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quinta-feira, 26 de março de 2015

Como perpetuei meu amor


Faz tempo que penso em perpetuar na pele meu amor por algumas pessoas. Bastava ver uma tatoo bacana que já salvava a imagem no cel.
Um dia, juntamente com outras amigas, decidimos homenagear o Téo, filho de nossa amiga Pretinha, que havia virado anjo em dez/13. Cada uma faria a sua no tamanho e lugar que julgasse melhor.
Eis a tattoo que inspirou:
A minha seria feita no ombro e ficou assim:
E então que ainda a caminho do estúdio me bateu a coragem de fazer não apenas a do filho de nossa grande amiga, mas também a do meu próprio filho, mas precisava decidir como e onde seria.
Ainda no carro corri pro google e pesquisei imagens de “Arthur tatoo nome”, mas nenhuma me empolgou. Não queria grande, não queria letras desenhadas demais... queria o mais simples, delicado e menor possível.  
E então vi essa da Angélica, com o nome da Eva... bingo! Era mais ou menos isso que eu queria...
Passa pro tatuador a ideia, rabisca daqui, rabisca dali, decide tamanho e pronto! Ficou assim:
Enquanto aguardava a minha vez (éramos 6!), achei no celular a imagem que havia salvo meses atrás de uma máquina de costura que seria a homenagem para minha mãe no futuro. Futuro? Quando será que voltaria lá de novo? E se perdesse a coragem? O futuro seria aquele dia mesmo, não ia protelar o que já estava decidido.
Olha que linda a inspiração!

Por outro lado, como homenagear a Quinha e não homenagear o Sr. Elizeu? Aquilo me soava meio ingrato, já que minha gratidão pela vida era devida aos dois... E então na própria imagem inspiração me veio a solução do impasse... Louco por passarinho, era só pousá-lo no alto da máquina... e pronto!
 

E então foi assim, que numa manhã de sábado eu carimbei no meu corpo o amor infinito pelo pequeno Téo e meu amor incondicional por quem me deu a vida de presente e por quem eu dou a minha própria vida... 
Para quem acha que não ganhou tattoo de presente eu digo que está enganado... Sabe a música que o passarinho está cantando? Então! #souesperta?
A pergunta que mais ouço desde então: E aí, dói?
Não, não dói! Ou melhor... dá um pequeno incômodo... como uma lâmina te cortando, mas nada insuportável como eu achei que fosse...
Se você pensa em fazer uma, corre logo e faça! Eu estou in love com as minhas...