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segunda-feira, 11 de setembro de 2006

Feriadão

Antes, feriado era sinônimo de acordar tarde, descansar, e me programar direitinho para sobrar tempo de não fazer nada (ou quase nada!), simplesmente deitando em minha cama assistindo um bom filme, ou até mesmo uma péssima sessão da tarde, por pura falta do que fazer.
Bem, os tempos mudaram...
Conto os dias não para descansar, mas para me cansar da forma que eu pedi ao bom Papai do Céu!
Já não posso me dar ao luxo de acordar tarde, mas me permito ficar na cama o tempo que o Arthur permitir (E viva o Discovery Kids por isso!).
Na quinta (07/09) acordamos todos juntos e como estava aquele friozinho gostoso catei o Arthur no berço e levei-o para nossa cama. Lá ficamos. Ele no meio de nós dois. Tão lindo e tão nosso! Delicioso é olhar para os dois e poder agradecer pela felicidade de tê-los ali. Delicioso é receber o agradecimento sem palavras de um pai totalmente babão. “Ele é lindo né?” É, ele é lindo! Disso eu já sei, mas não é nenhum sacrifício concordar mais uma vez...
Agora o Adriano cismou que o ensinou a dar tchau. Involuntariamente ele repete o movimento com as mãos. Que é involuntário todos nós sabemos, mas não vou contrariar o orgulho de um pai em ter ensinado algo pro filho, então fica registrado aqui que o Adriano “ensinou” o Arthur a dar tchau. Tudo bem que ele ainda não entenda o significado desse ato... fico na torcida para que o pai lembre de complementar o ensinamento mais tarde...
Por falar em aprender, o que aprendemos nesses últimos sete meses me parece que agora precisa de up-grade. Trocar fralda que em recém nascido me parecia tãããão complicado, está nos dando trabalho é agora. Ontem tive que socorrer o Adriano após um “literal” grito de socorro! Arthur com a fralda lotada se virando de um lado para o outro e o Adriano segurando suas pernas “Fica quieto, filho! Não vira! Não pega isso! Não faz aquilo! Saaaaandra! Me ajuda aqui!” kkkkkk Lá fui eu pro circo que já estava armado. Ele realmente está impossível! Um verdadeiro parafuso humano-mirim. Agora concordo quando dizem que o trabalho vai começar agora. E não basta ser mãe, tem que ser um pouco malabarista para lidar com o projeto de contorcionista que tenho em casa. E que confiança ele tem em mim... faz o que quer no meu colo. “Mamãe que dê o jeito dela!”, ele deve pensar! Para mamar é o mesmo... não sei porque o mais interessante sempre está atrás dele... aja peito! TV ligada e hora da mamada é uma combinação que não dá certo. Ele adora tomar remédio (como já disse aqui, estou para descobrir do que ele não gosta de comer/beber), mas d-e-t-e-s-t-a itens extremamente importantes para seu dia-a-dia saudável: limpar ouvido, cortar as unhas, aplicar salsep no nariz e limpá-lo, colocar touca para sair no vento, se cobrir para dormir (e qualquer outra coisa que seja realmente necessária). Na madrugada de sábado acordou várias vezes com o nariz entupido, mas quem disse que nos deixava aplicar o bendito salsep? Nem com o Adriano segurando... Aliás, é o segundo resfriado que pegou em menos de um mês. Então na manhã de sábado já administrei o decongex plus como da vez anterior (5 gotas 3 x ao dia), e ontem já estava bem melhor.
Ah! Está amando andar na cadeira de auto (ama tanto que senta e dorme! Rs). E o carrinho também merece destaque. Dia desses ficou umas duas horas sentadinho lá sem reclamar (assistindo, óbvio, os comerciais da Discovery Kids – para ser mais precisa, o Doki). Tempo necessário para que eu lavasse suas roupinhas, a louça, o quintal, e quando voltasse para a sala lá continuava ele, quietinho... um pínxipe! “Mamãe voltou!” eu disse. “Abu! (com um suspiro e um sorriso no olhar) ”. Tive que tirar de lá e agarrar!
Aliás, nesses quatro dias em contato integral, aprimorei meu novo/vasto vocabulário “buanês”.
Arthur: A... bu
Mamãe: Abu você também, filho
Arthur: A... bu, bu, bu, bu...
Mamãe: Abuuuuu!
Arthur: Abu, abu, abu, abu (muitos risos)
Mamãe: Eu também amo você!
(Os diálogos para quem está de fora pode parecer indecifrável, mas a gente tem se entendido horrores com ele...)
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Ontem foi aniversário da Rô, minha amiga/irmã/madrinha e (muito em breve) afilhada de casamento. "Parabéns Rô, amamos muuuuuito vc!"

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