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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Algumas novas...

Depois de um breve momento sem ter apetite alguma, eis que Arthur voltou a ser o comilão de sempre.
Engraçado como a criação de certas rotinas ajudam. Basta me ver com o seu prato na mão que corre para a sua mesa, se acomoda na primeira cadeira que vê pela frente (ele tem 03) e já fica prontinho me esperando servi-lo. Come sozinho, mas eu prefiro ajudar, para não corrermos o risco de ficar ali por umas duas horas. Exceto o danoninho, que ele não deixa nem eu encostar a colher.
Continua apaixonado por macarrão. Se ele já estiver mamando e eu aparecer na frente dele com um prato de miojo, por exemplo, com certeza ele vai largar a mamadeira e vai se colocar a postos na minha frente aguardando a sua garfada.
Continua seletivo e faz cara de nojo para determinados legumes, em especial os de cor. O jeito continua sendo camuflar no feijão.
Tem umas duas semanas que decidi que vou tirá-lo da mamadeira. Ele ganhou um copo com canudo e eu comprei um copo com válvula. Ele não quis. A água ou qualquer suco ele sempre aceitou. Bastou eu colocar a vitamina lá e o próprio leite com mucilon que parecia que o copo tinha pimenta. Ofereci em um, em outro, e nada. Esperei dar bastante fome e nada. Já eram quase meia noite quando eu desisti e dei a mamadeira. Tá. Eu sei que não deveria ter cedido. Mas pensa bem... foi a primeira tentativa. Relevem.
Por outro lado, a mamadeira da tarde, com vitamina, eu já cortei.
Da mesma forma como o leite noturno, tentei dar no canudo. Recusou. Tentei no copo. Recusou. Dei de colher e como a fome já era negra, aceitou.
No último final de semana ao invés da vitamina como lanche da tarde, inovei com um prato de mingau de farinha láctea. E então me convenci que o problema do Arthur é genético. Como eu, ele é altamente avesso ao novo. Como pode rejeitar um prato de farinha láctea? O que tem de mais delicioso na face da Terra? Pois é. Bastou ver o prato com o mingau que torceu o nariz. Insisti, insisti, enfiei à força uma colherada na boca dele e pronto. Raspou o resto que ficou no prato!
Também tem sido assim com sopa de legumes. Olha, faz cara de nojo, torce o nariz. Eu "enfio" a primeira colher, ele descobre que é bom, e como o resto com gosto.
Vai entender...
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Tem um tempinho que comprei o redutor de assento para ele usar o vaso. Nada. Ele fica lá horas e não faz. Nem uma gota de urina sequer. Desisto, coloco a fralda e pode contar... um minuto e ele urina na fralda.
Ainda não me aventurei a deixá-lo só de sunga e vou explicar o porquê. Não faz sentido eu tentar desfraldá-lo sozinha. Não faz sentido eu tentar desfraldá-lo se ele ainda não aprendeu que xixi se faz no vaso. Ele não fala. O xixi ou o próprio nº2 ainda não o incomodam. Ele não sabe avisar. E eu só estou com ele o dia inteiro no domingo. Não vou passar a única manhã que tenho com ele sentada na sua frente no vaso sanitário. Vai acontecer naturalmente. Tenho fé.
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Está naquele momento "in love" por Patati Patatá.
Engraçado que no ano passado fomos numa festa em que eles foram contratados e ele não deu a mínima. Tava mais preocupado em acabar com as batatas fritas da festa (rs). Agora eu mostro as fotos que tiramos com a dupla e ele abre o maior sorrisão.
Duas, três, quatro, cinco, quantas vezes eu repetir o DVD ele estará lá, na frente da TV, morrendo de rir dos palhacinhos simpáticos.
Bem que a Mel me avisou. :)

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