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domingo, 28 de maio de 2006

Consulta - 4º mês

Arthur já mede 62 cm e está pesando 5,730 g.
A consulta foi na última sexta-feira.
Dra. Mônica disse se espantar em como ele vem crescendo.
Com relação ao refluxo disse que não tem como prever o tempo que vai durar. Disse para continuar com o Motilium e usar cabeceira alta para dormir. Nada de estresse, já que pelo visto o refluxo dele é bem levinho (pelo que ouvi de outras mães na sala de espera, posso até dizer que tive sorte...). Vai continuar dormindo de bruços, já que ela disse (e eu confirmo) que ele está sempre com a cabecinha para o lado. E, incrível, quando ele gofa dormindo, sempre acorda irritado com o travesseiro molhado. Decidi então que não vou fazer disso um bicho papão. Logo, logo vai passar. Principalmente porque a partir de agora ele entra na alimentação sólida. Não que eu tenha gostado, é óbvio que preferiria manter o leite materno até os seis meses, mas a minha licença maternidade já acabou e já estou cumprindo minhas férias, o que significa que no final de junho já estarei de volta, e dessa vez de verdade. Então ela passou papinha de frutas amassada ou raspada (banana, pera, maçã e mamão) e daqui a quinze dias a sopinha de sal (com legumes de três cores e carne de frango ou rã). Achei engraçado pois tem todo um processo: Nada de ficar limpando o rostinho ou a própria boca - pois isso irrita a criança. Indicou que comece pela banana já que ele tem evacuado bem (muito bem inclusive!) e devo manter a banana nos dois dias seguintes. A partir daí alternar com as outras frutas. Quando iniciar a papinha de sal (que deve ser amassada e passada na peneira - nada de liquidificador) devo alternar com legumes diversos (me deu relação e tudo do que é legume branco, amarelo e verde) e após alguns dias incluir folhas. Ou seja, gradativamente os alimentos serão incluídos.
Confesso que fiquei curiosa e doida para chegar em casa e dar logo a banana para ele, mas por outro lado, eu preferiria que ele continuasse com o leite materno até os seis meses. Enfim... não vou poder! E o jeito é adaptá-lo à novidade.
Como naquele dia saímos de lá e fomos para o posto tomar segunda dose das vacinas tetra, anti-polio e rotavírus, achei melhor adiar a aventura da papinha para o dia seguinte. E de fato foi melhor, pois diferente da primeira dose (em março), dessa vez ele teve reação. Lá foi tranquilo, nem chorou. Veio no carro quietinho, chegou em casa dormindo, mas... quando acordou... meu pai! Como a criança chorou! Que dor ele deve ter sentido, pois berrava muuuuito. E eu ali, sem saber o que fazer... Com ele nos braços tentando acalentar, não tinha como pegar compressa de gelo, nem vicky, e muito menos o tylenol. Enfim! Chorava ele... chorava eu... liguei pro Dri chorando pedindo que viesse embora, mas ele só conseguiu chegar em casa às 18 horas depois da crise dos berros ter se repetido quatro vezes. Já tinha conseguido dar o tylenol quando ele chorou da segunda vez, mas acho que a dor era tanta que o bendito não fazia efeito. Foi horrível! Nunca vi meu filho berrar tanto! Acho que nem nas crises de cólica ele chorou daquele jeito... Mas passou! Graças a Deus passou! E à noite ele já estava sorrindo de novo. Aproveitei para dar banho e ele dormiu a noite toda, só acordando para mamar.
Ontem teve febre que chegou a 38º, mas consegui administrar com o tylenol bebê. Ficou em estado febril até a noite, mas a dor da perna já havia sumido.
Hoje, tudo passou! O pesadelo acabou! E fico aqui torcendo para que a medicina avance a ponto de inventar uma nova forma de prevenir doenças infantis que não seja tão sofrido para um bebê.
Voltando para a papinha, ela acabou só sendo dada hoje. Foi muito engraçado. Ele fazia cara de nojo, tinha ânsia de vômito, mas tava lá, engolindo a banana. Não dei a banana toda, achei melhor ir com calma. Acho que ele comeu a metade. Ficou tão lindo lambuzado... Pena que a máquina comum deu pane e a digital tava com a pilha descarregada. Perdemos belas imagens!
Amanhã tem mais!!!!!
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Por falar em amanhã, tenho que deixar aqui registrado o aniversário de uma pessoa muito especial: minha amiga de sangue, irmã por afinidade e agora comadre: Jacque.
Que Deus a abençoe sempre! E para sempre estaremos aqui, eu e Arthur, amando vc também!
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