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Lilypie Kids Birthday tickers

sexta-feira, 6 de março de 2009

O Carnaval

Esse ano tivemos um Carnaval atípico, com alguns contratempos, infelizmente. Mais ainda assim, com certeza, o mais curtido pelo Arthur.
Primeiro que chegamos na sexta-feira com uma criança cheia de abcessos espalhados pelo corpo. O das costas, inclusive, só estourou durante a ida. Nem sei como ele não reclamou na viagem...
Os outros ainda vasaram no primeiro dia lá, mas no sábado, primeiro dia em que fomos a praia, eles já estavam bem sequinhos. Bem que a Dra. Mônica falou.
A princípio fiquei com medo da água de sal em contato com a pele, mas não sei como pode, ele não sentiu nada. A princípio ele ficou desconfiado foi com a areia. Não queria sair do meu colo por nada. Se agarrava no meu pescoço e levantava bem os pés para evitar o contato com a dita cuja. Não sei pra quê tanto doce se no minuto seguinte ele já tinha areia até na cabeça... rs
No domingo ele já reconhecia o caminho para a praia. Ia na minha frente pela calçada como se fosse um menininho de 07 anos, totalmente independente.

Foi também no domingo que outro contratempo aconteceu. Mariquinha (leia-se: minha mãe) voltou na casa pois se lembrou que foi pra praia sem tomar os remédios. E passa o tempo, e passa o tempo, e nada. Uma hora depois (é muito tempo levando-se em consideração que estamos a dois minutos da praia) chega ela com a Beth, que me conta que ela foi atingida por uma moto enquanto atravessava na faixa de pedestres. Nada grave, tirando o enorme hematoma na bunda, mas que me deixou nervosa, principalmente quando soube que todos que estavam na praia ficaram sabendo, inclusive meu marido, mas que não me contaram para não me preocupar (Como?). Por acaso estou grávida, ou sou cardíaca, ou sou criança, ou qualquer coisa que não possa levar um susto? Marido sofreu as consequencias de ter me escondido algo que, segundo minha visão, diz respeito a mim. E depois de ter passado por chata para todos os presentes, quem ficou se sentindo mal fui eu, por não ter me colocado no lugar deles, já que a intenção deles era tão somente me proteger. Mas ainda assim continuei defendendo minha tese: Qualquer coisa com minha mãe ou meu filho eu TENHO que ser a primeira a saber. E tenho certeza que qualquer um vai pensar da mesma forma. Enfim. Depois que percebi que minha mãe começou a se sentir culpada, engoli a raiva e virei a página.

Melhor mesmo era curtir o dia lindo que Deus estava nos dando, e curtir com filhote toda aquela farra. E daquele mesmo jeito do ano passado, ele se sentava pertinho da gente, e num sopetão se levantava e partia rumo à água. E lá íamos atrás resgatar o fugitivo. Ou entrar na água junto com ele. Dependia de quem ia. Eu ou o pai. Nessa ordem.

Nunca fui chegada em ficar na água, gosto mesmo é de ficar no sol. Adriano detesta sol, gosta mesmo é da sombra. Arthur não gosta nem de um, nem de outro. Quer água. O tempo todo.

Na segunda-feira colocamos sua fantasia de Bambam. Ficou fofo. Engraçado como as pessoas gostam de ver criança fantasiada. Por uns ele foi chamado de Tarzan. Por outros de "filho do Barney". E até uma senhora disse: "aquele menininho loirinho dos Flinstones". Mas o que quero dizer é que por onde passava fazia sucesso, e o mesmo se repetiu na terça-feira, dessa vez na companhia dos primos, Bernardo e Hellen.

Acho que foi nesse dia que encontramos Tia Andrezza, no finalzinho da tarde, mas Arthur já não estava conosco, já que sua rotina era praia pela manhã, e soneca durante a tarde inteira (período em que voltávamos sozinhos para curtir a praia como gente grande, podendo sentar e relaxar). Deve ter sido lá pela quarta-feira que ele descobriu o Kai Bem. Na verdade ele já conhecia desde o ano passado, mas foi nesse ano que ele se tornou, segundo a madrinha dele, sócio da empresa. Bastava ouvir o chamado do vendedor "Olha o Kai Bem!!!" que ele ia atrás garantir o seu. Pelos meus cálculos ele deve ter chupado uns vinte "pedacinho do céu", nome do sabor (sempre) escolhido. Então ficou decidido que no próximo ano eu vou comprar uma carrocinha toda pra ele.... rs

A partir de quinta-feira era aquela praia linda, limpa, imensa e vazia... Arthur nem sabia o que fazer com tanto espaço sobrando... Sentar para brincar? Hahaha. Só por cinco minutos (e olhe lá!). Estou até agora tentando descobrir o porquê dele rejeitar tanto a sombrinha da barraca... Era levá-lo pra sombra e ele levantava e ia pro sol. Puxou a quem mesmo hein? :)

E ficou tão moreno o meu pequeno. A bunda tá tão branca!!!! Um gostoso!
E parece ter engordado mais um cadinho. Tá com o rostinho rechunchudo que só.



O outro contratempo que aconteceu foi meu marido ter inventado de futucar uma espinha que nasceu no seu queixo (ele jura que foi pêlo inflamado...). Limpou com água oxigenada. Tomou cataflan. Limpou com água oxigenada. Colocou azeite quente com farinha para puxar o que ainda nem existia. Resultado? Amanheceu na sexta-feira com o queixo do tamanho de uma bola de futebol. Tá. Podem cortar os excessos. Mas quem via, se assustava com o tanto que inchou. Então lá fomos nós para o PS, bem cedinho, para marido tomar uma benzetacil e ser orientado a fazer muuuuuuitas compressas de água quente. Ainda deu tempo de levar Arthur para a praia pela manhã, mas de tarde quem ficou de efermeira? Eu, claro. Ainda que estivesse P da vida do tanto que pedi pra ele não futucar...
Passou a sexta feira inteira entre compressas e novalgina para aliviar a dor que não cedia e no sábado pela manhã decidimos voltar ao PS para avaliação de outro médico, já que a benzetacil e as compressas pareciam não fazer efeito.
O outro médico plantonista, louco de pedra (é clínico mental, rs) foi excelente. Disse que benzetacil há muito tempo deixou de ter a eficácia de antigamente. Que só compressa quente não ia resolver, que o problema dele era tb de imunidade baixa, que o excesso de zelo pode ser prejudicial tb (quando dissemos que ele limpou com água oxigenada), e etc. etc. etc.
Passou Voltarem injetável para aliviar a dor, ibrupofeno para ministrar de 8 em 8 h, cefalexina (2 cps) de 12 em 12 h, e um medicamento para usar quando acabar a infecção para aumento de imunidade. Excelente. Aí lá foi ele para as mãos da enfermeira que aplicou a injeção e foi fazer a limpeza do local. Limpou com soro e, sem qualquer aviso, espremeu bem forte. Senti a dor por ele, coitado. Ou a dor que senti foi de sua mão apertando a minha. Coitado do meu marido. Tudo bem que no dia seguinte, domingo, ele já estava beeeem melhor... mas já era dia de voltar pra casa, infelizmente. Então para ele o Carnaval já tinha acabado... desde quinta-feira.
Ele ficava na casa se recuperando, enquanto eu me cansava levando Arthur pra praia. Sério! Como era cansativo ficar correndo atrás daquela criança... E ele, pra piorar, grudou em mim. Não aceitava ir na água com mais ninguém. Os únicos momentos de relax era enquanto chupava o Kai Bem, por incrível que possa parecer.


Também gostava de ler o que escrevíamos (ou desenhávamos) na areia. As vogais e os números de 1 a 10, ou simplesmente identificando desenhos. Um show de leitura! O que já não era surpresa para mim, mas que arrancava suspiros de quem ainda não o tinha visto contando de 1 a 10 ou repetindo as vogais de um lado pro outro, sem que ninguém pedisse.

Mas ele guardou surpresa para mim também. Certa noite alguém lhe deu um saquinho de confetes de chocolate cuja marca era disquete. De repente ele começou a soletrar d-i-s-q-u-e-t-e, sozinho, sem que ninguém pedisse. Juro que não acreditei, pois embora as tias da escolas já tivessem me dito que ele conhece o alfabeto todo, eu achei que houvesse ali um certo exagero... Exagero nenhum... Ele conhece sim! E só eu e o pai fomos testemunhas. Depois que coloquei meu queixo no lugar e tentei que ele soletrasse de novo, humpf! Quem disse que ele obedeceu?????


Que mais, que mais?
  • Arthur assistiu, pela primeira vez, uma apresentação de marionetes. Ficou atento do início ao fim, alterando momentos de concentração com altas gargalhadas. Difícil foi tirá-lo da frente dos bonecos.
  • Rô (gravidinha do Davi) e Alê nos fizeram companhia na praia do início ao fim da semana e foi ótimo estar na companhia deles também.
  • Foi a estréia da Hellen na praia.

  • Tomei muito açaí (que amo, mas não consigo achar aqui tão bom quanto o de lá!).
  • E consegui ficar morena!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Antes de ir...

Antes de ir eu precisava vir aqui para atualizar...
Na quarta-feira, quando Arthur veio da escola, eu fiquei assustada com o tamanho dos abcessos. Acho que a pomada ajudou no processo de desenvolvimento deles, e ao que parecia no dia seguinte estariam prontos para a "expulsão". Achei melhor dar uma ligada para a pediatra e quando eu disse que no dia seguinte ele tinha consulta marcada com ela, ela preferiu olhar antes de receitar qualquer antibiótico.
Ele não dormiu bem. Acordou três vezes reclamando de dor.
Ontem, quinta-feira, eles amanheceram enormes e maduros, mas não quis espremer, até para que ela visse o estado deles. Liguei pela manhã para tentar um encaixe (a consulta dele era só na parte da tarde) mas já havia 07 crianças aguardando atendimento.
Então como ele estava bem, brincando, achei melhor mandá-lo pra escola, para que ele pudesse curtir o baile de carnaval e sua fantasia de bambam. Enquanto isso fui resolver mil coisas no centro da cidade.
Por volta de 15:30h me ligaram da escola para dizer que os abcessos estouraram, que ele estava choroso e que parecia sentir dor. Foi só o tempo de tomar meu banho e chegar até lá, e de lá partimos pra pediatra.
Como Deus é muito bom, chegamos lá e não havia ninguém para ser atendido. Então ele logo entrou na sala e Dra. Mônica o examinou.
Disse o que eu já sabia: Alguma picada de inseto infeccionou, e se transformou no abcesso, ou melhor, nos abcessos. Só não soube me responder o motivo de ter aparecido justamente no mesmo lugar do ano passado. Para piorar, pela manhã apareceu um nas costas também, um pouco acima do bumbum, exatamente onde bate a fralda.
Então ela receitou antibiótico Ceclor 250 mg, para dar 3,5 ml (8 em 8 h) por 7 dias e mais 4,5 ml (12 em 12h) por mais 7 dias. Passou sabonete Dersab e a pomada supirocin que já estamos usando nele.
Disse que quando acabar o tratamento vai tentar investigar a causa.
Com relação a praia e meu questionamento se não seria prejudicial levá-lo, ela me surpreendeu. Disse que muito pelo contrário, que ela quer mesmo que ele fique em lugar arejado, com muito sol e que problemático seria se eu dissesse que o levaria para local frio e úmido. Reduziu seu fator de proteção de 60 para 50 e só alertou que ele pode vir a ter diarréia (e para isso até já me deu o medicamento para usar, caso precise). Do mais, receitou muita água de coco e muito banho de mar. Ueba!
Ah, sim! Suas medidas! Pesou 11.990g (engordou 890 g) e mediu 91,5 cm (cresceu 2 cm!)
Como cresce o meu menino!
Hoje não teve aula, então pela manhã ele viu seus DVDs, me ajudou a separar os brinquedos que vão para a viagem (separados entre os de dentro de casa e os de praia), e ficou bem, ainda que esteja andando como um robozinho.
Os abcessos já vazaram por duas vezes. Então dei banho, sequei, espremi de leve só para sair a secreção (nada de tirar sangue!) e passei a pomada.
Agora ele está ali dormindo. É a minha hora de arrumar as 4725 malas que ainda faltam...
Para vocês que ficam do outro lado da telinha, um ótimo feriado!
Prometo voltar dia 02 com muitas fotos!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

De férias!

Não o Arthur, eu mesma! Desde semana passada.
Dias em que tirei para não fazer nada e tudo ao mesmo tempo. Arrumar gavetas, armários, limpar o lixo do computador. E bater muita perna, buscar Arthur na escola TODOS os dias (tarefa que eu adoro!), e tirar pelo menos um dia para ficar de pernas pro ar!
Isso até a próxima quinta, já que sexta bem cedinho partimos pro paraíso, onde ficaremos exatos 10 dias na beira da praia, tomando muita água de coco. Onde? Cabo Frio. Parada certa em todo carnaval.
Enquanto fazemos a contagem regressiva, estou aqui na correria dos preparos, do fazer tudo ao mesmo tempo, do "comprar itens que não podem faltar" para uma viagem com um menininho de três anos.
E por falar em menininho de três anos... parece que ele entrou realmente no espírito molequinho. Gente... ele está demais! Impossível! Arteiro! Com um gás que só acaba na hora que dorme.
Sábado passado, no dia da Reunião Escolar, ele ficou na casa de minha mãe, como sempre fica. Da Reunião, fui ajudar minha amiga Rô no enxoval do Davi. De lá fomos pra minha mãe, que tentava em vão, fazê-lo dormir o soninho da tarde.
Com nossa presença a tarefa se tornou impossível, então ele ficou por ali, nos rondando, correndo pra lá e pra cá, enquanto a gente almoçava.
De repente o silêncio. Fui atrás. Não estava em nenhum dos quartos e nem havia fugido pra rua, já que minha mãe estava na porta da varanda. Banheiro fechado e então eu bati na porta. Lá de dentro reponderam batendo também... quem? quem? Ele, né! O terrível! Se trancou no banheiro!
Entre manter a calma e perder o controle, optei pela tranquilidade, e graças a Deus o Arthur também. E quer saber? Ele se divertiu foi muito trancado no banheiro...
Entre a porta do banheiro e o chão há uma fresta de uns cinco centímetros e era por ali que eu acompanhava os passos dele. Primeiro ficou se escondendo no box quando ouvia nossa voz. Depois descobriu o creme dental e o espremeu quase todo. Depois o prestobarba de meu irmão que consegui que ele abandonasse mostrando-lhe um pote plástico para ele brincar de água. Foi o que aconteceu. Ele esqueceu o prestobarba num canto e partiu para jogar água no chão. E ria... ria... e ria! E a gente do lado de fora: "Abre, Arthur!", "Vem ver o Cocoricó!", "Vamos embora com a mamãe!", "Abre o trinco da porta!" e ele corria pro box! Como se estivéssemos brincando de pique-pega! Por fim, vendo que ele não ia abrir pois estava se divertindo como nunca, fazendo o que queria e sem ninguém para impedir, optamos por forçar a porta aproveitando enquanto ele estava no fundo do banheiro, no box. E a cara dele de satisfação, nossa! Como se aquela tivesse sido a maior experiência de sua vida! rsrsrsrs - Ô garoto, viu! :)
E então ele está assim... cheio de determinação pra tudo!
Dia desses chegou em casa e enquanto o pai tirava as coisas do carro, ele foi logo se adiantando, pegando a chave que o Adriano deixa num esconderijo (que teve de ser trocado, claro!) para tentar abrir a porta. Cena de deixar o queixo cair.
Na mesma semana se sentou no sofá, tirou o tênis, a meia, a enrolou direitinho e a enfiou dentro do tênis. Organização ímpar!
E foi também nessa semana que não só dei o mal exemplo de deixá-lo jogar bola dentro de casa, como participei da brincadeira. Resultado? Mamãe que não sabe chutar bola errou o alvo (que era o corredor que separa a sala de estar da sala de jantar) e a bola que deveria ter seguido no corredor bateu na quina na porta e voltou pra mim, que bateu no vaso do aparador, e que (não me perguntem como) eu tentei resgatar com um pé, mas que ainda assim não consegui evitar que se transformasse em mil cacos. Não sei qual foi a ordem da queda do vaso, do meu pé nele, dos vidros espalhados. O que sei foi que sangrou muito e que se eu não tivesse colocado meu dedo no corte, nem sei. Com o outro braço tentava segurar Arthur, e afastar dele os cacos de vidro. Por sorte Adriano estava em casa e nos socorreu. Arthur também sangrou no dedinho do pé, mas acho que foi algum caco que bateu e arranhou, nada demais.
E eu mais uma vez me orgulhei de mim mesma. Em nenhum momento entrei em pânico e o próprio Arthur se manteve calminho, como eu.
Lição aprendida, acho eu.
E tem alguns dias que ando pesquisando uma mini cama para tirá-lo do berço. Já é um rapaz, né? Berço é para bebês!
Tem uns três dias que o que era uma picada de inseto está inflamada e dura. Ao que me parece vai se transformar num furúnculo... Aff!
Como já estou vacinada quanto a isso, já iniciei tratamento com pomada a base de mupirocina (supirocin) e como amanhã tem consulta com pediatra esperarei pelo ok dela para início da cefalexina (provavelmente por 10 dias).
Então é isso!
Amanhã será um dia cheio. Bailinho de Carnaval na escola e de lá consulta com a pediatra.
Tentarei voltar aqui na quinta, antes de partir pro paraíso na sexta.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Reunião Escolar

Como já é de praxe, sempre há reunião escolar na primeira semana de aula.
Ainda que Arthur já estivesse em Colônia, o ano letivo só se iniciou mesmo no dia 02/02.
E lá foi meu pequeno estreiar, aos três anos, no Maternal.
Professoras novas, sala nova, didática um pouco diferenciada.
Tudo isso me foi apresentado na Reunião.
Como fui a primeira a chegar, Tia Ju (liana) e Tia Samira já foram me contando o que Arthur vem aprontando nos últimos dias. Da batalha entre ele, Tia Ju e o ar-condicionado, que fica no baixo, e ele insiste em futucar... Não há "negociação" que o faça desistir de mexer...
Disse que ele é muito inteligente, mas que é muito preguiçoso tb. Ele fala, mas a timidez e a preguiça o impedem. Prova disso foi que ela estava em poder de um saco de biscoito e ele pediu daquele jeitinho dele, sem palavras. Então ela falou pra ele: "Tia só dá se você pedir..." e ele imediatamente: "dá!"
Disse ainda que ele conta até dez e reconhece cada número em separado e que também conhece o alfabeto (isso eu até já sabia, mas foi bom ouvir de novo...)
Quando eu falei que ele come sozinho mas que ás vezes eu mesma prefiro dar, pra ser mais rápido, evitar sujeiradas, enfim... elas de forma muuuuito elegante logo me chamaram à atenção: "Ah, Sandra! Deixa ele comer sozinho sim! É tão importante pro crescimento dele... pra sua coordenação motora" e o pior é que eu sei que elas estão certíssimas. Assim como eu sei que não é legal ele ficar tanto tempo vendo o mesmo DVD, mas sempre me rendo quando ele pede...
É chegada a hora de EU dizer tchau para o bebê que eu TINHA em casa.
E foi isso que elas deixaram bem claro. Que a partir dessa fase eles deixam de ser os bebês da escola. E que, como pais, somos muito importantes para essa nova etapa. Que também nós, em casa, teremos que dar nosso empurrãozinho para o crescimento de cada um deles.
A partir de agora eles já não sentarão mais no chão, cada um terá sua cadeirinha.
Levarão atividades para serem feitas em casa, e trabalharão com livro! E que eu não vou poder ajudá-lo para que o dele seja mais bonito que o dos outros amiguinhos. Eu vou ter que aprender a direcioná-lo até o limite dele. O trabalhinho dele vai ser lindo sim, mas vai ser feito à duas mãos (as dele).
A meta para o Maternal é que ele termine esse ano tendo noções de cores, reconhecendo as letras de seu nome, diferenciando algumas coisas, como o maior do menor. E eu dei a sugestão de que elas informem através da agenda quais itens serão trabalhados naquela semana, para que em casa eu também possa dar ênfase ao assunto. As outras mães aprovaram.
Falamos sobre o desfralde, que será iniciado ainda essa semana. Pedi que elas me mantenham informada sobre cada avanço.
E foi isso! Mais uma oportunidade de conhecer um pouco mais do meu filho, compartilhar experiências e de aprender com quem sabe.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

O retorno às aulas

E eis que passado o turbilhão com os preparativos do que nem seriam festas, e sim pequenas comemorações, na última semana pude voltar ao meu ritmo normal.
Eu ainda não tinha parado para ver o uniforme, muito menos o material do mocinho. E aqueeeeela lista, né? Mil itens de tudo quanto é lugar... da papelaria à drogaria, aff!
E que fofo! A partir desse ano ele vai ter livro. ("Fofo" só até eu descobrir que o livro custa R$50,00. Aff, de novo!)
E então lá fui eu! Primeiro fazer contas de quanto de uniforme eu conseguia comprar com os R$100,00 que Arthur ganhou de presente: 02 camisetas sem manga, 01 com manga, 01 short e a agenda escolar. Como é caro cada pedacinho de pano, viu?
Ziza conseguiu parte do material escolar. Outra parte foi do que sobrou do aniversário dele (folhas, giz de cera e papel pardo) e não fosse a facada do livro, até que esse ano eu teria ficado bem feliz com o que gastei.
Depois a parte que mais gosto: etiquetar. Adoro identificar tudo! Como esse ano a mochila é dos Backyardigans, optei por repetir as eiquetas do ano passado. E que fofas ficaram!
E como ele está num momento "in love" com seus dvds dos Backyardigans, não preciso nem dizer o quanto ele namora sua mochila a cada vez que passa por ela: "Pablo, Pablo!"
No sábado quando acordou eu fui do meu quarto ao seu encontro, enquanto o pai veio da cozinha. Chegamos os dois juntos. Ele abriu aquele sorrisão.
Então eu disse:
- Bom dia, filhote! Olha quem tá aqui! Quem é esse? (apontando pro pai)
- Papaiiiiiiii
- E quem sou eu?
- Mamããããe
- E você... quem é você?
- Tatu!
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A cada semana que passa ele dá uma progredida na piscina.
Na semana de seu aniversário passou a entrar e sair sozinho, totalmente independente. Não precisa de qualquer ajuda, ainda que seja para entrar pelo lado fundo, seu lado preferido. Por um lado é ótimo! Enquanto ele está com a bóia eu posso ficar totalmente despreocupada com ele. Mas... e sem a bóia? Meu medo agora aumentou, já que ainda não sei se ele já entende o perigo de entrar sem ela. Então as atenções estão totalmente redobradas nos dias normais.
Domingo cedemos nossa casa para o aniversário de nosso amigo DD, e a piscina foi o ponto alto da comemoração.
Adriano jogou Arthur lá no alto para ele mergulhar na piscina. Eu gelei. Adriano esperou ele voltar do fundo. E ele?
Vejam o vídeo e me digam se ele gostou...
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Ele amou! Voltou gargalhando! Ô peixinho!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

As festas!

A sexta feira amanheceu nublada. O único brilho que havia era o do Arthur, meu filho lindo. Naquele momento já um garotinho de 03 anos.
Eu já estava cansada de uma semana inteira de correria... Sabe como é né? Eu inventei de fazer tudo... de enfeite à pipoca.
Comecei os preparativos no domingo (quando fizemos as lembranças) e no dia da festa da escola eu ainda estava comprando coisas para fazer ou distribuir para a criançada. Cheguei em casa carregada de tralhas e ainda tinha que fazer pipoca, arrumar gelatina em isopor, e dar uma aumentada no molho do cachorro quente, que seria servido também no dia seguinte.
Sinceramente não sei o que seria de mim se não tivesse tido ajuda de algumas pessoas. Da minha sogra, principalmente. Minha mãe pouco pôde ajudar dessa vez, pois no domingo foi parar no PS com infecção urinária e ficou baqueada a semana inteira. Berna fez o molho do cachorro quente com Tia Belina e o resto eu fiz! Brigadeiro, sacolé, gelatina, pipoca.
Chegamos na escola e as crianças estavam todas dormindo o soninho da tarde. Foi o tempo de arrumarmos tudo. Às 15h a criançada desceu. Por último o dono da festa. A carinha dele... ah! a carinha dele... foi tudo! Ele não sabia se ria com a surpresa de nos ver ali ou se ria com a mesa montada, colorida, com os palhaços no painel. Um fofo! E curtiu, como curtiu. Correu de um lado para outro, dançou, roubou brigadeiro e jujubas da mesa, comeu junto com seus amigos pipoca e gelatina, enfim! Foi uma farra do início ao fim! "Tia, posso comer brigadeiro?" "Tia, me dá pirulito?" Era tão bom ver a carinha de satisfação de cada um deles quando eu realizava um pedido...
A festa que seria de 15h às 16h, rolou até 17h. Cantamos o "Parabéns pra você" e ele era só felicidade... Basta ver nas fotos o quanto ele curtiu!
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Tem mais fotos aqui.
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No dia seguinte amanheceu chovendo. Aquela chuvinha fina que promete permanecer o dia inteiro, sabe? Meu peito doeu. Como ia proporcionar um dia de piscina... sem piscina? Aff!
Mal saí da cama e já estava organizando as ideias para a mudança de planos. E por sorte a ideia veio bem rapidinho... bastou me lembrar do que anda rolando por aí pelos blogs e logo me veio em mente o novo tema da festa, seguindo a propaganda do famoso sabão em pó: "Por que se sujar faz bem!"
Deidei Beth e Tia Berna se mandaram para uma papelaria e voltaram de lá munidas de papéis coloridos, folhas de papel pardo, desenhos impressos, tintas, potes, pregadores coloridos, giz de cera, etc.
Berna trouxe o video game do Bernardo, mais o escorrego e mais uma mesinha de atividades que juntei com a do Arthur e mais o seu cavalinho de madeira. E assim criamos três ambientes: o canto do video game (alternando com o dvd), o canto da pintura e o canto playground.
Adivinhem o que aconteceu? Lá pelas 11h o sol resolveu aparecer... meio tímido, é verdade! Mas estava lá! Então o encontro ficou perfeito! Poucos se atreveram a entrar por causa do frio, mas os que entraram se esbaldaram... Arthur foi um deles!
Depois da piscina ainda assitiu seus DVDs favoritos: Backyardigans e Patiti Patatá. E também pintou. E também dançou. E também curtiu como no dia anterior. Exatamente como eu previ que seria: uma festa para a criançada, com muita pipoca, muita gelatina, muita pizza, muito cachorro-quente e muito sacolé!
Comprei tatuagens e as crianças amaram. E no final da festa ainda fizeram um campeonato de bolinha de sabão que foi muito divertido. Arthur se esbaldou. Vejam as fotos e digam se não concordam comigo?
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E tem mais fotos aqui tb!

Apesar de todo o meu cansaço físico no final de cada festa... de não ter podido convidar todas as pessoas que eu realmente gostaria (por não ter espaço físico em casa)... do sol não ter brilhado tããão forte... ainda assim... foi perfeito! Exatamente como imaginei que seria!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Não tem preço

Parabéns, meu menininho!
Amor maior da minha vida!
Parabéns, Arthur!
Que Deus te abençoe para sempre...

***

Kit festa usado tanto na escola como em casa = R$66,00
Todos os outros itens que complementaram o kit = Uns R$130,00
O lanche servido = Uns R$150,00
Arthur, o maior presente que a vida poderia me dar = Não tem preço!!
Num mês de janeiro, mais precisamente há 3 anos, eu ganhei o meu maior presente: meu filho Arthur.
Foi, sem dúvida, o mais emocionante momento da minha vida, momento em que (quase) tudo se explica e a gente entende aqueles chavões que ouviu desde sempre, como “só sabe o que é filho quem tem um”.
De repente, de um segundo para o outro, a gente vê brotar não só uma nova vida, mas junto com ela o maior amor capaz de se sentir por alguém. Um amor incomensurável, maior do que qualquer tipo de amor já sentido antes, seja por pai, irmão ou qualquer namorado. Maior e diferente. Um amor que não se explica, que não se descreve, um amor maior, que talvez até nem exista e seja um folclore nosso, como que um acerto entre o cérebro e o nosso coração, coisa entre eles. A nós cabe e resta sentir. E passar adiante.
Como pode uma pessoinha daquele tamanho, que a gente acabou de conhecer, cujo caráter e personalidade desconhecemos, despertar um sentimento tão forte, que mal cabe dentro do peito? O maior amor do mundo todo para um mini humano, um projeto de gente... Coisa estranha...
No Arthur eu me vi desde o primeiro segundo que nossos olhos se cruzaram. No Arthur eu me vejo diariamente, a cada gargalhada, a cada lágrima, a cada cosquinha, a cada vez que ele gira qualquer coisa como se fosse um peão, a cada chute de bola ou brincadeira com seus carrinhos, a cada saída de manhã cedinho para o colégio... No Arthur vejo um complemento de mim e não consigo compreender como vivi quase 30 anos sem a presença dele.
Hoje tenho 32 e ele três. E muitas vezes ainda me pego olhando-o dormindo, velando seu sono, um sono tranqüilo, pacífico, sem preocupações com contas que vencem no dia seguinte ou com o eletrodoméstico que tem que ser consertado.
Arthur não tem que ficar horas em casa esperando o rapaz da NET, que vem entre 10 e 18h. E usa o uniforme do Flamengo sem nem saber da existência de seus jogadores. E isso me faz voltar a outro chavão, outro que ouvi diversas vezes de minha mãe antes d´eu completar a maioridade: aproveita esta fase da vida, que é a melhor de todas. Eu ignorava, achava “papo de velho”, “caretice”, queria era fazer logo 18 anos pra poder ter minha independência, meu carro, entrar em todas as boates, não dar satisfação a ninguém. Tudo bem, desde que eu virei mãe meus problemas passaram a ter outra dimensão. Eu os seleciono. Claro, sou humana, e ficar esperando o rapaz da NET ou ter que encarar uma blitz da PM de madrugada, quando apenas quero voltar pra casa, me incomodam, sempre vão incomodar. Mas já sei que existem coisas mais graves. Ou menos graves. Ou – simplesmente – que nada é tão grave quanto parece.
Quando chego em casa, ainda mais num momento de muito trabalho, é fundamental um pit stop no quarto do meu pequeno, onde ele muitas vezes já se encontra nos braços de Morfeu, dormindo o sono dos justos, sonhando com o dia seguinte e sua agenda lotada de compromissos: ter que ir pra escola ou para a casa da vovó; correr pela casa “voando”; pilotar o seu velotrol do cebolinha; ver o DVD do “Patati Patatá”; jogar bola no quintal...
São dois sentimentos. O que justifica tudo, toda correria, tanto trabalho em busca de um lugar ao sol e os respectivos benefícios que isso traz. E o oposto, de não esquentar a cabeça com nada, que não se deve estressar à toa, tentar resolver problemas insolúveis, abraçar o mundo com as pernas.
Nos dois sentimentos, uma coisa os une: Arthur.
Nos dois sentimentos, a mesma sensação: nenhum deles tem preço.
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(Texto original: Bruno Mazzeo (pai apaixonado do lindo João).)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

03 anos - tá chegando!

E já chegamos na semana em que meu filhote completa seus 03 anos de vida.
Como é um menininho de sorte (e eu também! rs), a partir desse ano a escola passou a permitir que aniversários sejam comemorados lá, na hora do lanche (até então elas faziam apenas uma comemoração para todos os aniversariantes do mês).
O único problema seria o fato de que ele está de férias, ou melhor, em colônia. E o que poderia ser um problema, se tornou uma solução. Ao invés de ter uma festa apenas na hora do lanche e somente com sua turminha, ele vai ter uma festa com TODOS os amigos de colônia, ou seja, com TODOS os seus amigos do integral (e isso inclui sua turminha do Ninho).
Na sexta feira veio a lista de convidados: 20 crianças.
O que eu sabia que acontecia por aí nas escolas é que somente se leve o bolo na hora do lanche e só! Ah sim, presença do pai e da mãe.
Lá não. Como é a primeira festa realizada na escola (acho que ainda estão testando o formato) a diretora liberou mesa de bolo com balões, toalha, painel, pipoca, gelatina, brigadeiro, e mais 04 convidados, além de mim e Adriano.
Virou festa né?
Então descobri uma loja que já vende um kit festa pronto: painel, bolas, toalha de mesa, caixa de bolo, vela, piruliteiro, baleiro, papel de bala, guardanapo, pratos, lembranças. E meu trabalho foi altamente reduzido. Como eu não posso ir às compras, principalmente se estiver acompanhada de uma amiga cheia de idéias, é óbvio que eu gastei quase três vezes o valor do kit, que seria quase que suficiente para fazer uma daquelas festinhas caseiras que a gente não vê mais por aí...
Mas levando-se em consideração que o mesmo kit será usado duas vezes, acho bem que ainda estou no lucro.
As comemorações serão assim:
Na sexta-feira (23/01) comemoramos na escola, com todos os seus amigos, naquele pátio "horrível" de tanto espaço e com tantos brinquedos.
No sábado (24/01) comemoramos em casa, com um banho de piscina com todos os primos e amigos mais próximos e o "parabéns" no fim da tarde.
Lembram daquelas festinhas com uma mesa cheia de balas e pirulitos espalhados? Pois é. As festas do Arthur serão assim. Com muita pipoca, gelatina, sacolé, pizza e cachorro quente. E querem saber do que mais? Eu tenho certeza que ele vai se divertir muuuuuuito! Só preciso rezar para que não chova...
Por que a idéia da piscina? Bem... Lá em casa eu não tenho espaço livre de perigo. Ou são os dois lances de escada que dão acesso ao quintal e à casa da minha sogra, ou é a própria piscina que não é cercada e não me dá sossego. São os locais que Arthur mais gosta de explorar no quintal. Fazer festinha sem espaço pra criançada se esbaldar de correr não é legal (até porque ia sobrar mesmo pro interior da minha casa)... E sem espaço (e até dinheiro) pra colocar daqueles brinquedos que criança adora (cama elástica, piscina de bolas, etc) chegamos à conclusão que uma festinha caseira com um banho de piscina ia ser a melhor solução tanto pra gente (financeiramente) quanto pro próprio Arthur, que vai se esbaldar do jeitinho que ama: com suas bóias de braços, livre, cercado de primos e de todos que o amam.
Ah sim! O tema. Baseando-me na sua preferência atual que é o "Patati Patatá", não poderia fazer de outro tema que não fosse de "Palhaço". E é tão colorido, tão lindo e tão fácil que não poderia ter escolhido melhor.
Rosana (a minha amiga cheia de idéias) me ajudou a bolar um pote de jujubas que, modéstia a parte, ficou lindo. E por um precinho bem justo, viu?
Como quem tem amigo não morre pagão, ontem mesmo juntamos uma turma e os potes já ficaram prontos, assim como as balas embaladas (thanks Vanessinha!), pirulitos com cromos de palhaços (thanks cunhada!) e convites da escola prontinhos da Silva!
Essa semana passo as noites fazendo sacolé, gelatina, brigadeiro e montando sacolinha surpresa.
Acho que no final vai sair melhor que o planejado. Acho não, tenho certeza.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Algumas novas...

Depois de um breve momento sem ter apetite alguma, eis que Arthur voltou a ser o comilão de sempre.
Engraçado como a criação de certas rotinas ajudam. Basta me ver com o seu prato na mão que corre para a sua mesa, se acomoda na primeira cadeira que vê pela frente (ele tem 03) e já fica prontinho me esperando servi-lo. Come sozinho, mas eu prefiro ajudar, para não corrermos o risco de ficar ali por umas duas horas. Exceto o danoninho, que ele não deixa nem eu encostar a colher.
Continua apaixonado por macarrão. Se ele já estiver mamando e eu aparecer na frente dele com um prato de miojo, por exemplo, com certeza ele vai largar a mamadeira e vai se colocar a postos na minha frente aguardando a sua garfada.
Continua seletivo e faz cara de nojo para determinados legumes, em especial os de cor. O jeito continua sendo camuflar no feijão.
Tem umas duas semanas que decidi que vou tirá-lo da mamadeira. Ele ganhou um copo com canudo e eu comprei um copo com válvula. Ele não quis. A água ou qualquer suco ele sempre aceitou. Bastou eu colocar a vitamina lá e o próprio leite com mucilon que parecia que o copo tinha pimenta. Ofereci em um, em outro, e nada. Esperei dar bastante fome e nada. Já eram quase meia noite quando eu desisti e dei a mamadeira. Tá. Eu sei que não deveria ter cedido. Mas pensa bem... foi a primeira tentativa. Relevem.
Por outro lado, a mamadeira da tarde, com vitamina, eu já cortei.
Da mesma forma como o leite noturno, tentei dar no canudo. Recusou. Tentei no copo. Recusou. Dei de colher e como a fome já era negra, aceitou.
No último final de semana ao invés da vitamina como lanche da tarde, inovei com um prato de mingau de farinha láctea. E então me convenci que o problema do Arthur é genético. Como eu, ele é altamente avesso ao novo. Como pode rejeitar um prato de farinha láctea? O que tem de mais delicioso na face da Terra? Pois é. Bastou ver o prato com o mingau que torceu o nariz. Insisti, insisti, enfiei à força uma colherada na boca dele e pronto. Raspou o resto que ficou no prato!
Também tem sido assim com sopa de legumes. Olha, faz cara de nojo, torce o nariz. Eu "enfio" a primeira colher, ele descobre que é bom, e como o resto com gosto.
Vai entender...
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Tem um tempinho que comprei o redutor de assento para ele usar o vaso. Nada. Ele fica lá horas e não faz. Nem uma gota de urina sequer. Desisto, coloco a fralda e pode contar... um minuto e ele urina na fralda.
Ainda não me aventurei a deixá-lo só de sunga e vou explicar o porquê. Não faz sentido eu tentar desfraldá-lo sozinha. Não faz sentido eu tentar desfraldá-lo se ele ainda não aprendeu que xixi se faz no vaso. Ele não fala. O xixi ou o próprio nº2 ainda não o incomodam. Ele não sabe avisar. E eu só estou com ele o dia inteiro no domingo. Não vou passar a única manhã que tenho com ele sentada na sua frente no vaso sanitário. Vai acontecer naturalmente. Tenho fé.
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Está naquele momento "in love" por Patati Patatá.
Engraçado que no ano passado fomos numa festa em que eles foram contratados e ele não deu a mínima. Tava mais preocupado em acabar com as batatas fritas da festa (rs). Agora eu mostro as fotos que tiramos com a dupla e ele abre o maior sorrisão.
Duas, três, quatro, cinco, quantas vezes eu repetir o DVD ele estará lá, na frente da TV, morrendo de rir dos palhacinhos simpáticos.
Bem que a Mel me avisou. :)

Ano Novo

Passamos a noite na minha sogra, como sempre.
Após a virada, o tradicional Amigo Oculto. Arthur só dormiu às 3:00. Curtiu a noite inteirinha. Mal humorado para tirar fotos, mas tudo bem. Correu muito de um lado para o outro com os primos.
No amigo oculto tirou Graziani, seu 2º pai.
Tia Belina, sua puxa-saco, foi quem lhe tirou. Ganhou uma tartaruga desmontável que o acompanha até hoje num monta/desmonta incrível!

Mal amanheceu e já estava dentro da piscina. Em pouco tempo os primos foram chegando e ele curtiu horrores até o fim da tarde, quado não aguentou de cansaço e capotou.

Mais fotos, aqui.