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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

As festas!

A sexta feira amanheceu nublada. O único brilho que havia era o do Arthur, meu filho lindo. Naquele momento já um garotinho de 03 anos.
Eu já estava cansada de uma semana inteira de correria... Sabe como é né? Eu inventei de fazer tudo... de enfeite à pipoca.
Comecei os preparativos no domingo (quando fizemos as lembranças) e no dia da festa da escola eu ainda estava comprando coisas para fazer ou distribuir para a criançada. Cheguei em casa carregada de tralhas e ainda tinha que fazer pipoca, arrumar gelatina em isopor, e dar uma aumentada no molho do cachorro quente, que seria servido também no dia seguinte.
Sinceramente não sei o que seria de mim se não tivesse tido ajuda de algumas pessoas. Da minha sogra, principalmente. Minha mãe pouco pôde ajudar dessa vez, pois no domingo foi parar no PS com infecção urinária e ficou baqueada a semana inteira. Berna fez o molho do cachorro quente com Tia Belina e o resto eu fiz! Brigadeiro, sacolé, gelatina, pipoca.
Chegamos na escola e as crianças estavam todas dormindo o soninho da tarde. Foi o tempo de arrumarmos tudo. Às 15h a criançada desceu. Por último o dono da festa. A carinha dele... ah! a carinha dele... foi tudo! Ele não sabia se ria com a surpresa de nos ver ali ou se ria com a mesa montada, colorida, com os palhaços no painel. Um fofo! E curtiu, como curtiu. Correu de um lado para outro, dançou, roubou brigadeiro e jujubas da mesa, comeu junto com seus amigos pipoca e gelatina, enfim! Foi uma farra do início ao fim! "Tia, posso comer brigadeiro?" "Tia, me dá pirulito?" Era tão bom ver a carinha de satisfação de cada um deles quando eu realizava um pedido...
A festa que seria de 15h às 16h, rolou até 17h. Cantamos o "Parabéns pra você" e ele era só felicidade... Basta ver nas fotos o quanto ele curtiu!
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Tem mais fotos aqui.
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No dia seguinte amanheceu chovendo. Aquela chuvinha fina que promete permanecer o dia inteiro, sabe? Meu peito doeu. Como ia proporcionar um dia de piscina... sem piscina? Aff!
Mal saí da cama e já estava organizando as ideias para a mudança de planos. E por sorte a ideia veio bem rapidinho... bastou me lembrar do que anda rolando por aí pelos blogs e logo me veio em mente o novo tema da festa, seguindo a propaganda do famoso sabão em pó: "Por que se sujar faz bem!"
Deidei Beth e Tia Berna se mandaram para uma papelaria e voltaram de lá munidas de papéis coloridos, folhas de papel pardo, desenhos impressos, tintas, potes, pregadores coloridos, giz de cera, etc.
Berna trouxe o video game do Bernardo, mais o escorrego e mais uma mesinha de atividades que juntei com a do Arthur e mais o seu cavalinho de madeira. E assim criamos três ambientes: o canto do video game (alternando com o dvd), o canto da pintura e o canto playground.
Adivinhem o que aconteceu? Lá pelas 11h o sol resolveu aparecer... meio tímido, é verdade! Mas estava lá! Então o encontro ficou perfeito! Poucos se atreveram a entrar por causa do frio, mas os que entraram se esbaldaram... Arthur foi um deles!
Depois da piscina ainda assitiu seus DVDs favoritos: Backyardigans e Patiti Patatá. E também pintou. E também dançou. E também curtiu como no dia anterior. Exatamente como eu previ que seria: uma festa para a criançada, com muita pipoca, muita gelatina, muita pizza, muito cachorro-quente e muito sacolé!
Comprei tatuagens e as crianças amaram. E no final da festa ainda fizeram um campeonato de bolinha de sabão que foi muito divertido. Arthur se esbaldou. Vejam as fotos e digam se não concordam comigo?
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E tem mais fotos aqui tb!

Apesar de todo o meu cansaço físico no final de cada festa... de não ter podido convidar todas as pessoas que eu realmente gostaria (por não ter espaço físico em casa)... do sol não ter brilhado tããão forte... ainda assim... foi perfeito! Exatamente como imaginei que seria!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Não tem preço

Parabéns, meu menininho!
Amor maior da minha vida!
Parabéns, Arthur!
Que Deus te abençoe para sempre...

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Kit festa usado tanto na escola como em casa = R$66,00
Todos os outros itens que complementaram o kit = Uns R$130,00
O lanche servido = Uns R$150,00
Arthur, o maior presente que a vida poderia me dar = Não tem preço!!
Num mês de janeiro, mais precisamente há 3 anos, eu ganhei o meu maior presente: meu filho Arthur.
Foi, sem dúvida, o mais emocionante momento da minha vida, momento em que (quase) tudo se explica e a gente entende aqueles chavões que ouviu desde sempre, como “só sabe o que é filho quem tem um”.
De repente, de um segundo para o outro, a gente vê brotar não só uma nova vida, mas junto com ela o maior amor capaz de se sentir por alguém. Um amor incomensurável, maior do que qualquer tipo de amor já sentido antes, seja por pai, irmão ou qualquer namorado. Maior e diferente. Um amor que não se explica, que não se descreve, um amor maior, que talvez até nem exista e seja um folclore nosso, como que um acerto entre o cérebro e o nosso coração, coisa entre eles. A nós cabe e resta sentir. E passar adiante.
Como pode uma pessoinha daquele tamanho, que a gente acabou de conhecer, cujo caráter e personalidade desconhecemos, despertar um sentimento tão forte, que mal cabe dentro do peito? O maior amor do mundo todo para um mini humano, um projeto de gente... Coisa estranha...
No Arthur eu me vi desde o primeiro segundo que nossos olhos se cruzaram. No Arthur eu me vejo diariamente, a cada gargalhada, a cada lágrima, a cada cosquinha, a cada vez que ele gira qualquer coisa como se fosse um peão, a cada chute de bola ou brincadeira com seus carrinhos, a cada saída de manhã cedinho para o colégio... No Arthur vejo um complemento de mim e não consigo compreender como vivi quase 30 anos sem a presença dele.
Hoje tenho 32 e ele três. E muitas vezes ainda me pego olhando-o dormindo, velando seu sono, um sono tranqüilo, pacífico, sem preocupações com contas que vencem no dia seguinte ou com o eletrodoméstico que tem que ser consertado.
Arthur não tem que ficar horas em casa esperando o rapaz da NET, que vem entre 10 e 18h. E usa o uniforme do Flamengo sem nem saber da existência de seus jogadores. E isso me faz voltar a outro chavão, outro que ouvi diversas vezes de minha mãe antes d´eu completar a maioridade: aproveita esta fase da vida, que é a melhor de todas. Eu ignorava, achava “papo de velho”, “caretice”, queria era fazer logo 18 anos pra poder ter minha independência, meu carro, entrar em todas as boates, não dar satisfação a ninguém. Tudo bem, desde que eu virei mãe meus problemas passaram a ter outra dimensão. Eu os seleciono. Claro, sou humana, e ficar esperando o rapaz da NET ou ter que encarar uma blitz da PM de madrugada, quando apenas quero voltar pra casa, me incomodam, sempre vão incomodar. Mas já sei que existem coisas mais graves. Ou menos graves. Ou – simplesmente – que nada é tão grave quanto parece.
Quando chego em casa, ainda mais num momento de muito trabalho, é fundamental um pit stop no quarto do meu pequeno, onde ele muitas vezes já se encontra nos braços de Morfeu, dormindo o sono dos justos, sonhando com o dia seguinte e sua agenda lotada de compromissos: ter que ir pra escola ou para a casa da vovó; correr pela casa “voando”; pilotar o seu velotrol do cebolinha; ver o DVD do “Patati Patatá”; jogar bola no quintal...
São dois sentimentos. O que justifica tudo, toda correria, tanto trabalho em busca de um lugar ao sol e os respectivos benefícios que isso traz. E o oposto, de não esquentar a cabeça com nada, que não se deve estressar à toa, tentar resolver problemas insolúveis, abraçar o mundo com as pernas.
Nos dois sentimentos, uma coisa os une: Arthur.
Nos dois sentimentos, a mesma sensação: nenhum deles tem preço.
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(Texto original: Bruno Mazzeo (pai apaixonado do lindo João).)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

03 anos - tá chegando!

E já chegamos na semana em que meu filhote completa seus 03 anos de vida.
Como é um menininho de sorte (e eu também! rs), a partir desse ano a escola passou a permitir que aniversários sejam comemorados lá, na hora do lanche (até então elas faziam apenas uma comemoração para todos os aniversariantes do mês).
O único problema seria o fato de que ele está de férias, ou melhor, em colônia. E o que poderia ser um problema, se tornou uma solução. Ao invés de ter uma festa apenas na hora do lanche e somente com sua turminha, ele vai ter uma festa com TODOS os amigos de colônia, ou seja, com TODOS os seus amigos do integral (e isso inclui sua turminha do Ninho).
Na sexta feira veio a lista de convidados: 20 crianças.
O que eu sabia que acontecia por aí nas escolas é que somente se leve o bolo na hora do lanche e só! Ah sim, presença do pai e da mãe.
Lá não. Como é a primeira festa realizada na escola (acho que ainda estão testando o formato) a diretora liberou mesa de bolo com balões, toalha, painel, pipoca, gelatina, brigadeiro, e mais 04 convidados, além de mim e Adriano.
Virou festa né?
Então descobri uma loja que já vende um kit festa pronto: painel, bolas, toalha de mesa, caixa de bolo, vela, piruliteiro, baleiro, papel de bala, guardanapo, pratos, lembranças. E meu trabalho foi altamente reduzido. Como eu não posso ir às compras, principalmente se estiver acompanhada de uma amiga cheia de idéias, é óbvio que eu gastei quase três vezes o valor do kit, que seria quase que suficiente para fazer uma daquelas festinhas caseiras que a gente não vê mais por aí...
Mas levando-se em consideração que o mesmo kit será usado duas vezes, acho bem que ainda estou no lucro.
As comemorações serão assim:
Na sexta-feira (23/01) comemoramos na escola, com todos os seus amigos, naquele pátio "horrível" de tanto espaço e com tantos brinquedos.
No sábado (24/01) comemoramos em casa, com um banho de piscina com todos os primos e amigos mais próximos e o "parabéns" no fim da tarde.
Lembram daquelas festinhas com uma mesa cheia de balas e pirulitos espalhados? Pois é. As festas do Arthur serão assim. Com muita pipoca, gelatina, sacolé, pizza e cachorro quente. E querem saber do que mais? Eu tenho certeza que ele vai se divertir muuuuuuito! Só preciso rezar para que não chova...
Por que a idéia da piscina? Bem... Lá em casa eu não tenho espaço livre de perigo. Ou são os dois lances de escada que dão acesso ao quintal e à casa da minha sogra, ou é a própria piscina que não é cercada e não me dá sossego. São os locais que Arthur mais gosta de explorar no quintal. Fazer festinha sem espaço pra criançada se esbaldar de correr não é legal (até porque ia sobrar mesmo pro interior da minha casa)... E sem espaço (e até dinheiro) pra colocar daqueles brinquedos que criança adora (cama elástica, piscina de bolas, etc) chegamos à conclusão que uma festinha caseira com um banho de piscina ia ser a melhor solução tanto pra gente (financeiramente) quanto pro próprio Arthur, que vai se esbaldar do jeitinho que ama: com suas bóias de braços, livre, cercado de primos e de todos que o amam.
Ah sim! O tema. Baseando-me na sua preferência atual que é o "Patati Patatá", não poderia fazer de outro tema que não fosse de "Palhaço". E é tão colorido, tão lindo e tão fácil que não poderia ter escolhido melhor.
Rosana (a minha amiga cheia de idéias) me ajudou a bolar um pote de jujubas que, modéstia a parte, ficou lindo. E por um precinho bem justo, viu?
Como quem tem amigo não morre pagão, ontem mesmo juntamos uma turma e os potes já ficaram prontos, assim como as balas embaladas (thanks Vanessinha!), pirulitos com cromos de palhaços (thanks cunhada!) e convites da escola prontinhos da Silva!
Essa semana passo as noites fazendo sacolé, gelatina, brigadeiro e montando sacolinha surpresa.
Acho que no final vai sair melhor que o planejado. Acho não, tenho certeza.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Algumas novas...

Depois de um breve momento sem ter apetite alguma, eis que Arthur voltou a ser o comilão de sempre.
Engraçado como a criação de certas rotinas ajudam. Basta me ver com o seu prato na mão que corre para a sua mesa, se acomoda na primeira cadeira que vê pela frente (ele tem 03) e já fica prontinho me esperando servi-lo. Come sozinho, mas eu prefiro ajudar, para não corrermos o risco de ficar ali por umas duas horas. Exceto o danoninho, que ele não deixa nem eu encostar a colher.
Continua apaixonado por macarrão. Se ele já estiver mamando e eu aparecer na frente dele com um prato de miojo, por exemplo, com certeza ele vai largar a mamadeira e vai se colocar a postos na minha frente aguardando a sua garfada.
Continua seletivo e faz cara de nojo para determinados legumes, em especial os de cor. O jeito continua sendo camuflar no feijão.
Tem umas duas semanas que decidi que vou tirá-lo da mamadeira. Ele ganhou um copo com canudo e eu comprei um copo com válvula. Ele não quis. A água ou qualquer suco ele sempre aceitou. Bastou eu colocar a vitamina lá e o próprio leite com mucilon que parecia que o copo tinha pimenta. Ofereci em um, em outro, e nada. Esperei dar bastante fome e nada. Já eram quase meia noite quando eu desisti e dei a mamadeira. Tá. Eu sei que não deveria ter cedido. Mas pensa bem... foi a primeira tentativa. Relevem.
Por outro lado, a mamadeira da tarde, com vitamina, eu já cortei.
Da mesma forma como o leite noturno, tentei dar no canudo. Recusou. Tentei no copo. Recusou. Dei de colher e como a fome já era negra, aceitou.
No último final de semana ao invés da vitamina como lanche da tarde, inovei com um prato de mingau de farinha láctea. E então me convenci que o problema do Arthur é genético. Como eu, ele é altamente avesso ao novo. Como pode rejeitar um prato de farinha láctea? O que tem de mais delicioso na face da Terra? Pois é. Bastou ver o prato com o mingau que torceu o nariz. Insisti, insisti, enfiei à força uma colherada na boca dele e pronto. Raspou o resto que ficou no prato!
Também tem sido assim com sopa de legumes. Olha, faz cara de nojo, torce o nariz. Eu "enfio" a primeira colher, ele descobre que é bom, e como o resto com gosto.
Vai entender...
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Tem um tempinho que comprei o redutor de assento para ele usar o vaso. Nada. Ele fica lá horas e não faz. Nem uma gota de urina sequer. Desisto, coloco a fralda e pode contar... um minuto e ele urina na fralda.
Ainda não me aventurei a deixá-lo só de sunga e vou explicar o porquê. Não faz sentido eu tentar desfraldá-lo sozinha. Não faz sentido eu tentar desfraldá-lo se ele ainda não aprendeu que xixi se faz no vaso. Ele não fala. O xixi ou o próprio nº2 ainda não o incomodam. Ele não sabe avisar. E eu só estou com ele o dia inteiro no domingo. Não vou passar a única manhã que tenho com ele sentada na sua frente no vaso sanitário. Vai acontecer naturalmente. Tenho fé.
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Está naquele momento "in love" por Patati Patatá.
Engraçado que no ano passado fomos numa festa em que eles foram contratados e ele não deu a mínima. Tava mais preocupado em acabar com as batatas fritas da festa (rs). Agora eu mostro as fotos que tiramos com a dupla e ele abre o maior sorrisão.
Duas, três, quatro, cinco, quantas vezes eu repetir o DVD ele estará lá, na frente da TV, morrendo de rir dos palhacinhos simpáticos.
Bem que a Mel me avisou. :)

Ano Novo

Passamos a noite na minha sogra, como sempre.
Após a virada, o tradicional Amigo Oculto. Arthur só dormiu às 3:00. Curtiu a noite inteirinha. Mal humorado para tirar fotos, mas tudo bem. Correu muito de um lado para o outro com os primos.
No amigo oculto tirou Graziani, seu 2º pai.
Tia Belina, sua puxa-saco, foi quem lhe tirou. Ganhou uma tartaruga desmontável que o acompanha até hoje num monta/desmonta incrível!

Mal amanheceu e já estava dentro da piscina. Em pouco tempo os primos foram chegando e ele curtiu horrores até o fim da tarde, quado não aguentou de cansaço e capotou.

Mais fotos, aqui.