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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Se ele fosse um peixinho...

Na festa das crianças promovida pela escola ele ganhou de brinde um peixinho que nada a base de corda. Como seria sacanagem esperar até o verão para ele inaugurar o peixinho na piscina de casa, eu liberei ele pra brincar na área de serviço com uma bacia beeeem grande cheia de água, do jeitinho que ele gosta...
Esse peixinho não deve ter sido mais que R$1,99, mas ele curtiu horrores!
Faça ideia de como ficou essa roupa no final da brincadeira... 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O que não tem nome

No meu caso, seria: "O que não tem nome e me deixa muda".
Quando a gente entra nesse mundo de blog é inevitável entrar em contato com histórias tristes. Quem não se lembra do caso Vini?
Há alguns meses atrás eu conheci a história do Theo, de Vila Velha. E de longe acompanhei toda a tragetória de mais esse pequeno guerreiro. 
E diariamente entrava no seu blog para acompanhar mais uma etapa de sua vitória.
Hoje veio a notícia que eu vinha há semanas rezando para não aparecer... mas veio...
E estou com o coração dilacerado... e sem palavras...
Só quem é mãe vai entender o que é essa dor de perda (ainda que eu não conhecesse pessolamente a Aline, mãe do Theo).
E vagando entre um blog e outro, caio no blog da Bia, mãe de outro Theo, que soube colocar em palavras o que eu não consegui... Espero que ela não fique brava de eu ter feito uso de suas palavras...

O que não tem nome
"Pela primeira vez eu não consigo iniciar um texto. Parece que um trator passou por cima de mim.
Eu sempre fui muito vulnerável a notícias ruins, nunca gostei de noticiários... Mas depois de ser mãe, parece que todo o mal que há no mundo se triplica. Porque agora eu sou inteiramente vulnerável: eu tenho um filho.
Ter um filho no mundo é dormir com um olho aberto e outro fechado. É ter cuidado com o gás, com altura, com escadas ou com um mero joelhinho ralado. Rezar a Deus e todos os santos para os outros males permancerem bem distantes. É suplicar todas as noite uma lista enorme de coisas que não pode de jeito nenhum acontecer com o seu filho. E ter fé na misericórdia divina de que Ele vai ouvir o seu pranto de mãe. Dizem que oração e proteção de mãe é forte. Agora eu entendo: porque a força da palavra tá na alma, na súplica.
Na súplica de pedir que PELO AMOR DE DEUS, QUE ISSO NUNCA ACONTEÇA... e você se pegar chorando enquanto ora, pela possibilidade mundana que nos ronda. Enquanto isso seu filho dorme no berço. E você elencando uma lista de coisas-que-nunca-acontençam-nunca-amém como quem pede pra Jesus anotar a lista de compras.
Ter um filho é isso: é estar suscetível as melhores e piores coisas. As melhores coisas, pode ter certeza, ele te proporcionará. E as piores, você pede a Deus que não. Mas não é sempre assim...
Quando você vê uma criança doente, você olha pra ela como se fosse sua. Ela poderia ser a sua, e você capta a dor daquela mãe. É como se todas as mães estivessem interligadas. A sua dor é a minha dor. A minha dor é a sua dor.
Há 5 dias atrás eu li o relato de uma mãe, que escrevia pro seu blog, na sala de espera de um centro cirúrgico. Lá dentro estava o seu filho. Ela estava naquela espera interminável, e eu aqui, a quilômetros de distância captando aquilo tudo enquanto a lia. O filho dela estava lá, naquela situação limite, e o meu aqui , brincando de bola com o pai na garagem. Aquilo me doeu. Mas passou.
O dia se foi e eu parcialmente esqueci. Mas tarde fomos no supermercado, o meu Theo adora quando a gente corre e finge que vai pegá-lo. Eu dei um pega nele, morrendo de rir, até o carro. Ele gargalhava de perder o ar! E eu rindo atrás, e ele ria ria ria. Olhei pro meu Theo, todo gordinho, todo saudável, todo lindo, gargalhando graciosamente de soluçar. Sabe aquelas cenas que passam em câmera lenta?
Fiquei visualizando aquilo com ar de boba, toda feliz, até que caiu a minha ficha e na hora me veio a imagem do Theo da Aline. E lembrei da espera dela no centro cirúrgico. Da gargalhada eu fui pro choro ininterrupto e escandaloso. Igual uma louca. Meu marido parou o carro desesperado e eu não conseguia falar. Estava até com vergonha... E disse o que era: enquanto eu estou fazendo festa com o meu filho aqui, tem uma mãe triste lá em Vila Velha...
Passou. A cirurgia passou, com ela boas notícias e o coração de todos cheios de esperanças... Até que 5 dias depois a notícia foi a pior.
Qual é a pior notícia desse mundo? Qual o pior sentimento desse mundo? É o sentimento que não tem nome. Só quem o viveu sabe, mães/pais que perdem filhos se unem mundo afora. A dor os liga. Só quem viveu sabe. Quem não viveu, imagina. Imagina, sofre muito com a dor imaginada, e mesmo assim sabe: que não conseguiu mensurar um milésimo do que deve ser na realidade.
Eu não sei o que eu estou tentando dizer aqui. Espero de coração que a Aline não leia. Não quero dar abertura pra mais tristeza... Espero que ela se permita esquecer. Parece até piada: se permitir esquecer... Mas é o que eu utopicamente espero.
Eu não consigo imaginar a minha vida sem o meu filho. Imaginar a sua ausência, o quartinho sem ele, a casa sem ele, a minha vida sem ele, é como desejar que eu morra primeiro. E imaginar a primeira noite dessa mãe em casa no silêncio da ausência do seu Theo, é como... é como... não tem nome."

Então é isso... Hoje estou triste... Hoje estou muda.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Reunião Escolar

Aconteceu na última quarta-feira, no final do dia.
Reunião para tratar de itens gerais como festa de final de ano e o que foi trabalhado durante todo o ano letivo. Segundo a tia Thaís eles saem do jardim 1 conhecendo as vogais de A a O (embora na prática conheçam inclusive a letra U). Exceto Arthur que além de conhecer TODAS as consoantes também já está LENDO! "Como assim? E ninguém me avisa nada?" rs - E Tia Thaís me responde: "Ué, você não sabia??". Então ontem eu fiz o teste em casa (sem pretenção alguma, uma vez que ele ainda não está na idade e não quero forçá-lo quanto a isso). Escrevi em um papel: BOLA - DEDO - LUA e ele leu BOLA - DADO - LUA. Ou seja, ele deve "construir" a palavra de acordo com as letras que conhece (deve ser assim no construtivismo, método utilizado na escola) mas não entendi a confusão do dedo - dado. Enfim! Ainda assim eu babei, né?  
Sobre a interação tia Thais falou que continua intervindo mas que ele continua não se importando com a presença ou ausência de amigos para brincar.
E eu continuo sem entender porque na casa da minha mãe, por exemplo, onde sempre tem outras crianças, a gente o vê o tempo todo gargalhando e correndo atrás dos primos. Brinca de pique, de bola, ou só de correr mesmo... Enfim, vai entender... 
Abaixo o relatório de desempenho, com a avaliação anterior para compararmos como ele desenvolveu em vários aspectos.

Legendas:
S - Sim
N - Não
ED - Em desenvolvimento
NT - Não trabalhado

LINGUAGEM ORAL
Organização de ideias e pensamentos
Relata fatos já acontecidos, expressando suas ideias com clareza - N - N - ED
Repete palavras e sons emitidos anteriormente - S - S - S
Possui vocabulário adequado à idade - ED - ED - ED
Narração de histórias
Cria uma história - N - N - ED
Identificação das vogais
Reconhece as vogais trabalhadas no bimestre - S - S - S
.
LINGUAGEM ESCRITA
Coordenação motora
Segue movimentos direcionados (pontilhados ou não) - ED - S - S
Desenvolve movimentos direcionados da esquerda para a direita - ED - S - S
Grafia das vogais
Escreve as vogais apresentadas no bimestre - ED - S - S
Nome
Identifica seu nome - S - S - S
Escreve seu nome - ED - S - S
.
NOÇÕES MATEMÁTICAS
Cores
Identifica objetos quanto à cor - S - S - S
Associa objetos quanto à cor - ED - ED - S
Formas geométricas
Identifiva objetos quanto à forma - S - S - S
Associa objetos quanto à forma - ED - ED - S
Tamanho
Identifica objetos quanto ao tamanho - S - S - S
Associa objetos quanto ao tamanho - ED - ED - S
Textura
Reconhece texturas distintas - ED - ED - S
Reconhece espessuras distintas - ED - ED - S
Numerais de 0 a 10
É capaz de seriar os números apresentados no bimestre - S - S - S
Escreve os números trabalhados no bimestre - ED - ED - S
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NATUREZA E SOCIEDADE
Temperaturas
Reconhece temperaturas distintas - ED - ED - S
Estímulos odoríferos
Reconhece odores distintos - ED - ED - S
Percepção gustativa
Identifica alimentos doces, salgados, amargos - ED - ED - S
Corpo humano
Reconhece partes do corpo e sua funções - S - S - S
Representa graficamente o corpo humano - ED - ED - S
Datas comemorativas
Participa ativamente das datas comemorativas do bimestre - S - S - S
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ARTES VISUAIS
Criatividade
É capaz de criar objetos com materiais recicláveis - ED - S - S
Percepção visomotoraFaz desenhos em formas - ED - S - S
Percepção visual/coordenação motora
Segura a massa de modelar em pedaços, criando formas diversas - S - S - S
Utiliza a tesoura corretamente - ED - ED - S
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INICIAÇÃO MUSICAL
Sons e ritmos
Executa movimentos próprios de acordo com a pulsação da música - S - S - S
Respeita o movimento de iniciar e parar de tocar e cantar - ED - S - S
Identifica alguns instrumentos de percussão (forma e som) - NT - ED - S
Identifica alguns estilos musicais - NT - NT - NT
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EDUCAÇÃO FÍSICA
Executa os movimentos de coordenação motora ampla
Percorre trilhas com obstáculos - ED - ED - S
Executa movimentos orientados - ED - ED - S
Executa os seguintes movimentos de coordenação motora fina
Amarra cadarços/barbantes - NT - NT - ED
Segura objetos - S - S - S
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INICIAÇÃO À LINGUA INGLESA
Apreciação à lingua inglesa
Participa das atividades com interesse - S - S - S
Apresenta boa pronúncia - ED - ED - ED
.
ATITUDES GERAIS
Entra na escola com tranquilidade - S - S - S
Interage com a professora - S - S - S
Interage com os amigos - N - ED - ED

Participa das atividades livres - ED - ED- ED

Participa das atividades dirigidas - S - S - S
Ajusta-se com facilidade as situações novas - ED - ED- ED

Aceita com tranquilidade os limites da rotina escolar - ED - ED- ED

Apresenta independência na resolução de problemas - ED - ED- ED

Apresenta dificuldades em expressar suas emoções - ED - ED - ED
Permite o uso de seu material escolar pelos colegas - ED - ED - S
É cuidadoso com seus objetos de uso pessoal - ED - ED - ED
Desenvolve uma atividade com início, meio e fim - ED - ED - S
Completa uma sequência conhecida - ED - ED - S

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Dia das professoras

E então que com a correria com os preparativos do niver da 02 anos da Hellen, minha afilhada, as lembranças das professoras foram feitas no mesmo embalo.
Para variar, uma caixa de decoupage. E como eu gosto de complicar, e estava louca para estrear no mundo das craftices, fiz almofadas de corações que além de lindas (modéstia a parte, cof cof) eram perfumadas, para elas pendurarem onde achar melhor: dentro do armário, na porta do quarto ou até mesmo no retrovisor do carro...
Vê ai se não ficaram lindas?
[prontinhas para serem entregues]

Adriano entregou a elas na quinta-feira (pois na sexta elas não trabalhariam), mas como já é de praxe, não me deu detalhes da reação delas... rs... só meu marido... rs
Adoraria eu mesma ter podido entregar para ver a carinha de cada uma, mas infelizmente meu horário não permite. De qualquer forma fica aqui meu agradecimento por tanto carinho que dão ao meu pequeno.
Hoje haverá festa suspresa para elas, homenagem mais do que merecida. E mais uma vez eu não estarei lá... Aff!

Dia das Crianças

O presente do Arthur já estava comprado há mais de um mês. Uma bicicleta. Sua primeira.
Na verdade ele já poderia ter ganho antes, mas ele é tão preguiçoso pra pedalar - para se ter ideia tem pouco mais de um ano que ele passou a pedalar de verdade o seu velotrol - que eu relutei mesmo em dar a bicicleta de presente. E fora que o velotrol fatalmente seria colocado para escanteio - e só em pensar nisso me dava uma dó... rs
É... eu as vezes me esqueço que ele já vai completar 05 anos!
Mas aí um belo dia entramos num hipermercado da cidade e ele subiu numa das que estavam expostas e foi uma guerra pra tirá-lo de cima...
E então eu decidi que era a hora de dizer tchau à era velotrol e dar início à vida motociclística.
Nem preciso dizer que ele amou, né?
Só que eu comprei pela internet e depois de montada eu cheguei a conclusão que já poderia ter comprado a aro 14 (e não 12, que ficou a continha para ele). Mas tudo bem... assim ele já vai pegando experiência e o que não vai faltar é criança para receber de doação no ano que vem... rs
Após o almoço levamos as crianças para curtirem o resto do dia na rua vizinha, onde os moradores se organizam e preparam mesas de guloseimas, cachorro-quente, montam pula-pula, piscina de bolinhas, escorrega e distribuem brinquedos. Bem legal!
Claro que Arthur se esbaldou, né?
Fora o tanto de presentes que ainda ganhou dos tios/padrinhos/avós.
Sinto que já está na hora de fazer nova seleção de brinquedos para doar!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Um cadinho de cada coisa

Nossa... nem sei quanto tempo faz que não venho aqui... abafemos né? Esse negócio de ficar justificando é chaaaato.
O fato é que preciso de um dia de 30 horas, mas como não rola vamos empurrando com a barriga e usando o antigo lema: um dia de cada vez...
Como se não bastasse o tanto que já me desdobro, ainda decidi que quero (E VOU) aprender a costurar... rs - E não é só isso... quero ter um atelier em casa... hehehehe - quem conhece minha casa sabe que não vai ser tarefa fácil...minha casa é um ovo!
Minha mãe riu quando eu contei a novidade. Ela que passou a vida inteira costurando e faz tempo (muuuuito tempo) que desistiu de me passar seu dom (quando eu era adolescente ela bem que tentou...). Semana passada quando eu falei que queria aprender ela riu... Será que foi de orgulho? Ou será que ela não acredita na capacidade da filha que tem? Melhor não perguntar, né? :)
Enfim... o fato é que ando comprando tecidinhos, feltros e itens para a decoração do meu (cof) atelier.
Na minha cabeça ele tem que ser algo parecido com esse:


Embora o espaço que eu tenho disponível seja mais ou menos esse...

Depois eu mostro o milagre da multiplicação de espaço... Ah, sim! Meu atelier (ou beco de craftices) vai dividir espaço com minha sala de jantar, que já é meio acoplada à cozinha.... rs (Já viram que estou arrumando sarna pra me coçar, né?).
***
No domingo sentei com Arthur para fazer a atividade que veio da escola. Depois de pronto eu falei: "Muito bem! Agora vamos assinar pra tia Thaís saber que é seu." E, como sempre fiz, comecei a soletrar a primeira letra do seu nome: "Aaaaaaaaaa" e nesse momento, antes de soletrar a segunda letra, Adriano desviou minha atenção. Quando voltei a atenção novamente para o pequeno, ele mesmo soletrava as demais letras e escrevia SOZINHO o seu nome. E eu e Adriano nos olhamos. Quando foi que ele aprendeu a escrever seu nome sozinho??????? Limpa baba e corre pra pegar outra folha, uma outra atividade que já havíamos feito naquele mesmo dia. "Filho, agora escreve seu nome nessa folha aqui..." e ele escreveu de novo.    
Espia só como ficou lindo:


[reparem nas carinhas das flores, recortadas por ele e coladas nos locais certos!]

Amo demais! Ponto.
[Editando]
Eu tive que voltar para registrar o que acabei de me lembrar visitando o blog da Simoni, onde ela postou referente a gosto musical do Hique.
Dia desses, enquanto dava banho no Arthur, ele começou a cantarolar Justin Bieber: "baby, baby, baby, oooooh like baby, baby, baby oooooh like..."
Muito engraçado! Português não fala direito não, mas a lingua estrangeira... :)  
***
Eu já falei aqui antes, e volto a repetir, o intuito desse blog sempre foi pessoal, sem nenhum interesse de ibope, um monte de gente comentando, nada disso.
Claaaaaaro que eu adoro quando as pessoas comentam. Me sinto abraçada a cada novo recado, a cada troca de experiências, enfim! Já conheci muita gente bacana através desse canto. Algumas até conheci pessoalmente e outras eu ainda nutro essa vontade imensa.
Mas aí, por duas vezes nas últimas semanas, minha felicidade foi além do somente receber um feliz comentário. Primeiro foi a Andrea, que não tem blog, mas me descobriu pelo google pesquisando sobre problemas de fala. Depois a Deise que também me achou no google pesquisando sobre TID (transtorno invasivo do desenvolvimento).
Ambas passando pelo que eu passei, conhecendo de verdade o quão duro é viver na dúvida, ouvindo tantas opiniões e aguardando uma resposta.
Enfim.
O fato é que o Reinado do Arthur, que até então era somente um registro de vida do meu moleque (um tesouro para ele ler quando tiver lá seus 20 anos), passou a ser fonte de consulta na internet. E, claro, eu não sei se tenho mérito algum nisso, mas, se vir aqui fez bem à essas mães, e, se de alguma forma o que eu tenho falado traz a elas algum conforto, nossa! Não sou eu que tenho que receber agradecimento algum, eu é que tenho que agradecer imensamente a elas!
Não é disso que a gente vive? De troca... Troca de carinho, troca de informação, troca de ajuda...
Quem somos sem o outro?
Sentir o orgulho que eu senti, de ter sido útil de alguma forma, não há preço que pague!
Obrigada meninas, que você saiam da Holanda e voltem para a Itália bem rapidinho, tá!
Andrea, ter batido aquele papo com você por telefone foi muito bom! Ligue sempre que precisar, viu? Ou tão somente para falar das peripécias do Augusto. :)
Deise, respondi seu e-mail mas ele voltou com erro... queria saber mais a respeito do seu Arthur...
Então é isso meninas! Hoje #meunomeéorgulho!