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segunda-feira, 28 de maio de 2007

Colocando ordem na casa

Parece que uma semana afastada fez com que esse cantinho aqui virasse uma zona total.
Primeiro esqueci de citar a última consulta do Arthur, porque a dito cuja aconteceu no meio da internação da Quinha. Não falei do meu niver. E também esqueci de citar a 1ª consulta que a Quinha teve com seu simpático Cardiologista. Também esqueci de falar dos dias de aula do pequeno, que já incluiu o seu 1º evento socilal. Vixe... vamos por parte! Por ordem de data!

Em 16 de maio Arthur teve pediatra. Tudo bem que falamos mais da escolinha e do caso de minha mãe do que qualquer outra coisa, mas no meio de todo aquele turbilhão de preocupações é muito bom ouvir elogios de seu pimpolho e saber que todo esse "meu melhor" que estou dando pra ele tem valido a pena. Ela disse que é muito difícil entrar uma criança tão alegre no consultório. Arthur é literalmente uma criança "dada"! E com todo mundo! Com a pediatra não seria diferente. Não cresceu, e só aumentou 295 gramas (Ainda não chegou aos 10 kg), mas sem motivo para preocupações. "Ele está numa fase de liberar muita energia! Como vai engordar se não pára quieto um minuto?!" Ela sempre me tranquiliza e eu realmente não me estresso com isso. Como está ingressando na escola, passou o asmax para tomar por uns três meses. E foi ela a maior incentivadora para esse ingresso (precoce que seja!). Disse o que eu já ouvi de várias pessoas: "Você vai ver o desenvolvimento dele como vai dar um pulo!".

Em 17 de maio foi meu niver. Nunca passei um aniversário tão apático como o desse ano. Adriano não foi trabalhar porque tínhamos que visitar as outras escolinhas da lista. E eram 06! E entre uma escolinha e outra, visita rápida ao hospital para ver minha mãe e tentar falar com o médico (o que não conseguimos!). Íamos almoçar fora, mas quando finalizamos a última visita escolar, já eram quase 15 horas, e Arthur não tinha tirado ainda uma soneca decente. E fora de hora de almoço, eu já estava era sem fome. Fomos para casa e dormimos por 01 hora. No início da noite voltamos ao Hospital e ficamos por lá até às 20 horas (e nada do médico!). Saímos de lá com tudo marcado com alguns amigos mais próximos, para comer alguma coisa fora. Eis que o carro ferveu! "Não, não era o meu dia!" e lá ficamos por mais quase uma hora. Depois de "socorridos" deixamos o carro em casa e seguimos de carona. Chegamos no restaurante às 21:30h: cansados, famintos e com um Arthur sonolento a tira colo. Só comemos. Minha comemoração só aconteceria mesmo no dia da alta hospitalar de minha mãe. Porque o presente que pedi foi justamente ter minha mãe ao meu lado, em casa, e isso só aconteceu na semana seguinte.

Em 18 de maio depois de achar que tinha conseguido fazer a escolha da escola, tivemos a surpresa de que eles não tinham a estrutura para um aluno da idade do Arthur. O mundo caiu de novo, e sem tempo para pensar (já que ele TINHA que começar na segunda, pois eu PRECISAVA voltar ao trabalho) tive que recorrer àquela primeira escolinha, que o Arthur chorou para sair. Graças a Deus deu tudo certo, e acho realmente que essa foi a melhor escolha! A adaptação foi um sucesso e sequer aconteceu, pois ele simplesmente ficou a vontade desde o primeiro dia de aula.
Em 21 de maio minha mãe teve alta, e em 23 de maio teve consulta com o Cardiologista. Ele se chama Marcelo Nogueira e na verdade é o Chefe da Cardiologia do hospital em que ela ficou internada. Tive ótimas referências dele, e pude comprovar que realmente ele é "o cara"! Não tem toda a humildade do mundo, se acha mesmo o bam-bam-bam, mas para mim a personalidade dele pouco importa. Foi muito atencioso e me explicou direitinho o que aconteceu com minha mãe, e isso sim, valeu muito mais. Bem, minha mãe pode sair da redoma e ter vida normal. Cortando, claro, os excessos! De sal, de gordura, e seguir todo os procedimentos que já havia falado aqui. Pediu que ela faça caminhadas leves e que retorne depois de 15 dias para acompanhamento. O resultado do exame de Doença de Chagas ainda não saiu, mas como para ele era novidade o fato de que minha mãe fumou até o dia em que foi internada (essa informação não constava no boletim médico dela!) ele já adiantou que o resultado será negativo, pois o fumo se tornou a causa mais provável. "Isso muda tudo!" foi o que ele disse. "Antes eu não tinha a causa da doença, por isso a investigação. Mas a causa existe sim, e é o FUMO!" Oh Quinha! Eu te pedi tanto para parar de fumar.... Menina travessa!

Em 24 de maio Arthur já ficou sozinho na escola em período integral. Eu, com o coração apertadinho durante o dia inteiro. Ele, feliz da vida! Nem aí...

Ontem, 27 de maio, já participamos do seu primeiro evento como estudante. Uma exposição de trabalhinhos artísticos em parceria da escola com a Barsa (aquela das enciclopédias, lembram?). E lá fomos nós ver seu desenho. Lindo! Como se tivesse sido ele mesmo a fazer sem ajuda de ninguém! rs

Encontramos três das cinco tias que ele tem: tias Adriana, Andrezza e Samira, e Arthur logo foi se jogando para a tia Adriana, como se já fosse íntimo dela! E ela, com toda a paciência do mundo, deu-lhe a mão e foram passear pelo salão. "Tá bom, tia Adriana! Devolve meu filho que hoje é meu dia de ficar com ele!" tive vontade de dizer... Por outro lado fiquei ainda mais satisfeita em ver o quanto ele fica tranquilo com elas...

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