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terça-feira, 12 de maio de 2009

Dia das mães

Então...
Na sexta feira saí mais cedo do trabalho para meu compromisso na escola: uma festa linda!
As crianças ainda estavam na sala quando chegamos e fomos recebidas por uma decoração linda, com muitas bolas e corações e uma mesa r-e-p-l-e-t-a de comilanças engordativas! :)
Minha intenção era me esconder atrás de alguma outra mãe ou de alguma pilastra, mas não tive como. Colocaram cadeiras para que as mães de cada turma se sentassem no momento de cada apresentação. Para quê? Ele foi o primeiro a entrar e com isso ficou lá no final da ponta, enquanto eu fiquei no início. Óbvio que me viu. E mais óbvio ainda foi o berreiro que ele iniciou.
Corri pro lado dele, mas já não adiantou. Ele chorou do início ao fim da apresentação. E eu fiquei do inicío ao fim tentando acalmá-lo. Hahaha. Nem me perguntem qual foi a música que eles dançaram porque não sei! Hahahaha. Quem sabe no ano que vem...
Ao final das apresentações recebemos nossos presentes (uma bolsa linda pintada pelo próprio Arthur) e pudemos acompanhar nossos pequenos se esbaldando naquele pátio maravilhoso de espaço e área livre.
Arthur correu de um lado para outro, passou de brinquedo em brinquedo, se esbaldou de roubar brigadeiro na mesa (ainda que eu tenha tentado evitar por conta do problema com a mortadela), enfim! Fiquei ali babando em como ele conhece cada canto daquele pátio... e sinceramente fico muito feliz em poder proporcionar essa felicidade diária para ele.

***
Aí no domingo pela manhã fui pra minha mãe. De lá fomos pra casa do Zé, padrinho do Arthur, pois também era niver da sua esposa, Fátima. Levei minha mãe comigo e passamos um dia agradabilíssimo.

Tem mais fotos aqui.

Só para finalizar, um texto que achei na net, de Letícia Thompson.

Ser mãe

Ser mãe dói. Dói quando o filho nasce e ela se pergunta como vai saber educar. Dói quando, tendo o futuro todo pela frente, ela se sente perdida, como se o mundo não tivesse continuação. Dói quando filho chora de noite e ela não sabe bem como acalmá-lo. Ela aprende, então, a interpretar cada choro pra entender seu bebê.

Ser mãe dói quando filho fica doente e ela quer trocar de lugar com ele e não pode. Dói quando ela não sabe o que fazer.

Ser mãe dói quando filho não quer começar a escola e ela precisa fazer um esforço sobrenatural para não chorar e deixá-lo começar a vida de gente grande. Ela chora escondido depois. Mas dói também, quando, deixando o filho na escola, ele dá um sorriso e diz adeus. Dói sentir que ele desprega-se, solta-se, torna-se independente. Como dói!!!

Ser mãe dói quando filho tem problemas na escola e ela precisa ouvir com naturalidade as queixas. Dói a adolescência, as questões existenciais.

Deve doer demais ver um filho indo para a guerra. Deve doer imensamente ver filho seguindo caminhos diferentes dos que julgamos corretos. Mãe que vê filho sofrendo, sofre dobrado.

Ser mãe é uma missão que dói a vida inteira.

Ser mãe é ter a dádiva do dar. Ela planta e sabe que não é pra ela.

Jesus também teve mãe. E deve ter doído nela mais que em qualquer outra mulher do mundo.

Uma mãe é uma ponte entre os céus e a terra. É o ser escolhido por Deus, certamente o mais bendito de toda a criação, para que a terra se encha e se multiplique.

Ser mãe dói sim. Mas engrandece também. A medida da dor é também a medida da alegria de ver filho feliz.

A maternidade é a corôa de toda mulher. De espinhos... mas de flores também!

Benditas sejam todas as mães do mundo!!!

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