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terça-feira, 26 de agosto de 2008

Vídeos

Eu fico com preguiça de baixar no YouTube e quando vejo tem vários vídeos acumulados...
Nesse primeiro, enquanto a repórter explicava a queda de Diego Hipólito nas Olimpíadas, Arthur se escangalhava de rir... Ninguém merece!

No segundo, a apresentação do Dia dos Pais. Nesse ano não houve a habitual festa, já que muitas pessoas confirmaram presença, porém não compareceram com o $$. Com isso a festa foi cancelada e o dinheiro daqueles que pagaram (nós, por exemplo) foi devolvido. Após protestos no Encontro e Pais e Mestres, já que os pais que pagaram não podiam pagar pelos que não cumpriram com o combinado, muito menos as crianças, que passaram dias ensaiando a homenagem, a escola voltou atrás e marcou para a sexta feira passada uma simples apresentação para os pais que pudessem ir. E que bom que elas voltaram atrás, porque diferente das outras apresentações, Arthur deu show batendo seu tamborzinho num repente criado pelas tias.

E por fim Arthur saboreando um de seus pratos preferidos: miojo.
É nogenta a imagem do miojo, eu sei. Mas vale como registro de como a coordenação motora dele está boa. Ele simplesmente devorou o prato em minutos (faço metade do pacote) e dali foi direto para o chuveiro lavar a lambança.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

No quintal da Tia Bina

Lembram do quintal da tia Bina né?
Pois então! Já fazia tempos que não levávamos Arthur lá, ainda que o quintal seja ali pertinho da nossa casa... Aí no domingo Adriano aproveitou o dia lindo que fazia, e armado de câmera fotográfica de um lado, e velotrol do outro, lá foram os dois para o passeio matinal. Enquanto eu fiquei em casa organizando a bagunça da semana.
Adriano disse que ele ficou louco no meio de tantos patos, gansos, galinhas, peru, codornas... Fora os patinhos que acabaram de nascer...
Que bom ele ter a oportunidade de contato com a terra, com a natureza... Como eu tive na minha infância! Hoje em dia tá tudo tão cinza de cimento e asfalto não é?
Vejam as fotos, e me digam se não um lugar pra ser feliz...


terça-feira, 19 de agosto de 2008

Reunião escolar

No último sábado aconteceu o 3º encontro de pais e mestres.
O que ouvi de meu pequeno foi o seguinte:
- Está comendo sozinho e geralmente não aceita ajuda. Sempre repete as refeições. E se for bolo para o lanche pode ter certeza que ele vai comer 2, 3 fatias.
- Ainda não se sente seguro com o vaso sanitário (desde o início da semana passada veio o aviso na agenda de que iniciariam o desfralde diurno e ele passou a semana ficando de cuequinha umas duas horas por dia) e ainda não houve qualquer progresso com o desfralde. O bom foi poder ouvir experiências de outras mães, cujos filhos já passaram pelo desfralde, e entender que é realmente um processo lento e que vai exigir paciência. Na verdade, a pior parte vai ficar por conta da escola, já que ele passa o dia inteiro lá.
No final de semana fiz o que a escola orientou, mas nas duas horinhas em que o deixei de cuequinha e nas diversas vezes em que o levei no vaso, nada aconteceu. Se agarrava em mim com medo de cair lá dentro e no final acabou foi urinando no chão, segundos após tirá-lo do vaso. Eu bem que queria comprar um penico mas fui convencida de que não daria certo já que na escola ele usa o vaso (infantil). Então fui na loja para comprar um adaptador e quem disse que consegui? Um era enorme e pelo que vi ia ficar sambando no vaso, já que não tinha encaixe apropriado. E o que tinha o tal encaixe era pequeno para o meu vaso. Aff! Já vi que vai ser difícil...
- Tia Andrezza contou que ele é o xodó da tia Adriana e essa admitiu que o mima mesmo. E acrescentou que quando chega na escola (por volta de 09:00h) geralmente é a hora em que ele está no parquinho e basta chamá-lo de longe que ele vem correndo ao seu encontro de braços abertos. Era para eu sentir ciúmes né? Mas sinto não! Eu bem sei do quanto ele é apaixonado por ela e fico é feliz com essa reciprocidade.
- Que a salinha de audiovisual tem sido o lugar predileto de toda a turminha. Mas que lá ele não vê Cocoricó já que uma das amiguinhas tem medo. Hahaha
- Que estão trabalhando com eles a perda de direitos. Que basta que algum deles apronte alguma coisa, seja não querer dividir um brinquedo ou não obedecer as tias, que elas tratam de perguntar se querem perder o direito a isso ou aquilo (brincar no parquinho, assistir algum DVD, tocar instrumentos - eles têm aulas de música lembram? rs) e imediatamente eles obedecem. Que NUNCA falam em castigo, pois não faz parte da filosofia da escola.
Fiquei então imaginando como conseguem "negociar" com Arthur já que ele não fala. Aliás, na reunião começou a me incomodar o fato dele ser o mais velho da turma e ser o único que ainda não fala. E eu até perguntei isso para elas. Tia Adriana foi quem me respondeu. Disse que ele já anda falando mais do que falava a alguns meses atrás. Que basta ele descobrir que os sons que emite em forma de monólogo podem se transformar em palavrinhas. Ela acha que ele fecha o ano falando tudo e eu torço realmente por isso.
Eu não queria ficar ansiosa com relação a esse atraso, eu sei que cada criança é diferente da outra, e que não é certo ficar fazendo comparações de meu filho com outras crianças, mas é muito estranho você passar uma reunião inteira ouvindo coisas que os amiguinhos falam uns para os outros e não ter o que ouvir de seu filho. Puxa, a Maria Victoria, filha de uma amiga da Ziza, que completou 01 ano em maio já repete tudo o que a gente pede. Coisa linda de ouvir...
Eu sei que ele vai falar, não tenho dúvidas, mas começo a pensar se já não seria o caso de procurar uma fonoaudióloga...
Enfim...
Vou tentar pensar nisso depois!
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Segue a avaliação bimestral do 1º bimestre:
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Lembrando que eles utilizam as seguintes legendas:
S - Sim
N - Não
ED - Em desenvolvimento
NT - Não trabalhado no bimestre.
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Linguagem Oral (organização de idéias e pensamentos)
- Relata fatos já acontecidos: N/N
- Repete palavras e sons emitidos anteriormente: ED/ED
- Pronuncia corretamente as palavras: N/ED
- Reconhece e nomeia pessoas de seu convívio: ED/ED
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Linguagem Escrita (coordenação motora)
- Interessa-se por atividades com giz de cera, cola colorida e tinta: ED/S
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Noções Matemáticas (cor, tamanho, formas geométricas e números)
- Identifica objetos quanto à cor: NT/N
- Associa objetos de acordo com a cor: NT/N
- Identifica objetos quanto ao tamanho: ED/ED
- Associa objetos de acordo com o tamanho: ED/ED
- Identifica objetos quanto à forma: NT/NT
- Associa objetos de acordo com a forma: NT/NT
- Interessa-se por atividades com números: NT/NT
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Noções de Corpo Humano
- Desenvolve movimentos corporais: ED/S
- Reconhece as partes do corpo: ED/S
- Nomeia as partes do corpo: N/ED
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Educação Física (desenvolvimento psicomotor)
- Executa a locomoção arrastando-se: ED/ED
- Executa a locomoção rolando: ED/ED
- Executa a locomoção engatinhando: ED/ED
- Executa a locomoção andando: ED/ED
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Educação Musical (sons e ritmos)
- Respeita o movimento de iniciar e parar de tocar os instrumentos: ED/N
- Executa movimentos próprios de acordo com a pulsação da música: ED/ED
- Localiza a direção dos sons: NT/NT
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Atitudes gerais:
- Entra na escola com tranquilidade: ED/S
- Relaciona-se bem com a professora: S/S
- Aceita os limites da rotina escolar: ED/ED
- Participa das atividades dirigidas: ED/ED
- Participa das atividades livres: ED/S
- Aceita, com facilidade, as situações novas: ED/ED
- Apresenta reações de medo: N/N
- Relaciona-se bem com os amigos: S/S
- Divide seu material ou objetos pessoais: ED/ED
- Apresenta reações de choro diante de determinadas situações: ED/ED
- Atende às solicitações das professoras: ED/ED
- Encontra, sozinho, soluções para dificuldades na rotina escolar: ED/ED
- Segura objetos de uso diário: S/S

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

O Dia dos Pais

Desde que Arthur nasceu o Dia dos Pais deixou de ser um dia triste para mim.
No período compreendido entre 2002 e 2005 foi um sofrimento só...
A vontade era de riscar o Dia dos Pais da agenda... de dormir e só acordar no final do dia... ou de nem acordar... Eu queria mesmo era que esse dia deixasse de existir...
Nada contra os outros pais, mas eu não tinha o MEU... Comemorar o quê? Comprar presente para quem?
Não tinha o menor sentido.
Mas aí Arthur nasceu. E o Adriano virou o pai do meu filho.
E o dia voltou a existir...
Não que eu não sinta (e muito) a ausência de meu pai, mas saber que eu preciso "ajudar" Arthur a preparar uma bela surpresa para o pai me alivia da angústia de antes.
Enfim...
Acordamos ontem com uma chuvinha bem fina lá fora e um friozinho que pedia nossa presença na cama por mais tempo... Catei Arthur do berço, fiz a mamadeira e ali ficamos...
Aproveitei que o Dri foi pro banheiro, peguei os presentes e escondi embaixo do edredom. E quando ele voltou: tcharan! A surpresa! Uma nova camisa do flamengo para ele, e mais uma de brinde para o filhotinho.


Acho que ele gostou!
Já tinha tempo que reclamava o fato de Arthur não ter uma camisa do mengão (time de coração), então acho que fiz a escolha certa.
Por outro lado, eu torço muito para que ele cresça e continue no mesmo time (ainda que a gente tenha escolhido por ele! hahaha). Já imaginou se ele vira vascaíno e me pega essa foto lá na frente? "Pô mãe! Da onde tu tirou que eu ia ser flamenguista?!" Vixe, quero nem pensar! Ia ser muito desgosto pro pai dele! hahaha
O almoço, como todo ano, foi churrasco.
Arthur acordou muito bem, mas quase na hora do almoço ficou enjoado, choroso e nem quis almoçar. Mas não era como choro de manha, era um choro sentido, como se estivesse sentindo alguma coisa. Se ele não estivesse muito bem minutos antes de começar o chororô (estava gargalhando na frente do computador da Beth, no site do Discovery Kids, então Bernardo chegou e tiveram que dividir o tempo na frente do PC) eu diria mesmo se tratar de alguma dor. Mas como o choro também não passava por mais que a gente acalentasse, meu sogro resolveu dar uma rezada nele. De imediato ele se acalmou. Comeu umas colheradas de geléia de mocotó e minutos depois estava dormindo. Acordou outro, quase três horas depois.
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Ah! No meio do dia recebemos a notícia de que Rô e Alê (que se casaram em março e fomos padrinhos, lembram?) estão grávidos! Êta felicidade! Vem aí: Davi ou Luana!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Consulta

No início da semana Arthur teve consulta com a pediatra.
Depois de toda aquela demora para ser atendido, Arthur já sem paciência, já tinha comido metade de um pacote de biscoito alheio (e de maizena ainda por cima!), já tinha futucado a bolsa da criança ao lado (onde ele "achou" toda a coleção em miniatura do Cocoricó) e feito escândalo (por que o menininho depois de atendido foi embora e ele queria os bonecos para ele)... Enfim! Chegamos lá às 16h e saímos às 20h.
Dra. Mônica já não sabe mais o que me dizer a respeito do nariz que não pára de escorrer. Disse que ele tem todos os indícios de ter rinite alérgica (para mim não são indícios, eu tenho absoluta certeza!). Mudou o descongestionante nasal Noex para Plurair (e que devemos espirrar à noite e não mais pela manhã). Além disso, passou Claritin D (1,5 ml 2x ao dia) por 10 dias e após iniciar o uso do Noripurum + Cewin (10 gts de cada 2x ao dia) por 03 meses.
A novidade do mês ficou por conta da medição de altura que ao invés de ser deitado na maca passou a ser em pé (já é um rapaz!) e por conta disso a medida dele diminuiu de 89cm para 88cm. Vai entender?
O peso aumentou para 10.840. Segundo ela um aumento muito bom se levarmos em consideração os aumentos anteriores.
Ah! Agora ele também tem pressão arterial verificada! 70x40. Muito boa para a idade dele, segundo Dra. Mônica.
Que mais, que mais?
Semana passada ele andou acordando de madrugada e só dormia de novo quando dávamos metade de uma mamadeira, que eu estava vendo mais como um consolo do que qualquer outra coisa. E eu não estava achando certo, depois de grande, ele começar a acordar no meio da noite.
Dra. Mônica foi quem deu a luz: Disse que não é nem pela questão de retrocesso, e blá-blá-blá, mas que NÃO É SAUDÁVEL ele mamar de madrugada. Chegamos à conclusão que o intervalo entre a janta (às 18:30h) e a última mamadeira (às 21h) é pequeno e então ela sugeriu que tentássemos dar a mamadeira um pouco mais tarde, para que ele esteja com mais fome e mais sono. Dito e feito! Passamos a dar a mamadeira às 22h e ele voltou a dormir direto.
O dentinho dele continua quebrado (cadê tempo do Adriano levá-lo na Marcella?) e o do lado está escurecendo... Dra. Mônica disse que para clarear só fazendo canal. Sinceramente? Não vejo assim tãããão necessário submetê-lo a um tratamento de canal para fins estéticos... enfim! Vamos ver!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Sobre amamentação

Todo ano a Denise Arcoverde promove a blogagem coletiva em comemoração a Semana Mundial da Amamentação.
Em 2006 eu participei.
Em 2007, sei lá porque motivo, fiquei de fora. Acho que não me lembrei e não devo ter passado em nenhum blog que citava o tema.
Enfim... Volto hoje, dois anos depois, levantando a mesma bandeira.
Acho válido reproduzir meu texto de 2006 (na época Arthur estava com 07 meses):

Desde antes da gestação eu sonhava com o momento em que estaria com meu bebê nos braços e amamentando-o. Na verdade, naquela época, simplesmente achava bonito. Não conhecia ainda a real necessidade. Via apenas cenas de mulheres amamentando e pensava na poesia daquilo. "Nossa! Que ato de amor!" pensava. Mas pensava no ato físico em si.
Amamentar gera um contato entre mãe e filho sim, mas, muito além do contato físico, tem o contato afetivo, o sentimental. O elo que se une após o corte do cordão umbilical. E esse elo, eu só vim a conhecer quando passei a amamentar.
Como mãe de primeira viagem devo dizer que foi muuuuito difícil tampar os ouvidos para as opiniões alheias. Tem uma cena que não vou esquecer nunca: Eu tentando dar o peito, o Arthur não conseguia achar o bico... e chorava... e berrava... de fome tadinho! E eu fiquei mesmo entre a cruz e a espada, com medo de naquele momento saciar a fome dele com NAN e ele se acostumar com a facilidade e rejeitar o peito depois... enfim... Para me "ajudar", um mundo de gente em volta dando palpites "Dá chazinho! Dá NAN! Fulana deu NAN e nem por isso o bebê deixou de pegar o peito depois". O que fiz? Expulsei todo mundo do quarto. E chorei junto com o Arthur. Minha mãe fez o chá para mim e o NAN para o Arthur. Naquele momento não havia realmente outra alternativa. Eu já estava no meu limite e não conseguiria persistir por mais tempo. E também não poderia deixar o bebê berrando para justificar uma vontade minha. Ele não conseguia fazer o bico... nem eu conseguia ajudá-lo. Dei o NAN contra vontade, mas dei. Mas não me martirizei depois. E também não desisti. Na próxima mamada lá estava eu, pronta para uma nova tentativa. Foi muito difícil, mas conseguimos, eu e ele! A partir dali uma nova dificuldade, meus seios ficaram feridos, em carne viva... mas quem disse que mãe sente dor? A dor estaria no meu interior, em não conseguir amamentá-lo por uma dor física, essa a gente supera com uma boa pomada (falar agora parece ser tão fácil...) Algumas vezes tinha mesmo que controlar o meu impulso em arrancá-lo do bico, tamanha a dor... Graças a Deus (acho que só ele mesmo!) conseguia fechar os olhos, morder minha própria mão, mas o mantinha ali.
A dor física resiste até hoje, a pele do meu bico é muito fina, mas óbvio que a dor de hoje nem se compara com a dor do início.
Claro que hoje a sensação é muito diferente. Voltei a trabalhar no quarto mês e não consegui tirar na bomba o suficiente para alimentá-lo por todo o dia. Também sem me martirizar incluí as frutas e as papinhas ainda no seu quarto mês. Durante o dia ele tem 7 refeições. Duas mamadeiras que deixo com leite materno que tiro na bomba. A papinha no almoço e a fruta no lanche da tarde. As demais, ele tira de mim. Não tem nada mais prazeroso no mundo inteiro do que saber que aquele ser tão pequenino te reconhece e sabe que é em você que ele vai se saciar. E enquanto ele se sacia, nossa! Aquele olhar! Como se estivesse mesmo agradecendo por eu ter me esforçado em dar para ele o que de melhor existe, o leite materno. Como se ele conhecesse os benefícios que isso traz para a saúde dele. Mal sabe que na verdade quem tem que agradecer sou eu... pois os benefícios para minha saúde são enormes também. Além disso, estou filé (rs), magrinha como só estive na época de solteira. Quando me perguntam a receita para estar magrinha é simples responder: "Amamente uma criança!"
Se antes eu via o ato de amamentar como poesia física entre mãe e filho, hoje eu ainda acho, mas tenho o sublime prazer de fazer parte da cena como 2ª atriz. Pois o ator principal é sem dúvida alguma, o Arthur!
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Que pena! Acabou mais rápido do que eu queria! Por mim ele ficaria ali por uns dois anos, mas ele não quis. O danadinho "me desmamou" aos dez meses.
Simplesmente me lançou aquele olhar (ah! aquele olhar!) como quem estivesse me agradecendo por todos aqueles meses, como quem diz: "Valeu mãe! Mas eu cresci (embora você não perceba) e preciso seguir meu rumo, outros caminhos..."
E eu sofri. Nossa, como sofri! E continuei insistindo. Na vã tentativa de que ele se arrependesse e voltasse (hahaha - viu como mãe sofre desde o início? - hahaha), mas ele não voltou.
Demorei a me acostumar, confesso. E tinha um medo danado de quebrar aquele vínculo. E quem me lançaria aquele olhar? (Ah! aquele olhar...) Senti como se estivesse órfã. Órfã dos carinhos do meu filho... Mas medo que passou rapidinho. Só o tempo dele descobrir que servia também uma puxadinha de leve na nossa orelha, genética herdada do pai, que fazia o mesmo quando bebê. Lóóóóógico que não é a mesma coisa... nem passa perto... mas que pelo menos serve de consolo. Para mim, somente. Para ele não foi preciso.
Eu fiz o meu melhor. E ganhamos os dois. Um ELO que levaremos para a vida inteira, em TODOS os sentidos.

Essa foto foi tirada no dia que completou 10 meses. Dia em que "me desmamou".
De alguma forma ele soube me "avisar" que seria a última vez e eu pedi que batessem a foto...
Saudades viu? Só vai entender quem já amamentou...