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terça-feira, 31 de julho de 2007

Para descontrair

Estou resfriada...
Noite que passou eu senti tanto frio, tanto frio, mas tanto frio, que de nada adiantou o lençol, mais o edredom, mais o moletom com meias... tive calafrios e me contorci tanto, que eu acho que por isso o corpo amanheceu doendo... dói todo! Sabe quando a cabeça pesa mais do que o corpo e você não tem ânimo para nada? Quando seus olhos ficam pesados e você reluta em não se debruçar sobre a mesa do escritório e dormir ali mesmo, na frente de todos? Pois é, estou assim...
Como eu não tenho um chefe, tenho um anjo da guarda, ele logo me "mandou" ir embora. Como sou excelente funcionária, disse que não era necessário, que ficaria aqui mesmo, pois em casa era bem capaz de ficar pior. Eu sou da teoria que a doença só vai longe se a gente deixar... e eu não vou pra casa me deitar e curtir o resfriadão... ah, mas não vou mesmo!
Então fiquei por aqui, na net (com a autorização do chefe) e entrando em sites que eu nunca tenho tempo para entrar... eis que descubro essa brincadeira:
Você entra no Google e escreve o seu nome + a palavra precisa, e relata no blog as 8 coisas que você precisa. Eu fui lá e escrevi (Sandra + precisa). Desconsiderei o que aparecia repetido ou então o que não tinha nada haver... e olhem só o que apareceu:
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1. Sandra precisa de iluminação.
Será que vai faltar luz? Será que o Dri pagou a conta?

2. Sandra precisa muito de seu bom gosto para mudar o ...
Hum... o que será que depende do meu bom gosto...

3. Sandra precisa passar um tempo na fazenda.
Que fazenda? Alguém vai me emprestar as chaves de alguma porteira?

4. Sandra precisa de um advogado.
Aimeudeus! Para que hein? Se for alguma causa que me renda uns trocadinhos eu tô dentro!

5. Sandra precisa descansar, mas fez questão de estar aqui.
Foi o que tentei demonstrar para o chefe hoje. Embora morrendo, preferi ficar trabalhando (trabalhando é? rs)

6. Sandra precisa ser referida com urgência a um hospital.
Ai cacete, tô só resfriada gente!

7. O que a sandra precisa é de uns belos tapinhas na cara.
Como??????????

8. Sandra não precisa de recado para tomar suas decisões.
Totalmente decidida e auto confiante!
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Mas querem saber... não ter ido embora e ter feito a média com o chefe me rendeu um final de dia muito feliz:
Meu álbum chegou!!!!!
Gente, vocês não têm noção... é lindo mesmo! de verdade!
Amanhã vou tirar fotos para mandar pro Scrapblog (aimeudeus, vou ser destaque!), mas antes deixa eu tomar mais uma dose de trimedal com redoxon para amanhecer com uma carinha mais animada...

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Pequeno telespectador

No domingo Arthur cortou o cabelo de novo (sabe que não lembro se foi 2ª ou 3ª vez?).
Ficou com carinha de moleque, sabe? Menininho grande...
Lindo ele já era, isso não mudou! Mas ficou diferente... parece que espichou! rs
Tentei tirar uma foto para postar aqui, mas quem disse que consegui? Para deixá-lo quieto só colocando a Xuxa na TV, mas aí não temos poses direto para a câmera (coisa mais difícil ultimamente), no máximo uma sessão de fotos que não muda muito, ou melhor, muda sim. Porque no período em que o DVD está passando ele continua com o mesmo olhar fixo na tela, mas a carinha vai mudando... o sorriso aparece vez ou outra... ele deita, levanta, se larga na cama... mas o olhar fixo na tela continua lá... Não resisti e fiz um scrap!
O detalhe bem interessante é que eu ainda não sou firme para fazer scraps, sempre fico na dúvida dos papéis, dos elementos, saio mudando tudo... esse não! Acho que fiz em meia hora! Modéstia a parte eu gostei bastante do resultado...

Créditos:

Papel - More Lemon @ Lindsay Jane Designs
Frames e Alfas by Ksharonk @ Artistic Musings
Setas by Jan Hosford @ Digital Freebies
Estrela - In memory of Miles @ Christina Renee designs
Fonte BlacklightD
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Rapidinhas:
* Na quinta-feira passada foi a festa de 15 anos da minha priminha Maria Eduarda (é que para mim ela continua sendo a bebê que eu levava para brincar, dava papinha e me cuspia todo o danone da sobremesa). Arthur fez o maior sucesso (o único bebê da festa) e foi dormir somente quando entramos no carro para vir embora, 01:00 da manhã. Dá-lhe menino festeiro!
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* Estou revoltada comigo mesma: Perdi a Ciranda da Discovery Kids que ficou aqui no Rio até o dia 21 de julho. Só vi a propaganda no último dia à tarde e já tínhamos outro compromisso. Perdoa a mamãe, tá filho? Ano que vem eu juro que levo vc para conhecer os Backyardigans, o Clifford, o Doki, a turma do Lazy Town e os outros que vc tanto ama!
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* Ontem a Carla (Scrapblog) me mandou um e-mail. Adivinhem? Meu lindo-perfeito-exclusivo-único-álbum já está chegando... ela postou ontem! Lá-lá-lá! :)

quarta-feira, 25 de julho de 2007

A carta de outra mãe

Na segunda-feira postei aqui uma carta direcionada ao meu filho. Uma carta de amor. Uma carta de vida. Da vida que se tornou tão melhor com a presença dele...
Hoje, através do blog da Mic, tive acesso a uma outra carta. Infelizmente não uma carta de amor. Uma carta triste de uma mãe que perdeu seu único filho no trágico acidente da TAM.
O acidente que aconteceu no dia 17 de julho, mas que pelos depoimentos que já li e assisti, parece que poderia ter acontecido há muito tempo. Os que passam por ali dizem que isso já era previsto. Previsto? E ninguém fez nada? Cadê os órgãos responsáveis? Cadê o governo que deveria fiscalizar esses órgãos?
Bem, eu não tenho acesso ao Congonhas, nunca passei por ali e espero não precisar dele (!), mas isso não minimiza a minha revolta com autoridades que estão mais preocupados em sair bem na foto que vai aparecer no jornal, ou que ficam sentidos porque são recebidos por vaias num evento de grande porte. Passaram a semana muito mais preocupados em achar o bode expiatório para levar a culpa do que tentar resolver a questão e evitar que novos acidentes ocorram. Não vou me surpreender se no final eles disserem que a culpa foi do piloto. Como me surpreender num Brasil que tem profissionais tão capacitados mas que mandam para outro país restos do avião ao invés da caixa preta? Que vexame, meu Deus! Que vexame...
Ficam "satisfeitos" em ouvir que a culpa pode não ter sido deles e zombam da cara do cidadão fazendo gestos obscenos num lugar que deveria ser respeitado. Respeito? Respeito por quem? E o pior, justificam o ato dizendo que foi fruto da indignação que sentiram ao terem sido acusados...
São acusados, senhores governantes, porque estamos de saco cheio de vocês. São vaiados, porque estamos de saco cheeeeeio de vocês! Ouçam bem: Estamos de saco cheio de vocês!
Em que Brasil o meu filho vai crescer? Onde vamos parar?
Tenho sentido falta dos tempos dos cara-pintadas. Porque foi um tempo em que nos unimos e mostramos para eles quem era a voz do Brasil. E é essa voz que não pode calar...
Não vou pintar minha cara, mas vou divulgar aqui a carta da Sra. Adi, mãe de Luís Fernando, morto no acidente da TAM, que está sendo publicada em alguns jornais.
Gente, é só copiar e colar na sua caixa de mensagens e mandar para todos os seus contatos.
A Mic disponibilizou no blog dela os e-mails dos cretinos. Vamos entupir a caixa de entrada deles com a mesma mensagem, para que eles se toquem de que não estão agradando.
Eu já fiz a minha parte e POR ENQUANTO é o que posso fazer.
Vejam bem, POR ENQUANTO....
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CARTA DE UMA MÃE
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Aos governantes e à família brasileira,
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Perdi o meu único filho. Ninguém, a não ser outra mãe que tenha passado por semelhante tragédia, pode ter experimentado dor maior. Mesmo sem ter sido dada qualquer publicidade à missa que ontem oferecemos à alma de meu filho, Luís Fernando Soares Zacchini, mais de cem pessoas compareceram. Em todos os olhos havia lágrimas. Lágrimas sinceras de dor, de saudade, de empatia. Meus olhos refletiam todos os prantos derramados por ele, por mim, por seu filhinho, por sua esposa, por todos parentes e amigos. Por todos os sacrificados na catástrofe do Aeroporto de Congonhas.
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Há muito eu sabia que desastres aéreos iriam acontecer. Sabia que os vôos neste país não oferecem segurança no céu e na terra. Que no Brasil a voracidade de vender bilhetes aéreos superou o respeito à vida humana. A culpa é lançada sobre um número insuficiente de mal remunerados operadores aéreos ou sobre as condições das turbinas dos aviões. Um Governo alheio a vaias é responsável pelo desmonte de uma das mais respeitáveis e confiáveis empresas aéreas do mundo, a VARIG, em benefício da TAM, desde então, a principal provedora de bilhetes pagos pelo Governo. Que a opinião pública é desviada para supostos erros de bodes expiatórios, permitindo aos ambíguos incompetentes que nos governam continuarem sua ação impune. Que nossos aeroportos não têm condições de atender à crescente demanda de vôos cujo preço é o mais caro do mundo. Quando os usuário aguardam uma explicação, à falta de respeito ao cidadão juntam-se o escárnio e a cruel vulgaridade de uma ministra recomendando aos viajantes prejudicados que relaxem e gozem. Assuntos de alcova não condizentes com a reta postura moral e respeito exigidos no exercício de cargos públicos. Assessores do presidente deste país eximem-se da responsabilidade e do compromisso com a segurança de nosso povo exibindo gestos pornográficos. Gestos mais apropriados a bordéis do que a gabinetes presidenciais. Ao invés de se arrependerem de uma conduta chula, incompatível com a dignidade de um povo doce e amável como o brasileiro, ainda alardeiam indignação, único sentimento ao alcance dos indignos. Aqueles que deveriam comandar a responsabilidade pelo tráfego aéreo no Brasil nada fazem exceto conchavos. Aceitam as vantagens de um cargo sem sequer diferenciarem caixa preta de sucata. Tanto que oneraram e humilharam o país ao levar o material errado para ser examinado em Washington. Essas são as mesmas autoridades agraciadas com louvor e condecorações do Governo em nome do povo brasileiro, enquanto toda a nação, no auge de sofrimento, chorava a perda de seus filhos.
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Tudo isto eu sabia. A mim, bastava-me minha dor, bastava meu pranto, bastava o sofrimento dos que me amam, dos que amaram meu filho. Nenhum choro ou lamento iria aumentar ou minorar tanta tristeza. Dores iguais ou maiores que a minha, de outras mães, dos pais, filhos e amigos dos mortos necessitam de consolo. A solidariedade e amor ao próximo obrigam-nos a esquecer a própria dor.
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Não pensei, contudo, que teria de passar por mais um insulto: ouvir a falsidade de um presidente, sob a forma de ensaiadas e demagógicas palavras de conforto. Um texto certamente encomendado a um hábil redator, dirigido mais à opinião pública do que a nossos corações, ao nosso luto, às nossas vítimas. Palavras que soaram tão falsas quanto a forçada e patética tentativa que demonstrou ao simular uma lágrima. Não, francamente eu não merecia ter de me submeter a mais essa provação nem necessitava presenciar a estúpida cena: ver o chefe da nação sofismar um sofrimento que não compartilhava conosco.
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Senhores governantes: há dias vejo o mundo através de lágrimas amargas mas verdadeiras. Confundem-se com as lágrimas sinceras e puras de todos os corações amigos. Há dias, da forma mais dolorosa possível, aprendi o que é o verdadeiro amor. O amor humano, o Amor Divino. O amor é inefável, o amor é um sentimento despojado de interesse, não recorre a histriônicas atitudes políticas.
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Não jorra das bocas, flui do coração!
E que Deus nos abençoe!
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Adi Maria Vasconcellos Soares
Porto Alegre, 21 de julho de 2007.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

18 meses

Filho,
Não sei porque esse mês me deu vontade de falar diretamente para você. Falar que eu ainda custo a acreditar que você seja o meu filho, aquele que eu esperei por tanto tempo...
Eu sabia que te amaria independente das suas características físicas, se fosse gordo ou magro, se puxasse a mim ou não... Eu sabia que te amaria...
Sabia que aprenderia a cuidar de você, mesmo que meus medos não me dessem essa convicção a princípio. Eu sabia que mais cedo ou mais tarde conseguiria reconhecer seu choro de fome ou de dor. Eu sabia que conseguiria...
Eu sabia que sofreria por cada choro seu. Eu sabia que doeria em mim qualquer vacina, qualquer tombo, e sei que vou sofrer por cada desilusão que você venha a ter... Vai doer em mim saber que alguém te magoou e vou ter que aprender a lidar com isso... eu sei!
Eu sabia que teria que abrir mão de coisas que sempre amei fazer, que pelo menos nos seus primeiros anos de vida a minha (vida) não seria a mesma, que ao invés de assistir meus DVD's musicais eu teria que assistir Xuxa, Barney e similares. Que o meu repertório musical seria o que você escolhesse... Eu sabia que ia perder muitas noites entre amigos, muitas comemorações, badalações, muita bateção de perna. Eu sabia de tudo isso...
Eu também sabia que poderia deixar meio que de lado a minha feminilidade. Que poderia deixar de me arrumar, de comprar as melhores marcas, de olhar para mim... Sabia que deixaria de olhar para seu pai como homem e que ele poderia se sentir excluído, assim como sabia que ele passaria a me olhar somente como mãe e isso me magoaria também... Eu sabia que apenas com muito diálogo as coisas voltariam a ser como antes, sim eu sabia! E não é que voltou?
Sabe filho, a mamãe tem aberto mão de muitas coisas para poder viver de forma integral para você. Eu tenho vivido por você. Cada minuto do meu dia é pensando em você, no seu bem estar, na sua felicidade. Sei que poderia ser diferente, que deveria pedir ajuda a terceiros (além da que já peço quando não há outro jeito) para não deixar de lado minha individualidade, mas eu não consigo... Não consigo te deixar em casa para sentar num bar com amigos e falar de assuntos que já não me interessam como antes. Não adianta... Meu pensamento vai me trair e vai me levar sempre até você: se já mamou, se já dormiu, se sentiu a minha falta...
Mas sabe filho, eu não te culpo por nada disso. Porque eu sabia que seria exatamente assim...
Eu sei filho, que os anos vão se passar e eu vou sentir saudades do meu bebê.
Eu sei que você vai crescer e não vai ser a minha presença a mais importante... Que esse olhar de apaixonado que você me lança quando te ponho para dormir já não será dado para mim...
Eu sei que vou sofrer com isso... eu sei...
Mas eu sei que a minha felicidade vai estar na sua...
Sei que se você estiver bem, eu vou estar também...
Sei que seu amor por mim é único, como é o meu por sua vó Quinha, e que ele não vai acabar nunca, mesmo que amores diferentes apareçam para você. E é por isso que eu agradeço a Deus, todos os dias, pela felicidade plena de ter me concedido um amor assim, para chamar de meu, para sempre!
Sua mãe.


Créditos:

Kit: Fancy Free by KSharonK @Artistic Musigns/Fontes: Scriptina e DonnysHand

Consulta - 18º mês

Foi na sexta-feira (20/07).
Pela manhã o pai o levou para aplicação de reforço das vacinas tríplice bacteriana -DPT (difteria, tétano e coqueluche) e anti-poliomielite oral (paralisia infantil), e ficou meio enjoadinho no meio da tarde. Para prevenir dei uma dose de novalgina e a reação não foi adiante.
Chegamos no consultório da Dra. Mônica por volta de 17:30h e a criança estava com a bateria carregada. Não ficou do nosso lado nem por um minuto e mexeu em todos os brinquedos disponíveis (e até indisponíveis) da sala de espera.
Quando foi atendido, por volta de 20:30 (aff! eu já não aguentava mais!) lá estava ele, de sorriso aberto para a pediatra, que o agarrou com vontade!
Mediu 81cm e pesou 9.840 gramas.
Elogiou o avanço (mesmo não tendo ultrapassado a marca dos 10kg) pois ele aumentou 500g e 3,5cm, o que não havia ocorrido na última consulta (em comparando com a anterior).
Mostrei o cardápio da escola onde tem muito achocolatado e iogurte (que ela ainda não havia liberado) na hora do lanche e ela disse que agora é o momento ideal mesmo de começar com essa alimentação, mais voltada para o supérfluo, mas pediu minha atenção para não eliminar as frutas, que continuam sendo primordiais.
Questionei com relação aos resfriados que têm sido constantes, inclusive na quinta-feira ele voltou a corisar novamente, e ela disse não ter problema algum de administrar o decongex plus, mesmo que duas ou três vezes dentro do mesmo mês, e voltou ainda com 15 gotas diárias de redoxon + 03 gotas de própolis.
Manteve o asmax 2 vezes ao dia e o salsep à vontade nas narinas, mesmo contra a vontade dele que parece ter tomado pavor do bendito (não pode ver que esconde a cara!).
Incluiu um complemento alimentar que eu não conhecia, o PediaSure. Pediu para usar 01 colher de sopa em cada mamadeira. Na lata vem escrito "nutrição para crianças que não comem bem", mas como Arthur não se enquadra nessa categoria, eu não entendi o porquê... Na verdade eu acho que o peso dele já está começando a deixá-la intrigada sim, embora ela insista em dizer que é normal uma criança de 1 ano e meio não ter alcançado os 10kg... Mas ora, se é normal, para quê o complemento? Ela passou o mesmo complemento para meu sobrinho Bernardo, mas esse sim, não come bem (e segundo minha cunhada, depois do PediaSure o apetite está uma beleza), so... Não estou preocupada com o peso pena de meu filho mas já que ela passou o complemento vamos ver no que vai dar...
Conversamos bastante sobre educação. Temos a mesma opinião com relação a regras, respeito e o papo fluiu que foi uma beleza! Quando vi já eram mais de 21h e já estava na hora da mamadeira do Arthur. Pensam que ele estava reclamando? Nada. Chegamos em casa, subimos para a sogra, ele mamou e ainda filou o lanche dos adultos.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Momentos

O Baú da Vovó e do Vovô
Cheguei na sexta feira em casa e tinha um monte de novidades para ouvir...
Teve até apresentação do Ninho (turminha dele) e dançaram (?) ao som de Amor Perfeito (...eu conto os dias, conto as horas pra te ver...). Deve ter sido a coisa mais fofa!
Embora minha sogra tenha ido armada de fotos do casamento dela, e minha mãe também ter ganho pontos pois era a única com foto do neto na carteira, o prêmio da gincana foi pra turma do Maternal. Se bem que isso foi o que menos importou. Ambas se divertiram um bocado e até a Bia (minha sobrinha) foi na aba curtir a festa.


No sábado foi o “Arraiá d'us Carvalho” na Tia Bina.
Pela manhã fomos ajudar na arrumação e já tivemos uma prévia do que seria a noite. Bastou Arthur colocar os pés no quintal (O quintal!) e já começou a andar de um lado para o outro, sem rumo, encantado com as bandeirinhas (que as crianças estavam colando) e meio espantado pelo espaço enorme! Realmente fazia muito tempo que não o levava lá (e ela só mora a alguns metros da gente) e cheguei a conclusão de que sou uma pateta mesmo, pois na semana passada estava aqui me lamentando de não ter um quintal pro meu filho brincar quando a Tia Bina tá logo ali cultivando o quintal em que cresceu o Adriano e todos os primos. E vou dizer, eles tiveram uma infância muito feliz. O quintal que antes era da vovó, agora virou o quintal da tia Bina, mas embora muitos anos tenham se passado, os atrativos continuam os mesmos: o espaço aberto e enorme para correr ou soltar pipa, o valão para pegar peixinho (para mim essa estória é péssima e ainda estou me habituando com a idéia do Arthur pegar girinos com um pote plástico...) que as crianças AMAM (rs), o viveiro com galinhas e patos... E o verde, muito verde!
E é ali que a gente faz todos os anos o Arraia d’us Carvalho, uma confraternização entre a família, os agregados e os amigos.
Tia Bina compra 447 brindes para a pescaria da criançada e é necessário que cada pai leve uma sacola plástica porque ninguém sai com menos de 05 brindes. Arthur então... era um tal de um primo que ganhou isso e deu pro Arthur! O outro que não gostou do que ganhou e também deu pro Arthur, e ele, como AMA tudo o que é quinquilharias, saiu de lá abarrotado de presentes! Ganhou um sapo que fica iluminado ao dar cordas que foi a sensação! Ele ria tanto, tanto! E os estalinhos? A cada um que Adriano jogava no chão era uma gaitada maior que a outra. Ficou encantado com a fogueira acesa e foi um custo deixa-lo longe dela. Também curtiu muito os busca-pés que o Lin acendia e jogava nos pés da criançada. Vixe! Ele curtiu tudo! Comeu pastel, bolo, torta salgada... Só não dançou a quadrilha comigo e com o pai porque sinceramente, não teríamos braços que agüentasse! Enquanto dançamos ele ficou com a vó Quinha.
Bem, saímos de lá quase meia-noite, e a criança estava... ACESA!
Ele não dormiu muito bem a noite. Acordou umas três vezes na madrugada chorando (acho que deve ter sido resultado da noite agitada) mas quando acordou (às 8:00) era o mesmo bebê sorridente.

Fizemos o “enterro dos ossos” no domingo e Arthur curtiu mais ainda o quintal da Tia Bina. Pela primeira vez o levamos na rua de velotrol e ele já chegou no quintal feliz e contente. Foi no viveiro e viu as galinhas. Ficou andando atrás dos patinhos que circulavam livremente no quintal, quis pegar o papagaio (que até aprendeu a falar Arthur), viu o cachorro, e por fim o Dindo Zé Luis arranjou um balde de areia (que ele disse estar limpa... *e eu acreditei né?!*) e pronto... lá ficou a criança o resto da tarde, tirando e colocando a areia no balde, algumas vezes errando o alvo e acertando a própria boca, os ouvidos, as pernas, aff! Como eu estou seguindo o lema “porque se sujar faz bem!” e já que Omo lava tudo, fechei os olhos e o deixei curtir a infância!
Óbvio que chegou em casa exausto e mal tomou a vitamina e já estava apagado no sofá.
Enfim... o final de semana foi excelente do início ao fim!

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Na torcida

Hoje tem a abertura do Pan aqui no Rio.
Acho que é por conta disso que a cidade está tão vazia...

No início da semana Arthur voltou da escola vestido de uniforme do Brasil (as tias pediram que enviássemos uniforme de qualquer esporte), e embora a Beth tenha dito que tinha nadador, lutador de karatê, e jogadores de futebol de times diversos, ela foi enfática em dizer que Arthur era o mais lindo de todos. E eu acreditei, ora bolas! Ela nem é suspeita, nem nada! rs

Ontem na falta de ter quem o buscasse na escola, fui eu mesma! Também era dia da exposição dos trabalhinhos feitos por eles, e eu acabei matando dois coelho com uma cajadada só. Já cheguei imaginando a alegria dele ao me ver, mas quando chegou nos meus braços... estava aos berros! Como assim? Não era pra vir feliz como vai todos os dias pros braços da Beth? "Filho, é a mamãe..." (decepcionada com a recepção...), então tia Andrezza me explicou que na hora que estava saindo viu o amigo com uma mamadeira na mão.. e queria compartilhar! kkk
Êta bebê gulosinho da estrela!

Hoje é o Baú dos vovôs (e vovós). A festa é antecipada (o dia correto é 26/07) pois os alunos do turno normal estão entrando de férias. Arthur não tem férias por ser do integral. Beth levará a Quinha e a D. Olympia, e ficarei daqui bem ansiosa em saber o que estará acontecendo lá.

Amanhã é a Festa Junina (ops, Julina!) da Tia Bina. No ano passado Arthur ainda estava de colo, quase não curtiu. E como na festa da escola também estava enjoadinho, quero ver se amanhã ele vai se esbaldar naquele espaço todo!

Na segunda venho com muuuitas fotos.

Ah! Não esqueci minha promessa de postar os scraps antigos... é que ando mesmo meio sem tempo... Tentarei na próxima semana!

segunda-feira, 9 de julho de 2007

No quintal

Na trilha dos Backyardigans ("Temos o mundo inteiro no nosso quintal...") Arthur descobriu o quintal de casa.
Na verdade nós não temos um quintal... sabe aquele quintal enorme, com árvores, e bastante espaço para correr? Pois é... esse é o quintal dos meus sonhos que gostaria para meu filho. Um quintal como o que eu cresci, onde a gente catava a manga no pé e torcia para que a jaca ficasse logo madura. Hoje em dia aquele quintal tá feio, descuidado... não tem mais árvores... parece que meu pai morreu e o verde do quintal morreu junto... Agora é um quintal sombrio com as árvores secas e totalmente abandonado. Eu vou na minha mãe mas me recuso a olhar lá no fundo, onde está o quintal. Embora esteja nos meus planos derrubar a casa abandonada que tem lá e replantar tudo novamente, sei que o Arthur não vai ter a felicidade que eu e meu irmão tivemos ali... mas quem sabe meus netos?
Mas voltando ao quintal de hoje, na minha casa de casada (é que eu ainda falo que vou “lá em casa” quando me refiro a ir na casa de minha mãe... rs). Como você sabem eu moro embaixo da casa de minha sogra. São duas entradas: a de baixo (a minha) e a de cima (da minha sogra). Na minha, temos uma garagem (que é o meu quintal). Passamos pela minha área de serviço e damos de cara com a escada que dá acesso ao quintal de minha sogra (separado por aquele portãozinho de madeira que o Adriano fez, lembram?). No quintal de minha sogra tem um pequeno jardim (minha sogra ama plantas) que é onde mora a Dona Cacilda (a tartaruga de meu sobrinho Bernardo), um pé de manga (que a gente colhe no pé), a piscina e outra garagem (acoplada à churrasqueira). Tudo no piso, sem terra (como era o quintal de minha infância). Aí tem outra escada que dá acesso à casa de minha sogra. Ou seja, um quintal cheio de obstáculos. Sejam os lances de escada, seja a piscina, seja a falta de espaço aberto. E Arthur, só para contrariar, só quer estar nas áreas perigosas, rodeando a piscina ou subindo e descendo as escadarias, e como não há quem tenha coluna para isso, esse é o motivo para que ele esteja quase sempre preso dentro de casa.
Mas no sábado foi diferente. Eu fechei o portãozinho, espalhei na garagem (que estava imunda!) o balde de praia junto com as pás, sentei ele lá, e o incrível aconteceu! A criança se esbaldou de um lado para o outro. Rodava o balde pra cima e pra baixo. Pegava a areia imaginária e colocava e tirava do balde... Pegou a tampa do cesto de roupa e fez a festa! Peguei um banco e entrei na farra com ele... E que felicidade! A dele e a minha... Ele ficou totalmente livre! Sentou onde quis. Ficou com as mãos e os joelhos imundos, e a roupa (meu Deus!) acho que serão necessários alguns dias de molho no Omo, mas como já diz a própria propaganda “... porque se sujar faz bem...” eu acho que descobri a fórmula para dar um pedacinho daquela liberdade de minha infância para ele também...
Óbvio que saiu dali direto para o chuveiro e vou dizer... foi difícil pra caramba me livrar daquela sujeirada toda!
Na mesma tarde coloquei o velotrol no quintal também. Embora ele ainda esteja na fase de andar de ré, aproveitou ao máximo! Como não alcança os pedais, ele levanta os pés e espera que a gente o empurre.

O chuveiro
Até a semana passada ele estava tomando banho na banheira de bebê, com pé. Só que faz muuuuito tempo que ele não quer saber de ficar sentado... até aí tudo bem... Só que chegou num ponto em que ele não pára mais quieto um segundo e ainda descobriu que é muuuuito legal ficar abrindo e fechando o registro. Como minha altura também não é das mais privilegiadas, ele estava mais alto que eu, aí já viu né? Não há braço que agüente segurar a criança, passar o sabonete, tirar o shampoo e ainda ficar controlando o que ele está mexendo! Acho até que demorou muito! Tudo bem que o banho no chão continua sendo tão cansativo quanto, e eu sempre saio do banheiro também de banho tomado (kkkk) mas pelo menos o banho está mais completo...

Zoboomafoo
Tantas coisas para a criança aprender a falar e o que ela aprende?
Culpa da Beth que passou a manhã de sexta feira com ele, aí no sábado veio com a novidade: “Fala, Arthur: Zoboomafoo!” E ele, obediente: ...foooooo! Com o bico que é a coisa mais linda do mundo! Rs
E agora basta que a gente cante: “Eu, você e o Zoboomafoo” para que ele nos ajude com o seu “fooooo...”
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Dançando
Também foi no sábado que do nada ele começou a dançar ao som do Barney. Lindooooooo! E eu até registrei com o celular, mas a imagem ficou péssima! E a minha voz ao fundo... ninguém merece! Nem o Arthur! kkkk

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Quinha, a dona do dia de hoje!

Como já havia falado essa semana, hoje o dia é dela: da sapeca e arteira Quinha!
O post anterior fala de minha sorte nessa semana, mas não poderia deixar o dia acabar sem citar a minha sorte maior de todos os dias: a Quinha.
O pior que me aconteceu em maio foi a possibilidade de perdê-la. Quando cheguei no hospital e recebi a notícia da transferência para o CTI foi como se meu mundo tivesse dado uma pausa. Não lembro ao certo o que pensei, só me lembro do nó na garganta, no aperto no peito e na vontade de entrar lá no CTI e ordenar que ela reagisse, que ela não podia fazer aquilo comigo.
Não foi preciso, graças a Deus!
Quando pude vê-la, com aquela carinha de sapeca "Tô fazendo o que aqui?" tive que conter a vontade de pular no pescoço dela, de alegria (é claro!)... Ah, Quinha! Isso não se faz!
Deus sabe o quanto tenho agradecido todos os dias e o que eu puder fazer, eu juro que eu faço... Mas não quero (pelo menos pelos próximos anos) passar por aquele nó na garganta outra vez...
Mas o dia hoje é alegre, muuuuito alegre! Somente de comemoração!
A danada tá completando 5.9, não com tanta saúde como no ano anterior, mas VIVA!
E como nunca é demais repetir: Quinha, eu te amo!!!!!!!!!!
Já encomendei a torta, faremos cachorro quente e cantaremos o tradicional "parabéns pra você". Nada muito grandioso como ela realmente merece, mas com o sentimento de amor fluindo por todos os lados...

Créditos:

Kit: Adorable Mommy @ Scrapkut / Fonte: BlackJack

Pode entrar, querida boa sorte!

Pessoas queridas do meu coração que no mês de maio presenciaram, digamos, a má fase pela qual passei... venho informar que aquele momento passou! São águas passadas! Vá simbora danada da falta de sorte! Meu momento chegou!
Vocês sabem que eu ando arriscando um passinhos no mundo do scrap digital. Sou muito apaixonada, muito viciada, mas infelizmente não tenho muito tempo para me aprimorar. O pouco do que aprendi devo muitíssimo ao Scrapblog, um blog de meninas talentosíssimas (que eu me inspiro e rezo todas as noites para ser como elas quando crescer!) que dividem o que sabem com as que estão iniciando agora. Leitora assídua, passo por lá todos os dias, e vez ou outra deixo comentário. No mês de junho foi a comemoração do 1º aniversário do blog e vários posts foram em comemoração a essa festa, que na verdade também era um pouco minha, porque eu nasci no mundo dos scraps junto com a inauguração daquele cantinho.
O melhor da festa ficou para o final. Elas ensinaram a criar o álbum para que os scraps fiquem lindos e organizados. Como sempre faço imprimi o post e guardei na minha pastinha "aprendendo scrap digital" para quem sabe um dia colocar a mão na massa (no dia que tivesse coragem para revelá-los). E no final do post estava lá: o sorteio de um álbum personalizado dentre aquelas que comentaram durante todo o mês. So, eu estava concorrendo... mas... nunca ganhei nem palito de picolé usado, quem dirá um ÁLBUM DE SCRAP TOTALMENTE PERSONALIZADO...
Eis que ontem, na minha visitinha diária àquele querido amigo blog, estava lá:
SANDRA E ARTHUR!!!
Vocês acreditaram? Nem eu! Mas era verdade!
Tremi, gelei, gaguejei, dei um grito. Sim... eu ganhei!
Lá-lá-lá-lá-lá! Eu ganhei!
Ganhei! Ganhei! Ganhei! Ganhei!
Meu nome foi sorteado entre uns 100, e meu número era o 9.
Ai ai... é bom ganhar né?
Quando minha amiga Carlinha (já sou íntima de uma de minhas ídolas! rs) terminar o meu querido-amigo-super-álbum-personalizado-de-scrap eu posto aqui para vocês verem e babarem, tá?
E se você, assim como eu, tem muita vontade de aprender, passa . A satisfação é garantida!
Na segunda feita prometo começar a postar os scraps que já tinha feito referente ao desenvolvimento mensal do pequeno. Agora não adianta mais usar a desculpa de que não vou revelar por não ter onde guardar... Vou aprender na marra!
Equipe Scrapblog, mais uma vez, o meu muuuuuuuito obrigada!

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Bem família

Arthur já demonstra claramente a satisfação de ter nós dois por perto. Ele nos olha e suspira, sorrindo.
No final de semana foi assim.
No sábado, quando acordou, levei-o para nossa cama. Ele ficou naquele chamego gostoso, virava pro meu lado, virava pro lado do pai, uma delícia.
Na hora que o Adriano saiu para trabalhar e foi se despedir dele, o menino estava tão entretido com alguma coisa que não deu atenção pro pai. Quando ele ouviu o carro ser ligado na garagem, saiu em disparada e se jogou no colo do Adriano, que não teve alternativa senão tirar o carro da garagem com filhote ajudando na direção.
O mesmo tem acontecido quando o pai chega. Ele reconhece o barulho do motor e corre para a porta da cozinha para esperá-lo entrar. E o Adriano baba...
Quem também babou foi a Jacque. Chegou lá em casa no momento exato em que Arthur acordava, e ao invés de encontrar um menininho chato ao despertar, deu de cara com uma criança risonha. Aí ele andava na sala de um lado para outro e de repente parava na nossa frente rindo... Sei lá do que ele ria, mas a gente acabava rindo também, e assim ficamos um bom tempo, tentando (quase que em vão) manter um diálogo decente, com aquela criaturinha rindo da nossa cara...
E foi no sábado também que eu me flagrei encantada com meus meninos na maior farra... Adriano o girava no alto, jogava no sofá, virava pra lá e pra cá... Arthur amando a bagunça e eu babando com a cena de amor explícito entre os dois.

Eu e Dri tínhamos planejado uma ida ao Shopping, mas o pequeno estava tão feliz de um lado para outro empurrando um carrinho barulhento que eu não tinha coragem de cortar a brincadeira para arrumá-lo. Então ficamos ali um bom tempo, curtindo nosso molequinho e sua descoberta ao mundo dos automotores. Depois de algumas horas, já no shopping, sentamos para lanchar. Pedimos três sucos: um para mim, um para o pai e outro só para ele “de laranja e sem gelo, por favor!”. As compras também foram do Arthur: um tênis para a escola e uma calça jeans, já que as dele de uma hora para outra começaram a pescar siri.
Já entende claramente o significado de ir para a rua, e basta que ele perceba isso que dana a mandar tchau para quem estiver na frente. Até para a cozinha vazia, quando estamos fechando a porta para sair.
Na próxima sexta-feira haverá um passeio na escola que faz parte do projeto “Mundo Afora”. Irão para o Jardim Zoológico, mas Arthur não vai participar por alguns motivos: ele não vai entender muita coisa, não vai saber se comunicar, não acho seguro tantas crianças com as tias da escola num lugar tão aberto, e ainda achei muito caro... R$40,00 por pessoa. Tenho certeza que ele curtiria andar de um lado para o outro na Quinta da Boa Vista, e por isso já estamos programando um passeio em família até lá. Agora, Zoológico... acho que só quando ele começar a falar... E aproveitando que não haverá aula, Arthur ficará a parte da tarde inteirinha com a Vovó Quinha, que estará completando mais uma primavera na sexta-feira.

Hoje é dia de festa para a tia Belina. Tia Belina está na nossa família nos cercando por todos os lados. Ela é tia do Dri, mas eu a roubei para ser a "minha" tia também. E além de ser tia do Dri, ela também é sua madrinha. E além de ser sua madrinha de batismo, também é nossa madrinha de casamento. E agora, depois de nossa tia, e nossa madrinha, ela também é a Vovó do Arthur (como pediu que ele a chamasse desde seu nascimento!). Tem um coração enorme e me sinto muuuuuito privilegiada em receber sua visita dia sim, dia não (dias em que ela vai visitar o neto com o VôDindo Paulo - seu marido, nosso tio/padrinho (meu e do Dri) e do Arthur (que além de ser avô também é padrinho de consagração! rs) Entenderam? Não? Tudo bem! O fato é que nós os amamos e pedimos todos os dias para que Papai do Céu os abençoe para sempre!

Parabéns tia, o dia é todo seu!

E já que abri espaço para dar parabéns, vai também os parabéns para Gagau Alê, grande amigo, que está de casamento marcado com minha amiga/irmã Rô. Não sei quem tem mais sorte, ela ou ele. Acho que sorte maior temos nós, de sermos seus amigos. Ah! Mais que amigos... seremos padrinhos do casamento... que responsabilidade, não?!