sexta feira inteira entre compressas e novalgina para aliviar a dor que não cedia e no sábado pela manhã decidimos voltar ao PS para avaliação de outro médico, já que a benzetacil e as compressas pareciam não fazer efeito.
O outro médico plantonista, louco de pedra (é clínico mental, rs) foi excelente. Disse que benzetacil há muito tempo deixou de ter a eficácia de antigamente. Que só compressa quente não ia resolver, que o problema dele era tb de imunidade baixa, que o excesso de zelo pode ser prejudicial tb (quando dissemos que ele limpou com água oxigenada), e etc. etc. etc.
Passou Voltarem injetável para aliviar a dor, ibrupofeno para ministrar de 8 em 8 h, cefalexina (2 cps) de 12 em 12 h, e um medicamento para usar quando acabar a infecção para aumento de imunidade. Excelente. Aí lá foi ele para as mãos da enfermeira que aplicou a injeção e foi fazer a limpeza do local. Limpou com soro e, sem qualquer aviso, espremeu bem forte. Senti a dor por ele, coitado. Ou a dor que senti foi de sua mão apertando a minha. Coitado do meu marido. Tudo bem que no dia seguinte, domingo, ele já estava beeeem melhor... mas já era dia de voltar pra casa, infelizmente. Então para ele o Carnaval já tinha acabado... desde quinta-feira.
Ele ficava na casa se recuperando, enquanto eu me cansava levando Arthur pra praia. Sério! Como era cansativo ficar correndo atrás daquela criança... E ele, pra piorar, grudou em mim. Não aceitava ir na água com mais ninguém. Os únicos momentos de relax era enquanto chupava o Kai Bem, por incrível que possa parecer.


Também gostava de ler o que escrevíamos (ou desenhávamos) na areia. As vogais e os números de 1 a 10, ou simplesmente identificando desenhos. Um show de leitura! O que já não era surpresa para mim, mas que arrancava suspiros de quem ainda não o tinha visto contando de 1 a 10 ou repetindo as vogais de um lado pro outro, sem que ninguém pedisse.

Mas ele guardou surpresa para mim também. Certa noite alguém lhe deu um saquinho de confetes de chocolate cuja marca era disquete. De repente ele começou a soletrar d-i-s-q-u-e-t-e, sozinho, sem que ninguém pedisse. Juro que não acreditei, pois embora as tias da escolas já tivessem me dito que ele conhece o alfabeto todo, eu achei que houvesse ali um certo exagero... Exagero nenhum... Ele conhece sim! E só eu e o pai fomos testemunhas. Depois que coloquei meu queixo no lugar e tentei que ele soletrasse de novo, humpf! Quem disse que ele obedeceu?????


Que mais, que mais?
  • Arthur assistiu, pela primeira vez, uma apresentação de marionetes. Ficou atento do início ao fim, alterando momentos de concentração com altas gargalhadas. Difícil foi tirá-lo da frente dos bonecos.
  • Rô (gravidinha do Davi) e Alê nos fizeram companhia na praia do início ao fim da semana e foi ótimo estar na companhia deles também.
  • Foi a estréia da Hellen na praia.

  • Tomei muito açaí (que amo, mas não consigo achar aqui tão bom quanto o de lá!).
  • E consegui ficar morena!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Antes de ir...

Antes de ir eu precisava vir aqui para atualizar...
Na quarta-feira, quando Arthur veio da escola, eu fiquei assustada com o tamanho dos abcessos. Acho que a pomada ajudou no processo de desenvolvimento deles, e ao que parecia no dia seguinte estariam prontos para a "expulsão". Achei melhor dar uma ligada para a pediatra e quando eu disse que no dia seguinte ele tinha consulta marcada com ela, ela preferiu olhar antes de receitar qualquer antibiótico.
Ele não dormiu bem. Acordou três vezes reclamando de dor.
Ontem, quinta-feira, eles amanheceram enormes e maduros, mas não quis espremer, até para que ela visse o estado deles. Liguei pela manhã para tentar um encaixe (a consulta dele era só na parte da tarde) mas já havia 07 crianças aguardando atendimento.
Então como ele estava bem, brincando, achei melhor mandá-lo pra escola, para que ele pudesse curtir o baile de carnaval e sua fantasia de bambam. Enquanto isso fui resolver mil coisas no centro da cidade.
Por volta de 15:30h me ligaram da escola para dizer que os abcessos estouraram, que ele estava choroso e que parecia sentir dor. Foi só o tempo de tomar meu banho e chegar até lá, e de lá partimos pra pediatra.
Como Deus é muito bom, chegamos lá e não havia ninguém para ser atendido. Então ele logo entrou na sala e Dra. Mônica o examinou.
Disse o que eu já sabia: Alguma picada de inseto infeccionou, e se transformou no abcesso, ou melhor, nos abcessos. Só não soube me responder o motivo de ter aparecido justamente no mesmo lugar do ano passado. Para piorar, pela manhã apareceu um nas costas também, um pouco acima do bumbum, exatamente onde bate a fralda.
Então ela receitou antibiótico Ceclor 250 mg, para dar 3,5 ml (8 em 8 h) por 7 dias e mais 4,5 ml (12 em 12h) por mais 7 dias. Passou sabonete Dersab e a pomada supirocin que já estamos usando nele.
Disse que quando acabar o tratamento vai tentar investigar a causa.
Com relação a praia e meu questionamento se não seria prejudicial levá-lo, ela me surpreendeu. Disse que muito pelo contrário, que ela quer mesmo que ele fique em lugar arejado, com muito sol e que problemático seria se eu dissesse que o levaria para local frio e úmido. Reduziu seu fator de proteção de 60 para 50 e só alertou que ele pode vir a ter diarréia (e para isso até já me deu o medicamento para usar, caso precise). Do mais, receitou muita água de coco e muito banho de mar. Ueba!
Ah, sim! Suas medidas! Pesou 11.990g (engordou 890 g) e mediu 91,5 cm (cresceu 2 cm!)
Como cresce o meu menino!
Hoje não teve aula, então pela manhã ele viu seus DVDs, me ajudou a separar os brinquedos que vão para a viagem (separados entre os de dentro de casa e os de praia), e ficou bem, ainda que esteja andando como um robozinho.
Os abcessos já vazaram por duas vezes. Então dei banho, sequei, espremi de leve só para sair a secreção (nada de tirar sangue!) e passei a pomada.
Agora ele está ali dormindo. É a minha hora de arrumar as 4725 malas que ainda faltam...
Para vocês que ficam do outro lado da telinha, um ótimo feriado!
Prometo voltar dia 02 com muitas fotos!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

De férias!

Não o Arthur, eu mesma! Desde semana passada.
Dias em que tirei para não fazer nada e tudo ao mesmo tempo. Arrumar gavetas, armários, limpar o lixo do computador. E bater muita perna, buscar Arthur na escola TODOS os dias (tarefa que eu adoro!), e tirar pelo menos um dia para ficar de pernas pro ar!
Isso até a próxima quinta, já que sexta bem cedinho partimos pro paraíso, onde ficaremos exatos 10 dias na beira da praia, tomando muita água de coco. Onde? Cabo Frio. Parada certa em todo carnaval.
Enquanto fazemos a contagem regressiva, estou aqui na correria dos preparos, do fazer tudo ao mesmo tempo, do "comprar itens que não podem faltar" para uma viagem com um menininho de três anos.
E por falar em menininho de três anos... parece que ele entrou realmente no espírito molequinho. Gente... ele está demais! Impossível! Arteiro! Com um gás que só acaba na hora que dorme.
Sábado passado, no dia da Reunião Escolar, ele ficou na casa de minha mãe, como sempre fica. Da Reunião, fui ajudar minha amiga Rô no enxoval do Davi. De lá fomos pra minha mãe, que tentava em vão, fazê-lo dormir o soninho da tarde.
Com nossa presença a tarefa se tornou impossível, então ele ficou por ali, nos rondando, correndo pra lá e pra cá, enquanto a gente almoçava.
De repente o silêncio. Fui atrás. Não estava em nenhum dos quartos e nem havia fugido pra rua, já que minha mãe estava na porta da varanda. Banheiro fechado e então eu bati na porta. Lá de dentro reponderam batendo também... quem? quem? Ele, né! O terrível! Se trancou no banheiro!
Entre manter a calma e perder o controle, optei pela tranquilidade, e graças a Deus o Arthur também. E quer saber? Ele se divertiu foi muito trancado no banheiro...
Entre a porta do banheiro e o chão há uma fresta de uns cinco centímetros e era por ali que eu acompanhava os passos dele. Primeiro ficou se escondendo no box quando ouvia nossa voz. Depois descobriu o creme dental e o espremeu quase todo. Depois o prestobarba de meu irmão que consegui que ele abandonasse mostrando-lhe um pote plástico para ele brincar de água. Foi o que aconteceu. Ele esqueceu o prestobarba num canto e partiu para jogar água no chão. E ria... ria... e ria! E a gente do lado de fora: "Abre, Arthur!", "Vem ver o Cocoricó!", "Vamos embora com a mamãe!", "Abre o trinco da porta!" e ele corria pro box! Como se estivéssemos brincando de pique-pega! Por fim, vendo que ele não ia abrir pois estava se divertindo como nunca, fazendo o que queria e sem ninguém para impedir, optamos por forçar a porta aproveitando enquanto ele estava no fundo do banheiro, no box. E a cara dele de satisfação, nossa! Como se aquela tivesse sido a maior experiência de sua vida! rsrsrsrs - Ô garoto, viu! :)
E então ele está assim... cheio de determinação pra tudo!
Dia desses chegou em casa e enquanto o pai tirava as coisas do carro, ele foi logo se adiantando, pegando a chave que o Adriano deixa num esconderijo (que teve de ser trocado, claro!) para tentar abrir a porta. Cena de deixar o queixo cair.
Na mesma semana se sentou no sofá, tirou o tênis, a meia, a enrolou direitinho e a enfiou dentro do tênis. Organização ímpar!
E foi também nessa semana que não só dei o mal exemplo de deixá-lo jogar bola dentro de casa, como participei da brincadeira. Resultado? Mamãe que não sabe chutar bola errou o alvo (que era o corredor que separa a sala de estar da sala de jantar) e a bola que deveria ter seguido no corredor bateu na quina na porta e voltou pra mim, que bateu no vaso do aparador, e que (não me perguntem como) eu tentei resgatar com um pé, mas que ainda assim não consegui evitar que se transformasse em mil cacos. Não sei qual foi a ordem da queda do vaso, do meu pé nele, dos vidros espalhados. O que sei foi que sangrou muito e que se eu não tivesse colocado meu dedo no corte, nem sei. Com o outro braço tentava segurar Arthur, e afastar dele os cacos de vidro. Por sorte Adriano estava em casa e nos socorreu. Arthur também sangrou no dedinho do pé, mas acho que foi algum caco que bateu e arranhou, nada demais.
E eu mais uma vez me orgulhei de mim mesma. Em nenhum momento entrei em pânico e o próprio Arthur se manteve calminho, como eu.
Lição aprendida, acho eu.
E tem alguns dias que ando pesquisando uma mini cama para tirá-lo do berço. Já é um rapaz, né? Berço é para bebês!
Tem uns três dias que o que era uma picada de inseto está inflamada e dura. Ao que me parece vai se transformar num furúnculo... Aff!
Como já estou vacinada quanto a isso, já iniciei tratamento com pomada a base de mupirocina (supirocin) e como amanhã tem consulta com pediatra esperarei pelo ok dela para início da cefalexina (provavelmente por 10 dias).
Então é isso!
Amanhã será um dia cheio. Bailinho de Carnaval na escola e de lá consulta com a pediatra.
Tentarei voltar aqui na quinta, antes de partir pro paraíso na sexta.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Reunião Escolar

Como já é de praxe, sempre há reunião escolar na primeira semana de aula.
Ainda que Arthur já estivesse em Colônia, o ano letivo só se iniciou mesmo no dia 02/02.
E lá foi meu pequeno estreiar, aos três anos, no Maternal.
Professoras novas, sala nova, didática um pouco diferenciada.
Tudo isso me foi apresentado na Reunião.
Como fui a primeira a chegar, Tia Ju (liana) e Tia Samira já foram me contando o que Arthur vem aprontando nos últimos dias. Da batalha entre ele, Tia Ju e o ar-condicionado, que fica no baixo, e ele insiste em futucar... Não há "negociação" que o faça desistir de mexer...
Disse que ele é muito inteligente, mas que é muito preguiçoso tb. Ele fala, mas a timidez e a preguiça o impedem. Prova disso foi que ela estava em poder de um saco de biscoito e ele pediu daquele jeitinho dele, sem palavras. Então ela falou pra ele: "Tia só dá se você pedir..." e ele imediatamente: "dá!"
Disse ainda que ele conta até dez e reconhece cada número em separado e que também conhece o alfabeto (isso eu até já sabia, mas foi bom ouvir de novo...)
Quando eu falei que ele come sozinho mas que ás vezes eu mesma prefiro dar, pra ser mais rápido, evitar sujeiradas, enfim... elas de forma muuuuito elegante logo me chamaram à atenção: "Ah, Sandra! Deixa ele comer sozinho sim! É tão importante pro crescimento dele... pra sua coordenação motora" e o pior é que eu sei que elas estão certíssimas. Assim como eu sei que não é legal ele ficar tanto tempo vendo o mesmo DVD, mas sempre me rendo quando ele pede...
É chegada a hora de EU dizer tchau para o bebê que eu TINHA em casa.
E foi isso que elas deixaram bem claro. Que a partir dessa fase eles deixam de ser os bebês da escola. E que, como pais, somos muito importantes para essa nova etapa. Que também nós, em casa, teremos que dar nosso empurrãozinho para o crescimento de cada um deles.
A partir de agora eles já não sentarão mais no chão, cada um terá sua cadeirinha.
Levarão atividades para serem feitas em casa, e trabalharão com livro! E que eu não vou poder ajudá-lo para que o dele seja mais bonito que o dos outros amiguinhos. Eu vou ter que aprender a direcioná-lo até o limite dele. O trabalhinho dele vai ser lindo sim, mas vai ser feito à duas mãos (as dele).
A meta para o Maternal é que ele termine esse ano tendo noções de cores, reconhecendo as letras de seu nome, diferenciando algumas coisas, como o maior do menor. E eu dei a sugestão de que elas informem através da agenda quais itens serão trabalhados naquela semana, para que em casa eu também possa dar ênfase ao assunto. As outras mães aprovaram.
Falamos sobre o desfralde, que será iniciado ainda essa semana. Pedi que elas me mantenham informada sobre cada avanço.
E foi isso! Mais uma oportunidade de conhecer um pouco mais do meu filho, compartilhar experiências e de aprender com quem sabe.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

O retorno às aulas

E eis que passado o turbilhão com os preparativos do que nem seriam festas, e sim pequenas comemorações, na última semana pude voltar ao meu ritmo normal.
Eu ainda não tinha parado para ver o uniforme, muito menos o material do mocinho. E aqueeeeela lista, né? Mil itens de tudo quanto é lugar... da papelaria à drogaria, aff!
E que fofo! A partir desse ano ele vai ter livro. ("Fofo" só até eu descobrir que o livro custa R$50,00. Aff, de novo!)
E então lá fui eu! Primeiro fazer contas de quanto de uniforme eu conseguia comprar com os R$100,00 que Arthur ganhou de presente: 02 camisetas sem manga, 01 com manga, 01 short e a agenda escolar. Como é caro cada pedacinho de pano, viu?
Ziza conseguiu parte do material escolar. Outra parte foi do que sobrou do aniversário dele (folhas, giz de cera e papel pardo) e não fosse a facada do livro, até que esse ano eu teria ficado bem feliz com o que gastei.
Depois a parte que mais gosto: etiquetar. Adoro identificar tudo! Como esse ano a mochila é dos Backyardigans, optei por repetir as eiquetas do ano passado. E que fofas ficaram!
E como ele está num momento "in love" com seus dvds dos Backyardigans, não preciso nem dizer o quanto ele namora sua mochila a cada vez que passa por ela: "Pablo, Pablo!"
No sábado quando acordou eu fui do meu quarto ao seu encontro, enquanto o pai veio da cozinha. Chegamos os dois juntos. Ele abriu aquele sorrisão.
Então eu disse:
- Bom dia, filhote! Olha quem tá aqui! Quem é esse? (apontando pro pai)
- Papaiiiiiiii
- E quem sou eu?
- Mamããããe
- E você... quem é você?
- Tatu!
.
A cada semana que passa ele dá uma progredida na piscina.
Na semana de seu aniversário passou a entrar e sair sozinho, totalmente independente. Não precisa de qualquer ajuda, ainda que seja para entrar pelo lado fundo, seu lado preferido. Por um lado é ótimo! Enquanto ele está com a bóia eu posso ficar totalmente despreocupada com ele. Mas... e sem a bóia? Meu medo agora aumentou, já que ainda não sei se ele já entende o perigo de entrar sem ela. Então as atenções estão totalmente redobradas nos dias normais.
Domingo cedemos nossa casa para o aniversário de nosso amigo DD, e a piscina foi o ponto alto da comemoração.
Adriano jogou Arthur lá no alto para ele mergulhar na piscina. Eu gelei. Adriano esperou ele voltar do fundo. E ele?
Vejam o vídeo e me digam se ele gostou...
.
.
Ele amou! Voltou gargalhando! Ô peixinho!