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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

O Dia dos Pais

Desde que Arthur nasceu o Dia dos Pais deixou de ser um dia triste para mim.
No período compreendido entre 2002 e 2005 foi um sofrimento só...
A vontade era de riscar o Dia dos Pais da agenda... de dormir e só acordar no final do dia... ou de nem acordar... Eu queria mesmo era que esse dia deixasse de existir...
Nada contra os outros pais, mas eu não tinha o MEU... Comemorar o quê? Comprar presente para quem?
Não tinha o menor sentido.
Mas aí Arthur nasceu. E o Adriano virou o pai do meu filho.
E o dia voltou a existir...
Não que eu não sinta (e muito) a ausência de meu pai, mas saber que eu preciso "ajudar" Arthur a preparar uma bela surpresa para o pai me alivia da angústia de antes.
Enfim...
Acordamos ontem com uma chuvinha bem fina lá fora e um friozinho que pedia nossa presença na cama por mais tempo... Catei Arthur do berço, fiz a mamadeira e ali ficamos...
Aproveitei que o Dri foi pro banheiro, peguei os presentes e escondi embaixo do edredom. E quando ele voltou: tcharan! A surpresa! Uma nova camisa do flamengo para ele, e mais uma de brinde para o filhotinho.


Acho que ele gostou!
Já tinha tempo que reclamava o fato de Arthur não ter uma camisa do mengão (time de coração), então acho que fiz a escolha certa.
Por outro lado, eu torço muito para que ele cresça e continue no mesmo time (ainda que a gente tenha escolhido por ele! hahaha). Já imaginou se ele vira vascaíno e me pega essa foto lá na frente? "Pô mãe! Da onde tu tirou que eu ia ser flamenguista?!" Vixe, quero nem pensar! Ia ser muito desgosto pro pai dele! hahaha
O almoço, como todo ano, foi churrasco.
Arthur acordou muito bem, mas quase na hora do almoço ficou enjoado, choroso e nem quis almoçar. Mas não era como choro de manha, era um choro sentido, como se estivesse sentindo alguma coisa. Se ele não estivesse muito bem minutos antes de começar o chororô (estava gargalhando na frente do computador da Beth, no site do Discovery Kids, então Bernardo chegou e tiveram que dividir o tempo na frente do PC) eu diria mesmo se tratar de alguma dor. Mas como o choro também não passava por mais que a gente acalentasse, meu sogro resolveu dar uma rezada nele. De imediato ele se acalmou. Comeu umas colheradas de geléia de mocotó e minutos depois estava dormindo. Acordou outro, quase três horas depois.
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Ah! No meio do dia recebemos a notícia de que Rô e Alê (que se casaram em março e fomos padrinhos, lembram?) estão grávidos! Êta felicidade! Vem aí: Davi ou Luana!

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