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segunda-feira, 16 de julho de 2007

Momentos

O Baú da Vovó e do Vovô
Cheguei na sexta feira em casa e tinha um monte de novidades para ouvir...
Teve até apresentação do Ninho (turminha dele) e dançaram (?) ao som de Amor Perfeito (...eu conto os dias, conto as horas pra te ver...). Deve ter sido a coisa mais fofa!
Embora minha sogra tenha ido armada de fotos do casamento dela, e minha mãe também ter ganho pontos pois era a única com foto do neto na carteira, o prêmio da gincana foi pra turma do Maternal. Se bem que isso foi o que menos importou. Ambas se divertiram um bocado e até a Bia (minha sobrinha) foi na aba curtir a festa.


No sábado foi o “Arraiá d'us Carvalho” na Tia Bina.
Pela manhã fomos ajudar na arrumação e já tivemos uma prévia do que seria a noite. Bastou Arthur colocar os pés no quintal (O quintal!) e já começou a andar de um lado para o outro, sem rumo, encantado com as bandeirinhas (que as crianças estavam colando) e meio espantado pelo espaço enorme! Realmente fazia muito tempo que não o levava lá (e ela só mora a alguns metros da gente) e cheguei a conclusão de que sou uma pateta mesmo, pois na semana passada estava aqui me lamentando de não ter um quintal pro meu filho brincar quando a Tia Bina tá logo ali cultivando o quintal em que cresceu o Adriano e todos os primos. E vou dizer, eles tiveram uma infância muito feliz. O quintal que antes era da vovó, agora virou o quintal da tia Bina, mas embora muitos anos tenham se passado, os atrativos continuam os mesmos: o espaço aberto e enorme para correr ou soltar pipa, o valão para pegar peixinho (para mim essa estória é péssima e ainda estou me habituando com a idéia do Arthur pegar girinos com um pote plástico...) que as crianças AMAM (rs), o viveiro com galinhas e patos... E o verde, muito verde!
E é ali que a gente faz todos os anos o Arraia d’us Carvalho, uma confraternização entre a família, os agregados e os amigos.
Tia Bina compra 447 brindes para a pescaria da criançada e é necessário que cada pai leve uma sacola plástica porque ninguém sai com menos de 05 brindes. Arthur então... era um tal de um primo que ganhou isso e deu pro Arthur! O outro que não gostou do que ganhou e também deu pro Arthur, e ele, como AMA tudo o que é quinquilharias, saiu de lá abarrotado de presentes! Ganhou um sapo que fica iluminado ao dar cordas que foi a sensação! Ele ria tanto, tanto! E os estalinhos? A cada um que Adriano jogava no chão era uma gaitada maior que a outra. Ficou encantado com a fogueira acesa e foi um custo deixa-lo longe dela. Também curtiu muito os busca-pés que o Lin acendia e jogava nos pés da criançada. Vixe! Ele curtiu tudo! Comeu pastel, bolo, torta salgada... Só não dançou a quadrilha comigo e com o pai porque sinceramente, não teríamos braços que agüentasse! Enquanto dançamos ele ficou com a vó Quinha.
Bem, saímos de lá quase meia-noite, e a criança estava... ACESA!
Ele não dormiu muito bem a noite. Acordou umas três vezes na madrugada chorando (acho que deve ter sido resultado da noite agitada) mas quando acordou (às 8:00) era o mesmo bebê sorridente.

Fizemos o “enterro dos ossos” no domingo e Arthur curtiu mais ainda o quintal da Tia Bina. Pela primeira vez o levamos na rua de velotrol e ele já chegou no quintal feliz e contente. Foi no viveiro e viu as galinhas. Ficou andando atrás dos patinhos que circulavam livremente no quintal, quis pegar o papagaio (que até aprendeu a falar Arthur), viu o cachorro, e por fim o Dindo Zé Luis arranjou um balde de areia (que ele disse estar limpa... *e eu acreditei né?!*) e pronto... lá ficou a criança o resto da tarde, tirando e colocando a areia no balde, algumas vezes errando o alvo e acertando a própria boca, os ouvidos, as pernas, aff! Como eu estou seguindo o lema “porque se sujar faz bem!” e já que Omo lava tudo, fechei os olhos e o deixei curtir a infância!
Óbvio que chegou em casa exausto e mal tomou a vitamina e já estava apagado no sofá.
Enfim... o final de semana foi excelente do início ao fim!

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