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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

3º Encontro de Pais e Mestres

Na quarta-feira foi dia de Encontro e Pais e Mestres. Mais uma vez não pude comparecer. Adriano foi no meu lugar.
Nada de muito diferente das outras reuniões: piolhos na cabecinha da galera, festa de final de ano, construção da quadra de esportes e assuntos diversos.
Sobre Arthur a tia foi só elogios. Tem interagido mais com os amigos. Tem comido como um leão. E continua muito carinhoso com as tias.
Segue a avaliação bimestral (deixei as anteriores para servir como parâmetro):

ASPECTOS AVALIADOS:
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Linguagem Oral
Organização de idéias e pensamentos
Relata fatos já acontecidos: N - N - N
Repete palavras e sons emitidos anteriormente: ED - ED - S
Pronuncia corretamente as palavras: ED - ED - ED
Reconhece e nomeia pessoas de seu convívio: N - ED - ED
.
Linguagem Escrita
Coordenação motora
Segue movimentos direcionados: ED - S - S
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Iniciação à Matemática
Noções de números
Interessa-se por atividades com números: ED - ED - S
Cores
Identifica objetos quanto à cor: ED - S - S
Associa objetos quanto à cor: ED - S -S
Formas geométricas
Identifica objetos quanto à forma: ED - ED - S
Associa objetos quanto à forma: ED - ED - S
Noções de tamanho
Identifica objetos quanto ao tamanho: ED - S - S
Associa objetos quanto ao tamanho: ED - S - S
.
Natureza e Sociedade
Temperaturas
Reconhece temperaturas distintas: NT - S - S
Estímulos odoríferos
Reconhece odores distintos: NT - NT - S
Percepção Gustativa
Identifica alimentos doces e salgados: NT - NT - S
Corpo Humano
Reconhece partes do corpo: ED - S - S
Datas Comemorativas
Participa ativamente das datas comemorativas: ED - ED - ED
.
Artes Visuais
Criatividade
É capaz de criar objetos com materiais recicláveis: ED - ED - ED
Percepção Visual/Coord. Motora
Amassa, bate e fura a massa de modelar: ED - S - S
Amassa e rasga papéis: ED - S - S
.
Iniciação Musical
Executa movimentos próprios de acordo com a pulsação da música: ED - ED - S
Respeita o momento de iniciar e parar de tocar os instrumentos: ED - ED - ED
Identifica alguns instrumentos de percussão: ED - ED - ED
.
Educação Física
Executa os movimentos de coordenação motora ampla
Lança, arremessa objetos: NT - ED - ED
Corre: ED - S - S
Vira o corpo: ED - ED - ED
Salta para cima: ED - ED - ED
Salta para baixo: ED -ED - ED
Percorre trilhas simples: ED - S - S
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Atitudes Gerais
Entra na escola com tranquilidade: ED - S - S
Relaciona-se bem com a professora: ED - S - S
Aceita os limites da rotina escolar: ED - ED - ED
Participa das atividades livres: ED - ED - ED
Participa das atividades dirigidas: ED - ED - ED
Aceita, com facilidade, as situações novas: ED - ED - ED
Apresenta reações de medo: S - S - S
Relaciona-se bem com os amigos: ED - ED - ED
Divide seu material ou objetos pessoais: ED - ED - ED
Apresenta reações de medo diante de determinadas situações: S - S - S
Atende às solicitações da professora: ED - ED - ED
Encontra, sozinho, soluções para dificuldades na rotina escolar: ED - ED - ED
Segura objetos de uso diário: S - S - S
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E, além da avaliação, o relatório de observações:

"Nosso gatinho participa de algumas atividades em grupo sendo estimulado continuamente pelas professoras. Suas habilidades cognitivas e psicomotora estão em pleno desenvolvimento.
Arthur é uma criança carinhosa com todas as professoras. Seu relacionamento com a turminha ainda está sendo trabalhado pelas professoras através de intervenções e atividades direcionadas.
Neste bimestre percebemos que ao modificarmos a rotina nosso príncipe apresenta insatisfação, mas através de intervenções das professoras temos conseguido contornar as situações.
Arthur, somos felizes com sua presença em nossas vidas!"
É isso. Daqui a pouquinho venho falar do Bera - buscando inspiração!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Semana de consultas

Na segunda levamos Arthur para a consulta que deveria fazer com o profissional da Clínica José Kós antes da realização do Bera.
A meu ver, consulta desnecessária, uma vez que ele só fez olhar os exames (que já foram vistos por outros médicos) e solicitar o Bera. Só.
Como ganham dinheiro fácil, meu Deus...
Saímos da sala e fomos atendidos pela assistente social da clínica que agenda o procedimento, nos entrega a guia de internação e dá as informações burocráticas do procedimento. Senha a ser passada com antecedência, cheque para anestesia, o que levar de exames, etc.
E eu saí de lá assustada em como pode a ausência de um exame tão simples (audiometria) se transformar em algo tão complicado... É quase a cirurgia propriamente dita. Ele será internado às 7 da manhã em jejum total. Será anestesiado e irá para o centro cirúrgico realizar o procedimento. Sozinho. Sem o pai e sem a mãe. E só terá alta na parte da tarde.
E na guia de internação (não é guia de exame simplesmente) vem a indicação: má audição aparente.
Como?????
O otorrino dele em nenhum momento levantou essa hipótese. Como um médico que nunca o viu antes pode levantar essa possibilidade?
Tô apavorada, devo confessar. Só quem passa o dia aqui comigo no trabalho percebe.
Então ontem ele teve consulta com Dra. Mônica, a pediatra.
E foi com ela que desabafei.
Arthur não é surdo. Disso eu sei. Tenho certeza. Não preciso de exame nenhum para provar. Mas quem sou eu para ir contra o que diz um médico? Desconhecido que seja...
A Dra. Mônica me ouviu atentamente e me deu toda a razão com meus questionamentos sobre a realização desse exame, uma vez que também ela concorda que é muito desgastante (e perigoso, e etc) submeter uma criança tão pequena a uma sedação. E disse o seguinte, nessas palavras e nessa ordem:
1- Volta no Marcelo (otorrino oficial) e pergunta se o bera é obrigatório para a realização da cirurgia.
* Se não, diga que eu (Mônica) orientei que deixasse mais para frente. Quem sabe até tentar fazer a audiometria em outra oportunidade;
* Se sim, uma vez que pode ser que ele detecte algo nesse exame e já queira aproveitar a cirurgia para resolver, você tem o direito, como mãe, de recorrer a outro profissional para ouvir uma segunda opinião. E então me indicou outro otorrino.
De qualquer forma, já pedi autorização para a internação e somente amanhã o otorrino estará no consultório. De antemão, ao explicar para a secretária dele do que se tratava, ela já adiantou que é de praxe ele solicitar esse exame (ou a Audiometria) antes da cirurgia. Vamos esperar então até amanhã e ouvir da boca de quem sabe de verdade.
Fora isso, restante da consulta seguiu normal.
Aumentou quase 300 gramas e cresceu 2 cm. Tá com 97 cm agora. Um magrelo super alto! Será que completa os 4 anos com 1 metro? rs
Com relação ao colesterol que está em 195 mg/dl (200 mg/dl é o limite da normalidade) ela somente pediu para trocar o leite para o semidesnatado. Ou seja, ele vai sair do Ninho (em pó) e passará para o leite de caixinha, de adulto que faz dieta. Chega a ser estranho.
Fora isso não passou dieta. Pediu apenas que fiquemos atentos com a quantidade de gordura que ele tem consumido. Só.
Pediu para permanecermos com o beneroc e a vitamina c+própolis e passou uma pomada para picadas de inseto, já que o bichinho foi devorado noite dessas por um infeliz de um mosquito e de tanto coçar virou machucado. Pior que isso é a criança que não deixa o machucado cicatrizar, de tanto que futuca com as unhas que a gente faz questão de cortar dia sim e outro também.
Enfim. É seguir o mantra: "um dia após o outro" e ver o que o otorrino dirá amanhã...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O dia das professoras

Confesso que esse ano eu não estava lá muito inspirada para criar qualquer coisa que fosse.
A única que eu já sabia o que daria era a tia Adriana, pois há tempos havia feito um scrap para ela e já tinha decidido que lhe daria de presente.

Mas para as outras eu não fazia ideia... Até que passei numa feirinha de artesanato e vi umas necessaires lindas, feitas de retalho com um coração aplicado. Achei perfeito! E sem pensar muito encomendei as 10 que precisaria. Sim! Meu filho tem 10 professoras! rs
Comprei fita de cetim e sacos celofanes e criei um cartão personalizado para cada uma.
Aí veio na agenda uns dois dias antes um papel lacrado, onde a coordenadora informava e convidava para uma festa surpresa para as professoras. Adorei! Assim poderia ver a carinha de cada uma delas ao receber o presente.



E então na quarta feira, 14 de outubro, lá estava eu comemorando com elas e agradecendo uma a uma pelo carinho com que tratam meu filho.


Dia das crianças

Não adianta falar que esse é um daqueles dias criados no único intuito de comercialização, o fato é que eu curto esperar pela chegada dele, sim. E fiquei louca tentando acertar no presente do Arthur e das outras crianças da família.
Para ele, a princípio, pensei em dar a 1ª bicicleta, mas aí analisei o quanto de meios de transporte ele já tem - velotrol, um outro carro que se locomove com os pés dele, a moto motorizada - e achei que a bicicleta seria apenas mais uma.
E então vi na TV a propaganda do Super Massa - brincando de escola, que facilmente achei na loja que fui.
Acho que nunca dei um brinquedo tão acertado para ele... que ficou da hora que ganhou até o final da tarde agarrado com a massinha e seus componentes!

Ganhou vários outros brinquedos. Ainda na sexta ganhou carro de fricção iluminado e mais um dinossauro que anda e mexe partes do corpo de meus chefes Nauri e Orlando, que ele amou e ficou o sábado inteiro brincando. No domingo ganhou do padrinho um balde lotado de lego, que imediatamente nos fez sentar com ele para montar.
Da Deidei Beth ganhou um quebra-cabeças de números também super educativo que só não fez maior sucesso porque veio seguido da Super Massa - concorrência desleal! hahaha.
Ganhou ainda brinquedos da Tia Belina, do Tio Roger, e além de brinquedos ganhou um moletom belíssimo da Tia Berna e mais meias e cuecas de Ziza e Tia Belina, que eu amei, claro!
A intençao do dia 12 era sair com ele para algum lugar que tivesse atividades voltadas para ele. A princípio pensamos no Sesc que haviam me falado que teria o dia inteiro de programação. Entrei no site e não vi nada de ais. O que seria interessandte aconteceu muito cedo - o show de mágica.
Depois a Ziza falou da festa que teria na rua vizinha com pula-pula e brinquedos para a criançada. Mas acho que a desorganização não deixou a festa acontecer como no ano passado.
Então optamos por ficar em casa mesmo. Meu alívio estava em saber que na quinta feira passada ele curtiu uma tarde inteira numa casa de festas contratada pela escola e que o gatinho foi super independente com os amigos, de van.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O risco cirúrgico

Estava marcado para a segunda, 05/10.
Sabe aquele dia em que tudo tá indo errado e você insiste em não ler os sinais?
Começou de véspera. Adriano amanheceu com um pêlo encravado no joelho que no final do dia já tinha virado um abscesso. Na segunda feira o joelho dele estava enorme mas por ser a perna direita ele disse que dava para dirigir.
Saí cedo do trabalho, nos encontramos no caminho, buscamos Arthur na escola e de lá partimos para Madureira - clínica CARPE, segundo indicação da pediatra.
No meio do caminho Adriano começou a sentir mal, com ânsia de vômito e cólica intestinal. O mal estar foi tamanho que ele não aguentou e parou para vomitar. Parou 01 vez. Parou de novo. E de novo. E mais uma vez. Foram 4 paradas. E eu sem muito como ajudar. O que eu podia fazer, fiz: comprar remédio em uma das paradas e insistir para que voltássemos para casa, o que ele não quis. Já era um dia perdido de trabalho de ambos. E fora o lugar que demorava a ter data disponível para a consulta. Tanto que esperamos 03 semanas por essa. Então ele dizia a cada parada que já estava melhor e seguia adiante.
Por fim, já em Madureira, paramos em frente ao Corpo de Bombeiro. Depois de alguns minutos parados ali, um homem parou ao ver o Dri passando mal. Eu falei que estávamos com criança no carro e por isso eu não podia sair para pedir ajuda. E então ele se identificou como sargento da corporação (ele estava à paisana) e indicou o quartel para dar atendimento médico adequada. Adriano levou o carro para frente do quartel e de lá já saiu amparado pelos soldados. O tempo que levei para tirar Arthur do carro, trancar tudo e chegar no interior do quartel já tinha sido suficiente para Adriano tomar plasil na veia e já estar bem melhor.
Só para simplificar: eu nunca vi atendimento tããããããão bom, gente tão humana e atenciosa.
Dos soldados aos paramédicos.
Foi Deus quem nos fez parar ali, tenho certeza!
Café, água, cadeira na sala com ar-condiconado para aguardar, balão feito com luva descartável para Arthur e até oferecimento para tirar foto do pequeno (que estava com a corda toooooooda!) no caminhão dos bombeiros - que eu realmente não tirei porque estava sem cabeça para amenidades (e depois me arrependi! rs).
Arthur ficou louco naquele espaço todo e queria correr de um lado para outro, quase me fazendo arrancar meus cabelos. Eu não sabia se corria atrás dele, se acompanhava o atendimento do Dri, se ligava para as pessoas da família para avisar, para a clínica que Arthur tinha hora marcada, uma confusão danada!
A médica colocou Adriano no soro para evitar removê-lo para um hospital (oi?) o que só não fazia porque estávamos com o Arthur. Mas disse que depois do soro ele estaria novinho em folha.
Com isso, liguei para a clínica para avisar do imprevisto e perguntar se poderíamos chegar com um pouco de atraso. E foi aí que eu vi a diferença tããããão grande entre um atendimento e outro.
A atendente, em tom seco, frio e calculista: "Senhora, se seu marido está passando mal é melhor a senhora ir pra casa e me ligar durante a semana para marcar a consulta outro dia". Expliquei que já havíamos esperado por essa consulta por três semanas. Que vínhamos de longe. Que dali a meia hora estaríamos lá. E ela foi taxativa: "Mas a médica não pode esperar!" Então tá, né! A gente pode esperar 2, 3 4 horas por um atendimento. O médico não pode esperar 30 minutos por um paciente. E é pago, hein!
Tão diferentes do Corpo de Bombeiros!
É claro, óbvio e evidente que nunca mais ligaria para aquele lugar.
No dia seguinte tive a brilhante ideia de ligar para o cardiologista da minha mãe para pedir uma indicação. A atendente: "3 anos que a criança tem? Acho que ele mesmo faz!" e confirmou com o Dr. Marcelo. E então no dia seguinte levamos Arthur lá.
Não levamos meia hora na sala de espera e menos ainda com o próprio Dr. Marcelo. Ele viu os exames que já foram feitos e nos explicou no que consistia o risco cirúrgico e como funcionava a sedação tanto para o Bera quanto para a cirurgia. Auscultou o peito do Arthur. Não precisou fazer eletrocardiograma por ele ser muito pequeno e não ter nenhum histórico de doenças cardíacas. E pronto. Menos de 01 hora e já tínhamos em mãos o risco cirúrgico assinado por ele.
E eu estou até agora me perguntando o que eu fui fazer lá em Madureira...
Próximo passo: Bera!
Mas vou deixar para ligar para a Clínica José Kós semana que vem, depois dos Dias das Crianças.
Agora deixa eu ir ali curtir 03 dias com meu filhote. Feriadinho é bom, né não?
Feliz Dia das Crianças para as que você tem em casa tá!
A minha há de ter um dia bem feliz tb!