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quarta-feira, 5 de julho de 2006

Dra. Mônica - a pediatra

Posso dizer que demos sorte. Eu e principalmente o Arthur.
Levando-se em consideração que nos últimos dias eu a indiquei para duas mães/amigas, embora não saiba se alguma delas tenha conseguido horário, me sinto aliviada em saber que estou bem amparada.
Tia Mônica caiu do céu.
Ela já era pediatra de meu sobrinho, Bernardo, e sempre ouvi muito bem a seu respeito.
Quando o Arthur nasceu ela já era a escolhida.
Quando ele completou 10 dias teve aquele probleminha nas fezes (uma pequena rajada de sangue) e corri para marcar consulta. Então levei um susto ao ouvir da atendente que ela só poderia atender dali a dois meses pois sua agenda estava lotada. Como assim???? "Ela ainda não sabe, mas já é a pediatra do Arthur", pensei em dizer. Expliquei para a atendente que se tratava de um recém nascido, falei do problema, implorei por um encaixe, deixei transparecer meu desespero de mãe de primeira viagem e ela, atenciosa, explicou que eram muitas crianças e que seria difícil conseguir consultá-lo assim, de um dia para outro, mas de qualquer forma anotou tudo o que falei, meu telefone e disse que passaria o problema para ela. No dia seguinte, 7:30 da manhã eis que me liga a atendente: "D. Sandra, a senhora conseguiria trazer o seu bebê agora?" Fiquei surpresa pelo atendimento. Da atendente que passou o caso, e da pediatra que se interessou pelo caso. Não pensei duas vezes. E embora tenha tomado um chá de cadeira (só saímos de lá por volta de 12:00) não me arrependo.
Adoro a tia Mônica. É atenciosa, segura, doce e está sempre de bom humor. Ama o que faz. Entra criança, sai criança e ela está sorrindo. Recebe o Arthur como se ele fosse o primeiro do dia, e é claro que é assim com todos. Assim como estão sempre sorrindo as crianças que saem de sua sala, mesmo após terem tomado vacina.
Além disso tudo, fica DISPONÍVEL em tempo integral.
Quando ouço casos de pediatras que apertam o bebê, não aparecem não consultório após horas de espera (o caso do Renan, uma das indicações) ou que dizem que não é preciso tomar remédio num caso de verme (o caso do Matheus, outro indicado) chego a conclusão de que dei muita sorte mesmo.
O Renan é um amiguinho do Arthur. São quase gêmeos. A mãe, Simone, também é paciente da Dra. Laura (minha obstetra), e nosso parto foi no mesmo dia. Arthur nasceu 9:00 h. Renan nasceu em seguida. No berçário, foram vizinhos. Nossos quartos também. Os dois pais curujas (Adriano e Alexandre) fizeram companhia um ao outro babando as crias no berçário, e acabaram fazendo amizade. Trocaram telefones e a partir dali passamos a nos comunicar e trocar experências com nossos bebês. Só que eles não conseguiram acertar com pediatra nenhum. Já passaram por dois. Cada um com um problema diferente. Aff!
Quando eu falo do atendimento que o Arthur recebe na Dra. Mônica, a Simone fica inconsolável por vir tentando agendar com ela, e não conseguir.
Enfim! Por essas e outras, só tenho que, mais uma vez, agradecer ao bom Papai do Céu!

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