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segunda-feira, 10 de março de 2008

Final de semana em detalhes

Na quinta-feira veio na agenda escolar: Dia 07 (sexta-feira) seria o nosso dia, o dia inteiro de atividades voltadas para nós, mulheres. Ia ter maquiagem, dança do ventre, homenagens diversas para comemorar o “Dia Internacional da Mulher”. Como no dia 07 também era o casamento da Rô & Alê, e eu já havia agendado minha permanência no salão no período de 13h às 17h, infelizmente não teria como participar de nada na escola.
Levando então em consideração que Arthur não teria ninguém para homenagear e que por conta da movimentação na escola também não conseguiria dormir na parte da tarde (para que pudesse curtir a festa à noite), achei melhor não mandá-lo.
Fiquei triste, afinal seria meu 1º “Dia internacional da mulher” homenageado pelo meu filho na escola, mas não tinha o que eu pudesse fazer... Me deixa menos frustrada saber que ele ainda não entende e que a decepção foi só da minha parte.
De qualquer forma foi a melhor decisão que tomei, pois ele curtiu o casamento pra caramba (até mais do que eu imaginei) e só foi dormir depois de meia noite.
Para as mulheres (noiva e madrinhas) o casamento começou às 11h, hora em que a noiva chegou no salão para iniciar o “Dia da Noiva” (Sim, nós passamos o “Dia da Noiva” com a noiva! Rs). Já no salão foi uma farra só! Muitas mulheres reunidas e muita falação ao mesmo tempo. Saí de lá às 17:30h e foi só o tempo de chegar em casa e colocar o vestido. A arrumação do Arthur ficou por conta da minha mãe e o garotinho ficou a coisamaislindadomundo com a blusa de manga comprida e a calça social. Tudo bem que a arrumação do figurino só durou até chegar na igreja, pois bastou chegar lá para cismar de correr de um lado para outro querendo alcançar o altar. E haja pernas para acompanhar...
Com o início da cerimônia, já no altar, eu só ouvia a voz de protesto do pequeno querendo correr e sendo impedido por alguém (ou minha mãe, ou Beth, ou Roger, ou Tia Belina que se revezaram nos cuidados com ele).
A cerimônia foi linda, emocionante... Acho que nem no meu casamento eu chorei tanto quanto chorei nesse casamento. A Rô ficou deslumbrante. O Alê era só sorriso. E nós, padrinhos, prometemos ao padre que acompanharemos esse casamento em todos os momentos, sejam os bons e os ruins.
Partimos para a recepção que foi m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a! Curti como há muito tempo não curtia. Dancei, brinquei, me diverti horrores e depois que Arthur dormiu (e a casa de festas providenciou um moisés) bebi TODAS e um pouquinho mais.
Chegamos em casa às 3h e antes das 7h Arthur já estava do berço me chamando, arg!
Aproveitamos então para levá-lo ao laboratório para fazer os exames que a pediatra passou: hemograma completo e o teste alérgico. Nem demorou para ser atendido e dali a pouco estava eu sofrendo horrores com o choro sentido do meu pequeno no meu colo. Adriano observava do lado. Tiraram 03 tubos de sangue e quando a assistente já estava colocando o band-aid, eis que ouço Adriano falar para o médico: “Acho que não estou me sentindo bem” já se agarrando na parede e sendo amparado pelo D. Emerson (dono do laboratório que fez a coleta de sangue no Arthur). E então ele foi encaminhado para uma maca de frente para mim. E eu não sabia se continuava acalmando Arthur ou se dava atenção para o que havia acontecido com Adriano. Chegamos à conclusão que ele não pode ver o sofrimento do Arthur (foi a mesma coisa na sala de parto, quando o pediatra enfiava aquele tubo de sucção pelo nariz do filhote e Adriano não suportou). Não foi nada, graças a Deus! E nos garantiu boas risadas depois.
No mesmo dia ainda fomos ao aniversário da tia Ieda, comemorado com almoço. À noite teve festinha no pátio da escola, para comemorar o aniversário da Malu, filha da dona da escola e amiguinha do Arthur, e ao sairmos de lá ainda passamos na Ziza que também comemorava seu aniversário no sábado. Ufa! Que sábado agitado!
Ah! Foi nesse sábado que Arthur aprendeu a matar barata. Deidei Beth ensinou. Quando chegamos em casa tinha uma barata na área de serviço. Beth matou e fez “Pá!”. Pronto! Arthur começou a pegar todos os calçados disponíveis para tacar na pobre da barata e a cada chinelada era um “Pá!” seguido de uma gargalhada mais gostosa que a outra. Pobre barata... rs
Ontem eu estava só o bagaço da laranja, tamanho cansaço acumulado, e ainda precisava iniciar meu serviço de digitação de IRPF. Tinha festa de outro amigo da escola, Paulo Roberto, mas quem disse que eu tive ânimo de ir? A mente dizia que eu precisava cumprir a agenda social do filhote, mas meu corpo só conseguia alcançar a cama... rsrsrs
Hoje estou melhor. Quase totalmente recuperada.
Volto essa semana ainda com fotos do casamento.

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