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Lilypie Kids Birthday tickers

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Mudando de assunto (ou não)

Eu ia fazer um post diferente do tema que tenho usado ultimamente - saúde - mas tô achando que vou falar dela dinovoemaisumavez!
Para quebrar esse clima tenso, vou falar do quanto meu pequeno tem esbanjado a dita cuja. Graças a Deus, óbvio!
Tem dias que ele chega da escola com a pilha tão carregada que eu desconfio se não deram algum energético junto com o lachinho...
E pula de um lado para outro. E dança. E requebra. E é um tal de contar como foi o dia numa linguagem única que eu fico minutos tentando entender (e na maioria das vezes não entendo, o que é pior! rs)
Está numa fase in love com os Super Fofos - desenho do Nick Jr que só tem na minha mãe. Aí eu caí na asneira de encontrar um vídeo no You Tube e mostrar para ele. Para quê? A cada vez que chego perto do micro agora sou obrigada a colocar no bendito: "Super fofos, super fofos, em harmonia..."


Também está encantado com o Bob Esponja, que lá em casa é mais conhecido como "poli pontas".
Picoca (pipoca) também virou vício e eu preciso ter pulso firme para ele não consumir todos os dias, uma vez que ele já conhece e sabe onde ficam panela, milho e potinho. Chegou a acordar um belo dia de sábado e ir direto pra cozinha de onde voltou com o potinho nas mãos e foi para o nosso quarto: "picoca quer..." Isso às 7:30h de uma manhã sonolenta!
E fazer pipoca agora também é um barato. Bastou eu fazer movimentos circulares uma única vez ao som de "mexe, mexe, mexe..." e agora tenho que rebolar junto ao movimento de mexer a panela. E ele mexe comigo, tão engraçado...
Outro dia ele ganhou um kit jardinagem em um aniversário que fomos. Sentei com ele e juntos plantamos as sementes e regamos com água suficiente. Ele adorou! Nos dias que seguiram a plantinha cresceu de forma absurda e ainda que eu tenha tentado explicar que tinha que dar pouca água para ela (já que ele queria regar a cada vez que passasse ao lado dela) ele tanto regou que a bichinha morreu afogada...
Na semana passada ele trouxe da escola aquela experiência que todo mundo já fez do feijão no algodão. Passamos para um vasinho com terra e a cada dia tem crescido um pouco mais. Por enquanto tenho mantido o pé de feijão a salvos... rs
Outra coisa marcante nessa fase é o quanto ele gosta de conversar com plantas. Na minha mãe ele passa horas conversando com a mesma planta e o mesmo na casa da minha sogra... me faz pensar seriamente em comprar umas plantas para a nossa casa...

Ah sim! Tem a cama! Ele curtiu muito sair do berço. Tem curtido à bessa seu quarto de menino. Chega da escola e vai direto pra lá, onde pode espalhar brinquedos, brincar de massinha e ver seus desenhos favoritos, esse último geralmente debruçado na cama ou dançando numa coreografia ímpar de balançar os braços de um lado para outro, lindo de doer. Agora, para dormir... não rola a caminha dele, ainda que a gente esteja junto. Só dorme se estiver na nossa cama. E aí sim, depois que ele apaga a gente o leva para a cama dele. Mas o pior nem é isso. Se acordar na dele, foge para a nossa. Qualquer que seja o horário. Tantas vezes for. A gente tira a parte engraçada de vê-lo vindo como um sonâmbulo e se encaixando exatamente no meio da gente, para manter a parte sensata de que eli não é o lugar dele, e por isso a gente sempre o devolve. Mas já aconteceu de o cansaço falar mais alto e ele permanecer na nossa até a manhã seguinte. E eu assino embaixo quando dizem: "Falar é fácil... quero ver na prática" E é por isso que eu aceito dicas de como corrigir isso.
Assim como aceito dicas de como tirá-lo da mamadeira. Já tentei copo com canudo, com válvula, copo puro e ele não aceita nada. Por outro lado também nem tem curtido muito a própria mamadeira, mas quem tira o vício de dormir agarrado com ela? Ou acordar?
A pediatra insiste que ele precisa tomar leite pelo menos 2 vezes ao dia mas ele não aceita tomar nescau, por exemplo.
Enfim, dicas por favor.
Dicas também de como fazê-lo me chamar para fazer o nº 2 (antes de já ter feito! rs).
Para fechar esse post vou contar as novas de ontem. Deliciosas.
Faltou luz e fomos pra minha sogra munidos de velas. Acendemos umas três e ele cantou "parabéns pra você" umas vinte vezes. Dali a pouco papai tb subiu munido de violão e começou a tocar no escuro. Ficamos tanto tempo sem luz que por fim já estávamos cantando músicas infantis. De Xuxa à Cantiga de Rodas. E Arthur curtiu tanto! Tanto!
Juntos, eu e ele, cantamos e rodamos ao som de "atirei o pau no gato" e que delícia me jogar com ele no chão e ouvir aquela voz linda a gritar: "miauuuuuuuuuuuuu"
Uma hora e meia depois a luz voltou e ele continuava com a pilha carregada.
Descemos e ele descobriu (acho até que demorou) como é legal pular na cama! E eu me vi a trinta anos atrás, pulando na cama de meus pais. Imaginando se minha mãe também ficava tãããão feliz ao ver um filho curtindo um momento tão corriqueiro da infância...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Um dia após o outro

E então que existe uma lista do passo-a-passo até a realização da cirurgia.
E a cada passo um procedimento a ser feito, que em se tratando de uma criança sempre é problemático.
A impressão que tenho é que o trajeto é muito longo até que o final chegue (com a cirurgia) e a cada item resolvido eu respiro aliviada com "menos essa preocupação".
Na semana passada Adriano esteve no consultório da pediatra e ela pediu hemograma completo e raio-x de tórax e indicou o cardiologista para o risco cirúrgico.
Ontem o levamos para fazer os dois primeiros itens. Saímos de casa embaixo de chuva com uma criança em jejum de 12 horas e para tirar sangue vocês bem podem imaginar né? Sofre ele, sofre o pai, sofre eu.
Três tubos de sangue e mais uma espetada no dedo.
Meu menino até que foi forte. Olhava para o sangue que saía sem entender o que era e para quê... e chorou, claro! Mas não esperneou...
E eu dou crédito a quem merece... a profissional foi excelente! Demos muita sorte com ela. Achou a veia do Arthur em questão de segundos e foi muito rápida para fazer todo o resto.
Ele ficou puto mesmo foi com o band-aid que disseram para deixar por meia hora mais ou menos - ele arrancou bem antes disso.
Depois de dar um lanchinho para ele, partimos para a clínica que faz o Raio-x.
Atendimento rápido. Profissional também especializado. Nem foi preciso repetir.
De lá fomos pra casa. Muito paparico para meu bebê que ontem só me deu orgulho.
Menos dois itens da lista.
Próximo passo: cardiologista - já marcado para 05/10.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A audiometria, o bera e as fonoaudiólogas

E aí que na terça feira eu nem fui trabalhar.
Já comecei a me estressar antes mesmo de sair de casa. Já no carro, ainda na garagem, o telefone tocou. E eu saí do carro para atender.
"É a mãe do Arthur?"
"Sim"
"Bom dia, aqui é do consultório onde ele tem o exame marcado. É que a fonoaudióloga acabou de ligar dizendo que não vai poder vir... ela está grávida e vai pro médico, e blá blá bla"
É de rir né? Não da gravidez da fono, claro! (Eu também não ia trabalhar quando tinha consulta marcada com a obstetra), mas da desorganização. Não tem outra que a substitua? Qualquer um pode ter problemas, até aceito. Agora um exame que estava marcado para 11h ser adiado às 09:40h... não daria mesmo para aceitar. E é claro que eu tive que chutar o balde.
Ainda bem que bati pé, porque rapidinho deram um jeito e a fono disse que nos atenderia às 13h. Beleza! Meu dia de trabalho já estava perdido mesmo...
"Ah sim! Tragam ele dormindo..."
(Oi?) Como é que se convence uma criança a dormir para realizar um exame? Eu, pelo menos, ainda não sei.
Menininho obediente que só, realmente dormiu no caminho. Balanço do carro, ar ligado e ele apagou. Mas acordou, óbvio, ao ser retirado do carro.
E como eu já previa, ele não deixou o exame ser realizado. E eu nem o teria levado se soubesse que ele deveria ficar imóvel e não emitir qualquer som, já que o exame consiste em eletrodos colocados na cabeça e a criança não pode nem engoli saliva enquanto ele é realizado. Ora bolas, isso é difícil até para adultos!
Não posso negar, a fonoaudióloga foi muito atenciosa (retirem o que pensaram a respeito dela pelo fato de tentar adiar o exame) e eu saí de lá com uma outra visão do problema.
O que eu entendi foi que eles não estão desconfiados de uma possível surdez... é que para realizar a cirurgia a audiometria é realmente indipensável.
Ela também disse que a fonoaudióloga não precisa entrar em cena somente após a cirurgia. Ela pode inclusive ajudar na realização da audiometria com algumas sessões de adaptação ao fone de ouvido.
Mas que se o médico realmente batesse na tecla da realização do Bera (e aí nesse caso deveria ser feito com a anestesia) que não deveríamos nos preocupar, uma vez que a anestesia não é intravenosa e sim com inalação, aquele famoso cheirinho.
Que mesmo sendo por inalação, é necessário passar pelo risco cirúrgico. Mas o mesmo risco serve tanto para o exame quanto para a cirurgia, já que ele tem validade de 2 a 3 meses.
Para não perdermos viagem (e eu já nem considerava como viagem perdida) ela perguntou se não queríamos tentar fazer a audiometria. "De repente num outro ambiente, com outra profissional... quem sabe..." e resolvemos arriscar.
A sala já era outra e a fonoaudióloga também. Inclusive essa trabalha também no consultório do Dr. Marcelo, o otorrino.
Tão atenciosa quanto a primeira, quis saber detalhes do que estava acontecendo e também nos acalmou de igual forma com relação a tudo: Bera, anestesia, cirurgia, etc.
Tentou realizar a audiometria e teve muito tato com Arthur. Emprestou um microfone para ele e ele até permaneceu com o fone no ouvido, o que já foi a meu ver um grande avanço. Mas na hora de responder aos comandos dela... cadê que ele respondia? rs
Ô menino, viu?!
Ficou tão distraído com o microfone que não conseguia se concentrar...
So...
Ela disse que conversaria com Dr. Marcelo no dia seguinte e explicaria a dificuldade na realização do exame e pediu que o levássemos na próxima consulta.
Foi hoje pela manhã e o Adriano o levou.
E então ficou decidido:
Risco cirúrgico;
Bera;
Cirurgia.
Tudo para ontem!
Tô aqui agora tentando entrar em contato com a pediatra para ouvir a opinião dela e a indicação de cardiologista para o risco cirúrgico.
E é isso...
Rezar para que dê tudo certo. E vai dar, tenho fé!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Adenóide: a saga

E aí que após o pedido de comparecimento, na última quinta-feira fomos à escola para conversar com a Odenise (orientadora) e a tia Ju.
Bate papo tranquilo, amenidades ditas e entramos no motivo da reunião: a socialização do Arthur (exatamente como eu havia previsto).
Antes que elas falassem, eu entrei em defesa: Disse para elas que eu não tinha muito como resolver o problema, uma vez que ele não tinha acesso a outras crianças da idade dele. Que na minha opinião ele já melhorou e muito no convívio com crianças menores que ele. Que a fala também já estava em avanço visível. Que o tratamento com o otorrino havia reiniciado e que nos próximos dias teríamos a posição em relação à cirurgia (que no meu ver, sendo realizada, vai melhorar ainda mais o desenvolvimento dele) e/ou o auxílio de fonoaudiólogo.
E depois que eu falei tudo isso a Odenise meio que aliviada falou: "Acho que você já falou tudo o que eu precisava ouvir"
Seguinte: a escola trabalha em parceria com a família. Nas palavras da Odenise: "Chamamos vocês aqui porque somos parceiros e sabemos da confiança que vocês depositam na gente". Sendo assim, se alguma coisa não está bem, a escola se vê na obrigação de chamar a família e comunicar. No nosso caso ela não precisou falar nada, pois o propósito do convite era que encaminhássemos Arthur a um tratamento otorrino/fono, o que já havíamos providenciado.
E o "meio que aliviada" foi pela explicação que ela me deu: alguns pais não aceitam que seus filhos estejam com problemas, mas faz parte da obrigação da escola orientar e, se for o caso, até indicar o profissional. Não foi o nosso caso.
E então saímos de lá e fomos fazer o raio-x que o Dr. Marcelo pediu.
Arthur surpreendeu e o raio-x saiu de primeira. Diferente da outra vez que deve ter saído lá pela quarta tentativa.
Ontem, terça-feira buscamos o resultado e partimos rumo ao consultório do Dr. Marcelo onde também seria feita a audiometria.
A fonoaudióloga que realiza o exame foi muito atenciosa. Perguntou o motivo da audiometria e perguntou se ele falava. Falei que estávamos em tratamento da adenóide e que um dos problemas causados por ela era justamente o atraso da fala. Que ele já está falando, mas só quando quer. E então ela pediu que eu entrasse com ele na cabine e que colocasse o fone no ouvido dele. Como imaginei, Arthur se recusou a ficar com o dito cujo. E muito menos quis repetir o que o pai falava do lado de fora, tão preocupado estava com aquele treco no ouvido. Invertemos então os papéis: Adriano entrou na cabine para ficar com ele e eu saí, o que foi pior, pois aí ele acabou ficando mais irritado com a falta do meu colo.
Experiente, a fono disse que não ia insistir para evitar trauma, uma vez que ele provavelmente precisará entrar lá outras vezes (não entendi, mas tudo bem).
De lá, fomos chamados pelo Dr. Marcelo. E então eu falei inclusive da escola, que também já está preocupada com o desenvolvimento dele. Então ele viu o raio-x e disse: "Para mim está clara a necessidade de cirurgia, mas a adenoide sozinha não pode ser a causa do atraso da fala. Pode ter causa genética ou emocional envolvida. De qualquer forma preciso descartar qualquer problema auditivo (ainda que tenha quase certeza de que não há) e após isso indicar fonoaudiólogo, psicólogo ou até neuropsiquiatra, se for o caso"
Confesso que só isso já me deixou assustada, mas além disso, ele indicou outro exame (em substituição à audiometria simples) que se chama BERA, e pelo que pesquisei, a maioria das clínicas só fazem com anestésico geral (e para tomar anestesia até risco cirúrgico tem que ser feito), porém o Dr. Marcelo pediu que eu catasse alguma clínica que fizesse sem anestesia (o que me deixou mais aliviada) e eu só achei 01 lugar que faz.
Exame marcado para 08/09/2009.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Avaliação Bimestral

O Encontro de Pais e Mestres desse bimestre acabou não acontecendo por conta das férias forçadas. Por esse motivo, Adriano trouxe na sexta feira o recado de tia Ju pedindo uma reunião conosco ainda nessa semana. E, para adiantar, enviou a avaliação bimestral do menino.
Copiei a do 1º bimestre e só acrescentei a avaliação do 2º para ter uma melhor visão de como ele vem se desenvolvendo.
Tenho quase certeza que o assunto que ela quer conversar refere-se aos problema de relacionamentos com os amiguinhos menores, o que, sinceramente, não sei como resolver.
De qualquer forma agendei o encontro para quinta-feira, 27/08.

ASPECTOS AVALIADOS:
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Linguagem Oral
Organização de idéias e pensamentos
Relata fatos já acontecidos: N - N
Repete palavras e sons emitidos anteriormente: ED - ED
Pronuncia corretamente as palavras: ED - ED
Reconhece e nomeia pessoas de seu convívio: N - ED
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Linguagem Escrita
Coordenação motora
Segue movimentos direcionados: ED - S
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Iniciação à Matemática
Noções de números
Interessa-se por atividades com números: ED - ED
Cores
Identifica objetos quanto à cor: ED - S
Associa objetos quanto à cor: ED - S
Formas geométricas
Identifica objetos quanto à forma: ED - ED
Associa objetos quanto à forma: ED - ED
Noções de tamanho
Identifica objetos quanto ao tamanho: ED - S
Associa objetos quanto ao tamanho: ED - S
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Natureza e Sociedade
Temperaturas
Reconhece temperaturas distintas: NT - S
Estímulos odoríferos
Reconhece odores distintos: NT - NT
Percepção Gustativa
Identifica alimentos doces e salgados: NT - NT
Corpo Humano
Reconhece partes do corpo: ED - S
Datas Comemorativas
Participa ativamente das datas comemorativas: ED - ED
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Artes Visuais
Criatividade
É capaz de criar objetos com materiais recicláveis: ED - ED
Percepção Visual/Coord. Motora
Amassa, bate e fura a massa de modelar: ED - S
Amassa e rasga papéis: ED - S
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Iniciação Musical
Executa movimentos próprios de acordo com a pulsação da música: ED - ED
Respeita o momento de iniciar e parar de tocar os instrumentos: ED - ED
Identifica alguns instrumentos de percussão: ED - ED
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Educação Física
Executa os movimentos de coordenação motora ampla
Lança, arremessa objetos: NT - ED
Corre: ED - S
Vira o corpo: ED - ED
Salta para cima: ED - ED
Salta para baixo: ED -ED
Percorre trilhas simples: ED - S
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Atitudes Gerais
Entra na escola com tranquilidade: ED - S
Relaciona-se bem com a professora: ED - S
Aceita os limites da rotina escolar: ED - ED
Participa das atividades livres: ED - ED
Participa das atividades dirigidas: ED - ED
Aceita, com facilidade, as situações novas: ED - ED
Apresenta reações de medo: S - S
Relaciona-se bem com os amigos: ED - ED
Divide seu material ou objetos pessoais: ED - ED
Apresenta reações de medo diante de determinadas situações: S - S
Atende às solicitações da professora: ED - ED
Encontra, sozinho, soluções para dificuldades na rotina escolar: ED - ED
Segura objetos de uso diário: S - S
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E, além da avaliação, o relatório de observações:
" É uma criança carinhosa com todas as professoras. Revela bom desenvolvimento cognitivo e psicomotor.
Nosso gatinho destaca-se por começar a participar de atividades em grupo. Com relação à sua fala e à interação com os amigos ainda apresenta algumas dificuldades. Com a parceria família e escola estamos tentando minimizar essa situação.
Gatinho, amo você."

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Fatos em fotos

Dia desses na casa da Rô. Ele ama essa rede! (e o Davi tb... rs)

Sábado passado passamos o dia na casa da Jacque. Como o apartamento não é dos mais apropriadas (por enquanto!) para receber uma criança, Arthur ficou com a vó.
Foi me buscar com o pai de noitinha, na casa da Rô. E de lá partimos para o 10º mesversário da Hellen. E grudou em mim. Menininho mais apaixonado pela mãe...

Com a volta às aulas, aconteceu na última sexta-feira a festa em homenagem aos pais.
Adriano não conseguiu chegar a tempo para a apresentação, então nem sabe qual a música ele dançou - e sim! ele dançou... e provou que o problema está na nossa presença!
Mas ainda que ele tenha chegado após a apresentação, teve tempo de sobra para curtir o filhote na continuação da festa.
Acho que estavam felizes!

E então que eu tirei o final de semana para fazer um faxinão nos armários da cozinha. Resolvi mudar tudo de lugar dentro dele e Adriano foi incubido de me ajudar.
De um lado para outro ficou Arthur, sem entender muito bem o porquê de tanta bagunça...
Nun determinado momento ele sumiu de nossas vistas. A escada de três dregaus da cozinha também.... Ops! Limpem os armários que eu limpo meus dentes!

E, para fechar o final de semana, festa de dois anos da amiga Giovanna. Bernardo e Hellen também foram convidados.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Consulta

Ontem foi dia de pediatra.
Passamos na escola para buscá-lo (Ah sim! As aulas recomeçaram na última segunda feira e pimpolho já segue feliz na companhia das tias e dos amigos. Segundo Adriano ele foi recebido com um abraço caloroso da Tia Dri, seguido de uma boa porção de álcool gel nas mãos e aulinha rápida de como esfregar as mãozinhas para espalhar...) e a carinha que ele fez quando me viu já pagou todo o preço da correria que é pra mim deixar tudo pronto para sair cedo e estar lá...
No consultório já é tranquilo deixá-lo solto na sala de espera. Ele interage bem com as outras crianças e também sabe se defender quando necessário.
Já com a pediatra, a primeira pergunta que me fez foi com relação ao fatídico encontro com o novo otorrino. Fui sincera, falei que não senti segurança no homem e ela imediatamente concordou comigo: "Nem precisa continuar... se não gostou dele não volte!" e apoiou nossa permanência com o otorrino anterior, Dr. Marcelo.
Questionei novamente o fato dele não estar aceitando o leite e ela disse que ele pode realmente estar enjoado do gosto. Eu disse que já tentei dar o Nescau e que ele simplesmente não gosta. Nem na mamadeira, nem no copo, nem no canudo. Basta ele ver a cor escura que me devolve. Falou para eu tentar continuar então com a farinha (mucilon ou láctea) mas passando a dar o mingau no prato, de colher. Vamos ver...
Falei da fase ótima de encanto com frutas (está no momento maçã e banana - adora!) e de como está comilão para as outras coisas. Falei inclusive da paixão arrebatadora por pizza e ela prontamente rebateu: "E quem não é?" rs
Infelizmente perdeu uns 200g, o que ela atribuiu à redução do leite e por isso voltou com Beneroc Junior - complexo B (15 gts 2x ao dia).
Em compensação, aumentou 1 cm.
Além do Beneroc, voltou com a vitamina C (15 gts 1x ao dia) e com o própolis (5 gts 1x ao dia) para ajudar na prevenção à gripe A. E também passou uma receita manipulada para a prevenção da mesma gripe.
Sua PA foi 80 x 50 mm Hg. Igualzinho estava na consulta anterior.
E foi assim... Daqui a dois meses estaremos de volta.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Pit-ta!

Ontem, depois de muito tempo, resolvi assar uma pizza (nem me lembro quando foi a última vez que fiz pizza em casa).
Da última vez que comemos, no Shopping, Arthur não estava conosco.
Então foi surpresa para mim quando ontem, ao perguntar para o Adriano o que ele achava de comer pizza ao invés de jantar, não tenha sido ele o primeiro a dar resposta, e sim Arthur:
- Êhhhh, pit-ta!
Eu nem sabia que ele tinha consciência do que era pizza!
Óbvio que depois da festa dele nem adiantaria Adriano se opor... e lá fui eu preparar a pizza.
O problema foi explicar pro pequeno que antes da pizza ser comida, ela precisa ser assada. E que o processo de assar não é tão rápido assim.
Depois de me observar colocando a pizza no forno ele se pôs de cócoras na frente do forno (como cachorro magro na frente daquelas máquinas de frango) e ficou repetindo por uns bons segundos: "pit-ta, pit-ta, pit-ta"
Para evitar que se empolgasse e levasse a mão ao forno pedi que se sentasse na mesa, e em menos de um minuto ele já estava instalado na cabeceira, ocupando o lugar que até então era do pai, segurando seu prato do Nemo e seu garfo do cebolinha.
A pizza demorou uns 30 minutos para ficar pronta, na verdade acho que precisaria até de mais tempo, mas quem conseguia conter a ansiedade da criança?
A pizza nem era das melhores, mas a satisfação dele era imensa! A cada pedaço que ele terminava, ele estendia o prato para mim e falava: "Pit-ta, mais..."
Da onde ele tirou esse gosto por pizza?
E foi muito bonitinho ver, pela primeira vez, ele sentado à mesa da sala de jantar comigo e com o pai, comendo, sozinho, a sua pizza (somando os pedaços que eu colocava (já picados) no seu prato, deve ter dado uma fatia inteira!).
Não que ele nunca tenha comido sozinho, e nem que ele não se sente à mesa. O que acontece é que na casa da vó quem dá a comida sou eu (ou quem quer que seja) para evitar demora e bagunça. Seja na mesa ou não. E lá em casa ele geralmente come na mesinha de plástico (a mesma que ele usa pra desenhar) mas a única coisa que deixo ele comer sozinho é danoninho, que é mais durinho e ele não deixa cair no chão.
Sentar à mesa e comer sozinho, foi realmente a primeira vez!
E me levou a lembrar o que disse a tia Ju numa das últimas reuniões que compareci: Não dê comida pra ele, mãe! Na escola ele já come sozinho... A coordenação motora dele só vai ficar 100% se você deixar ele se sujar bastante durante o processo de aprendizagem.
Acho que está na hora de seguir à risca o conselho da Tia Ju.

Por causa da gripe

E eis que essa semana não teve aula.
Na segunda feira seria o retorno das férias para os alunos que não ficaram em Colônia.
Eu penso assim: Arthur não teve contato com ninguém de risco, uma vez que não saiu de férias. Assim como ele, as outras crianças que permaneceram em colônia.
Mas... e as crianças que saíram de férias? E aquelas cujas mães desavisadas tenham viajado, indo de repente para lugares de risco?
Eu estava achando estranho o retorno, uma vez que nas escolas públicas já havia sido anunciado o adiamento da volta, mas na sexta-feira passada, último dia de colônia, Adriano perguntou se haveria retorno na segunda, e a tia informou que a orientação, até segunda ordem, era de que permanecessem em casa aquelas crianças que tivessem como ficar, ou seja, aquelas que não estudam em período integral. No caso do Arthur, ele poderia ir que elas estariam lá.
[Explicando:
Ele não estuda no período integral porque eu quero. Quando houve o problema de saúde com minha mãe essa foi minha única opção. E como ele fica muito bem lá, e os horários se encaixam ao do Adriano, ele foi ficando... Dois anos se passaram e minha mãe vai muito bem, obrigada. E hoje em dia Arthur não dá mais o trabalho que dava, motivo pelo qual a partir do ano que vem ele passa para o meio período, a tarde, e de manhã vai passar a ficar com minha mãe de novo.
Pronto, explicado!]
E então na segunda feira mandei o pequeno normalmente para a escola.
Na saída Adriano me liga dizendo que haviam suspendido as aulas a partir de terça. A princípio só essa semana. Talvez na semana que vem também.
Achei sensato e acatei sem problemas, uma vez que tenho minha mãe, minha sogra e minha cunhada (que é professora do Estado e também teve férias prolongadas) para revezar com o pequeno, mas fiquei imaginando o que seria de mim se não as tivesse nesse momento.
Como medida de precaução estamos evitando lugares públicos fechados. Passeios em shopping, por exemplo, só quando esse momento crítico passar.
Não estou histérica, mas pelo que estou lendo e ouvindo por aí, o que a mídia tá divulgando não é nem um terço do que realmente está acontecendo, motivo pelo qual não custa nada ter o mínimo de precaução.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Otorrino

Na quarta feira passada levamos Arthur no Dr. Pepe, aquele otorrino indicado pela pediatra.
Adriano o havia levado na semana anterior, mas como ele passou os tais exames pra iniciar o tratamento do zero e para isso os ouvidos deveriam estar bem limpos, foi marcado para a quarta feira a tal da lavagem.
Chegamos lá e de cara eu não fui com a cara da recepcionista. Sei lá. Mulher seca, sem graça, fria. Mas, como não é ela a médica, ignorei.
Logo fomos atendidos e nada de conversa ou explicação, ou preparo do que seria a tal lavagem, nada - ou mesmo que tivesse, o cara é peruano, ou colombiano, ou chileno, ou argentino (ele veio de qualquer país da America do Sul, exceto do Brasil) e eu não ia mesmo entender nada do que ele falasse... enfim...
Colocou uma toalha de papel em volta do pescoço do pequeno, pediu que Adriano se sentasse com ele na cadeira e segurasse firme suas pernas e cabeças e que eu segurasse as mãos.
Óbvio que Arthur não ia deixar! Óbvio que aquela toalha de papel não seria suficiente para conter taaaaanta água. Óbvio que ele sairia de lá totalmente encharcado.
Com uma espécie de seringa de metal enorme ele pressiona água morna contra o ouvido e quando a água volta, traz com ela a cera do ouvido.
E ele ia injetando a água, e a água saindo limpa... e eu começando a me questionar o que estávamos fazendo ali.
Só lá pela terceira vez que saiu um pouco. Mas assim... um pouco... nada do que eu imaginei que fosse sair... apenas uns floquinhos de cera que todo mundo deve ter...
Quando passou para o ouvido esquerdo e na quarta tentativa nada de cera tinha saído, eu já estava arrependida de ter começado...
Arthur esperneou tudo o que pôde, tadinho. Fez tanta força que chegou a ficar vermelho.
E o velho lá, calminho. Como se não tivesse pressa para finalizar....
E por fim, depois de tanto berro, ele disse que não tinha saído tudo... que seria necessária uma nova consulta para retirar o que ficou...
"Acho que ele não vai deixar fazer a audiometria, não..."
Como se Arthur fosse a primeira criança atendida por ele a ser resistente a esse tipo de exame...
Sabe quando você não sente firmeza na pessoa? Não senti.
E fiquei traumatizada com meu filho sofrendo tanto...
E saí de lá decidida: não vamos voltar!
E tentei com o Adriano recaptular o porquê de termos ido parar lá.
Ele sempre foi muito bem atendido pelo Dr. Marcelo, o otorrino oficial.
Desde que se trata com ele, aquele resfriado sem fim havia acabado. De fato Arthur ficou um bom tempo a base de rinosoro, apenas como prevenção, exatamente como ele falou que seria. E, apenas quando ele completasse 3 anos e meio ele reavaliaria a necessidade de cirurgia da adenóide.
Um belo dia teve um abcesso no ouvido, que vasou na escola, e como naquele dia Dr. Marcelo não poderia atendê-lo, emergencialmente conseguimos levar no Dr. Pepe, que deu um ótimo atendimento, verdade seja dita.
Comentamos o assunto com a pediatra que, já começando a se incomodar com a fala do Arthur, nos perguntou se não queríamos tentar um tratamento com o Dr. Pepe, uma vez que além de ter maior disponibilidade de tempo, também tem uma filha fonoaudióloga, que já seria acionada caso necessário.
Ansiosa como sou, e vendo que até a pediatra já se incomodava com a (falta de) fala do pequeno, adorei a sugestão. Mas estou crente que seria só chegar lá e de cara ele falaria: "Ele precisa de fono." Mas não. Para assumir o novo paciente ele quer começar do princípio, inclusive com repetição de exames que até já foram feitos, a audiometria para ser mais precisa.
Arthur não é surdo. Disso eu sei. Escuta até muito bem. Ela tinha dias de nascido quando fez audiometria pela primeira vez. Resultado totalmente normal. Mas se o médico queria repetir o exame, tudo bem... Só que a audiometria para a criança de 3 anos não é mesma que fez quando recém nascido.
Primeiro porque tem que preparar os ouvidos com a tal da lavagem. E segundo porque segue o mesmo esquema de audiometria para adultos, onde a gente vai ouvindo os sons e vai retransmitindo para operadora o que está ouvindo. Ora bolas! Se ele não fala, como vai repetir pra mulher o que está ouvindo? Não é incoerente?
Tudo isso para que mesmo hein? Por que ele não fala?
E quem foi que disse que ele não fala? Ele não falava...
Tem uma semana que ele está um tagarela.
- Arthur qué cuco (quer suco)
- qué quejo (quer queijo)
- picoca (pipoca)
- bainha (balinha)
- umguigo (umbigo) da mamãe
- pepalar, acuntar... pow! (preparar, apontar, pow!) com direito a coreografia e tudo, ensinado pela Beth.
E fora o que já falava...
Só que assim... ele só fala quando quer! Não adianta ficar pedindo para ele falar isso ou aquilo, que ele não fala! E de repente, do nada, ele está lá falando... ou com a gente, ou sozinho mesmo...
E é por tudo isso que decidimos: marcaremos consulta com Dr. Marcelo, vamos pedir reavaliação da adenóide para ver a necessidade de cirurgia e vida que segue.